Vanity Fair e supremacia branca no cinema: diversidade racial FAIL

“Vanity Fair” polemiza ao mostrar futuro do cinema só com brancas
A última capa da revista “Vanity Fair” gerou fortes críticas nos Estados Unidos ao apresentar o futuro de Hollywood apenas com imagens de atrizes brancas.
O número de março da famosa revista sairá à venda com o título de “A New Decade, a New Hollywood” (nova década, nova Hollywood) e com a foto de nove atrizes de entre 19 e 27 anos que estão começando a carreira, todas muito brancas e muito magras.
Na foto aparecem Abbie Cornish, Rebecca Hall, Anna Kendrick, Carey Mulligan, Amanda Seyfried, Kristen Stewart, Emma Stone, Mia Wasikowska e Evan Rachel Wood.
A visão da revista foi considerada por outros meios, como o jornal “USA Today” e os sites “Jezebel” e “Politics Daily”, parcial e injusta com a realidade multirracial existente nos Estados Unidos e no mundo do cinema.
“Aparentemente a nova década não terá a ver com diversidade“, comentou ironicamente Dodai Stewart, do “Jezebel”, portal feminino sobre famosos e moda.
Os críticos questionam a falta de atrizes como Zoe Saldana, da recentemente indicada ao Oscar Gabourey Sidibe (“Precious”, 2009) e a jovem Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”, 2008).
É, a Vanity Fair esqueceu que existem atrizes negras e mestiças nos Estados Unidos. Mesmo se não houve intenção racista, pegou muito mal vislumbrar uma Hollywood com supremacia branca.
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2 respostas a Vanity Fair e supremacia branca no cinema: diversidade racial FAIL
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kkkkkkk
Mas essa já é demais!
Agora até mesmo se a Europa ou a China quiserem mostrar numa revista só mulheres brancas ou amarelas, respectivamente, serão acusados de racismo por não mostrarem as “minorias” (minorias que já são maiorias).
Me poupe!!
existe uma revista só para negros que se chama Raça (raça existe? Pensei que este conceito tivesse sido abolido?) e nenhum branco estampa a revista. Devo acusá- los de supremacia negra? Ah, não! racista são só os brancos.
os outros? eles são todos santos e ingenuos.
Peço que leia estudos/livros sociológicos sobre raça, e vai entender toda a postura de alguns negros em criar veículos de comunicação pra pessoas de sua cor e também a questão do conceito de raça.
A saber, “raça” hoje, no meio intelectual, não tem mais denotação biológica, mas exerce sim a função de construto social que motiva desigualdades sociais baseadas em diferenças de cor da pele e etnicidade e em comportamentos racistas.
P.S: não sei por que este post foi pro spam. Não está nos critérios de bloqueio que estipulei.