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Guerra contra construções irregulares nas praias: se essa moda pega…

Operação identifica construções irregulares na orla marítima do Paulista

Técnicos da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente do Paulista, no Grande Recife, começaram, nesta terça-feira (16), uma operação para identificar as ocupações irregulares nos 14 km da orla marítima do município.

Ação começou pela Praia de Maria Farinha. No local, 12 barracas de comércio de bebidas foram identificadas irregularmente na orla. De acordo com o secretário de Planejamento e Meio Ambiente do Paulista, Geraldo Miranda, os donos dos estabalecimentos têm até 48 horas para comparecer à prefeitura do município. “Vamos explicar por que eles têm que deixar o local”. O secretário explica que, caso os infratores não deixem a praia, a Justiça terá de ser acionada.

A operação, que não tem prazo para terminar, vai fazer uma radiografia de toda a orla marítima de Paulista. As construções não podem ocupar a faixa de areia, já que o local se trata de uma área de preservação permanente. “Vai ser uma briga difícil, tem pessoas que estão lá há dezenas de anos”, afirma o secretário.

Se essa moda pega, digamos, em Itamaracá, um sem-número de casas vão virar escombros. Lá a quantidade de casas construídas em cima da areia, em cujos muros as ondas do mar batem, é absurda. Só quero ver como vão lidar com essas casas de Itamaracá.

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