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Como virei vegetariano: uma história pessoal

Como anunciado no post sobre os meus 2 anos de blogueiro, conto a vocês a história de minha vegetarianização, cuja data de marco foi 24 de agosto de 2007. Embora eu tenha parado de comer carne literalmente da noite pro dia, minha visão dos animais já vinha amolecendo desde dois anos antes.

Relato pessoal: como e por que eu me tornei vegetariano

Cada pessoa tem sua experiência única de vida que a leva ao vegetarianismo e, em seguida, ao veganismo, embora possa haver pontos em comum entre as histórias de várias, como ter assistido ao documentário A Carne É Fraca ou visitado um matadouro, e a trajetória de alguém possa inspirar outras pessoas. Para você entender melhor o vegetarianismo, para compreender a visão de quem não põe mais alimentos de origem animal na boca, vale a pena começar a ouvir ou ler os depoimentos de vegetarianos sobre como passaram a adotar uma alimentação ética, ou pelo menos como venceram o desafio de acabar com a carne nas refeições. Assim sendo, trago o meu relato pessoal sobre como virei vegetariano – tornei-me vegano não muito tempo depois.

A data da minha mudança de atitude alimentar foi 24 de agosto de 2007, depois de uma noite e madrugada de séria reflexão que mudaria para sempre meu prato e minha vida. Mas vale contar a partir de quando tive o primeiro contato na internet com grupos de defesa dos animais para entender como a ideia de me tornar vegetariano progrediu. Foi em março de 2005, no Orkut, em comunidades como “PEA – Projeto Esperança Animal” e “Eu Odeio Rodeio” (hoje “Somos Contra Rodeio”).

Tal contato se deu durante a campanha conjunta de diversas entidades de defesa animal contra a novela América, que estava perto de estrear na TV Globo e faria apologia aos rodeios. Compreendi e absorvi rapidamente as informações que passavam às comunidades antirrodeio do site, tais como a tortura a que o animal era submetido pelos instrumentos do rodeio (sedém, esporas, aparelhos de choque elétrico ilegais etc.).

Paralelamente, estavam aparecendo tópicos, da autoria de vegetarianos, que discutiam com onívoros se repudiar rodeios e comer carne ao mesmo tempo era uma hipocrisia. Alguns mais exaltados abriam tópicos já chamando diretamente pessoas como eu – onívoros contrários ao rodeio – de hipócritas. Eu me sentia ofendido com a acusação generalizada – e ainda hoje entendo o lado dos onívoros que são desrespeitados por vegetarianos desprovidos de noção de debate civilizado –, mas isso não me impediu de entrar nos tópicos e começar a ter uma noção de como os vegetarianos enxergam o consumo de carne e de outros alimentos de origem animal. Eu lia aquela gente falando da carne como “cadáveres”, “bichos mortos” e outras sugestões mentais repugnantes. Como comedor das mais diversas carnes – principalmente bovina e de frango – na época, evitava me concentrar em ler a dialética que se travava e evitava postar nas discussões, para não me ver com o fardo ético de abandonar aqueles que então eram meus pratos preferidos – pizza, galeto, maminha, hambúrguer, pudim etc. Apenas passava o olho na página, lendo poucas frases.

Assim foi durante cerca de dois anos. Em um momento dentro desse tempo, postei num fórum cético um tópico pedindo para que refutassem o texto 21 motivos para ser vegetariano, então considerado por mim um “texto vegan proselitista”, pedido que foi cumprido com argumentos fracos e tendentes ao cartesiano . Apesar da resistência, passar o olho em tópicos de debate entre vegetarianos e onívoros no Orkut foi me proporcionando mais e mais momentos de pensamento sobre o vegetarianismo, embora eu continuasse resistindo à ideia de ser um.

Eu tentava imaginar como vivia um vegetariano, e minha falta de conhecimento sobre culinária sem carne me levava a imaginar que o vegetariano comia um almoço “mutilado”, sem substituir a carne. Também estava aos poucos concordando que comer carne é incompatível com a filosofia da libertação animal, tanto que, em algum momento de 2006, resignadamente saí de uma comunidade orkutiana sobre libertação animal por considerar que eu, como onívoro, não me encaixava na proposta daquele fórum de discutir por que e como libertar os animais do status de escravos dos seres humanos.

Em fevereiro do mesmo 2006, quando estive numa casa de praia em Itamaracá/PE, fui exposto a uma cena aterradora: peixes dentro de um balde agonizavam asfixiados, debatiam-se numa vã luta pela vida. Desejavam voltar para a água para respirar, mas tristemente não poderiam fazê-lo, porque não interessava a ninguém ali, menos ainda para os pescadores, que aqueles animais sobrevivessem e voltassem a viver no habitat de onde foram levados embora. Como era de se esperar, perderam a luta pela vida e foram comidos no almoço do mesmo dia.

Pela primeira vez eu percebia como era cruel a procedência das carnes. Foi por aqueles peixes que tive pela primeira vez uma atitude prática de solidariedade à vida animal: não comi aqueles bichos que vi agonizarem. Infelizmente não parei de comer peixes naquela ocasião, já que teria carne de peixe algumas poucas vezes em meu almoço entre aquele dia e agosto de 2007, mas parte da minha resistência ao vegetarianismo havia irreversivelmente desabado dentro do meu subconsciente.

Continuei dali em diante com os ligeiros contatos com tópicos pró-vegetarianos, mas continuava devorando pizzas king size inteiras e quantidades relativamente grandes de carnes bovina e aviária. Lembro também que uma colega do curso de Gestão Ambiental, que eu fazia na época, ocasionalmente me sugeria virar vegetariano – embora ela própria não o fosse. Mas, em agosto de 2007, circunstâncias decisivas para o meu prato vieram: o rodeio de Barretos/SP. Em três comunidades antirrodeio do Orkut, participei ativamente das discussões sobre por que e como o rodeio deveria ser proibido e criei tópicos discutindo detalhes cruéis que podiam ser notados nas provas de montaria dos rodeios.

Aos poucos, a ficha ia caindo: eu defendia a integridade físico-psicológica de alguns bois, mas estava deixando totalmente de lado a vida e integridade de tantos e tantos outros que eram mortos nos matadouros. Defender os animais e ser onívoro ao mesmo tempo era possível, mas era contraditório e pouco conveniente.

Meu engajamento virtual contra os rodeios foi minando meu onivorismo até que, na noite do dia 23, cheguei a um ponto sem retorno: já não era mais possível continuar comendo carne sem peso na consciência. Finalmente minha resistência ao vegetarianismo havia ruído completamente. Em um tópico numa hoje extinta comunidade orkutiana do PETA, falei como já estava começando a ficar pensativo a respeito das questões éticas da minha alimentação e perguntei como eu poderia criar força de vontade para me livrar da carne e de outros alimentos de origem animal. Respostas solidárias apareceram, mas o passo decisivo já tinha sido dado – era o meu próprio ato de perguntar. Tal tópico foi o estopim para, poucas horas depois, na cama, antes de dormir, mergulhar em profunda reflexão sobre como eu poderia deixar de contribuir para a morte sofrida de tantos animais.

Pensei deitado: eu estava sendo contraditório ao defender os bois explorados em rodeios mas estava ignorando o sofrimento dos bois que eram friamente mortos nos matadouros. Chegava à minha memória também, de volta, o sofrimento dos peixes de Itamaracá. Deveria a partir dali dar um jeito para diminuir o máximo possível, ou encerrar, minha contribuição para o funcionamento de granjas, abatedouros e barcos pesqueiros. Pensei inicialmente em diminuir muito o consumo de carne, mas concluí a reflexão decidindo que iria me aventurar no vegetarianismo. Dormi com a consciência “armada”.

No dia 24, como é costume meu pular o café da manhã, comecei o vegetarianismo por um almoço sem nenhuma carne. A carne foi substituída em curto prazo por processados (salsichas e hambúrgueres) de soja de uma grande marca frigorífica – eu acreditava que não estava financiando seus matadouros e frigoríficos, mas sim estimulando a empresa a consolidar seu mercado de produtos sem carne. Pensei nesse primeiro dia se eu poderia flexibilizar e ser ovolactovegetariano, mas um aviso de minha mãe sobre como seria ruim consumir ovos no lugar da carne e um momento de pensamento me dissuadiram de tal retrocesso. Deixando de ser onívoro, me tornei direto um vegetariano completo, sem ter que passar por fases de vegetarianismo incompleto (api, lacto, ovo ou ovolactovegetarianismo).

Nos meses seguintes, fui conhecendo parte da grande diversidade da culinária vegetariana. No último trimestre de 2007, comecei a vislumbrar o veganismo como meta de consumo ético, meta alcançada em julho de 2008.

Meu vegetarianismo, como meu relato mostra, surgiu fundamentado principalmente na questão da ética animal. Meio ambiente e saúde foram motivações subsequentes, que adquiriram importância ao longo do tempo. Hoje posso dizer que sou vegetariano pelos três motivos, sendo os direitos animais a razão principal.

Relato pessoal: como e por que eu me tornei vegetariano

Cada pessoa tem sua experiência única de vida que a leva ao vegetarianismo e, em seguida, ao veganismo, embora possa haver pontos em comum entre as histórias de várias, como ter assistido ao documentário A Carne É Fraca ou visitado um matadouro, e a trajetória de alguém possa inspirar outras pessoas. Para você entender melhor o vegetarianismo, para compreender a visão de quem não põe mais alimentos de origem animal na boca, vale a pena começar a ouvir ou ler os depoimentos de vegetarianos sobre como passaram a adotar uma alimentação ética, ou pelo menos como venceram o desafio de acabar com a carne nas refeições. Assim sendo, trago o meu relato pessoal sobre como virei vegetariano – tornei-me vegano não muito tempo depois.

A data da minha mudança de atitude alimentar foi 24 de agosto de 2007, depois de uma noite e madrugada de séria reflexão que mudaria para sempre meu prato e minha vida. Mas vale contar a partir de quando tive o primeiro contato na internet com grupos de defesa dos animais para entender como a ideia de me tornar vegetariano progrediu. Foi em março de 2005, no Orkut, em comunidades como “PEA – Projeto Esperança Animal” e “Eu Odeio Rodeio” (hoje “Somos Contra Rodeio”). Tal contato se deu durante a campanha conjunta de diversas entidades de defesa animal contra a novela América, que estava perto de estrear na TV Globo e faria apologia aos rodeios. Compreendi e absorvi rapidamente as informações que passavam às comunidades antirrodeio do site, tais como a tortura a que o animal era submetido pelos instrumentos do rodeio (sedém, esporas, aparelhos de choque elétrico ilegais etc.).

Paralelamente, estavam aparecendo tópicos, da autoria de vegetarianos, que discutiam com onívoros se repudiar rodeios e comer carne ao mesmo tempo era uma hipocrisia. Alguns mais exaltados abriam tópicos já chamando diretamente pessoas como eu – onívoros contrários ao rodeio – de hipócritas. Eu me sentia ofendido com a acusação generalizada – e ainda hoje entendo o lado dos onívoros que são desrespeitados por vegetarianos desprovidos de noção de debate civilizado, como vou mostrar no Capítulo 6 –, mas isso não me impediu de entrar nos tópicos e começar a ter uma noção de como os vegetarianos enxergam o consumo de carne e de outros alimentos de origem animal. Eu lia aquela gente falando da carne como “cadáveres”, “bichos mortos” e outras sugestões mentais repugnantes. Como comedor das mais diversas carnes – principalmente bovina e de frango – na época, evitava me concentrar em ler a dialética que se travava e evitava postar nas discussões, para não me ver com o fardo ético de abandonar aqueles que então eram meus pratos preferidos – pizza, galeto, maminha, hambúrguer, pudim etc. Apenas passava o olho na página, lendo poucas frases.

Assim foi durante cerca de dois anos. Em um momento dentro desse tempo, postei num fórum cético um tópico pedindo para que refutassem o texto 21 motivos para ser vegetariano, então considerado por mim um “texto vegan proselitista”, pedido que foi cumprido com argumentos fracos e tendentes ao cartesiano[1]. Apesar da resistência, passar o olho em tópicos de debate entre vegetarianos e onívoros no Orkut foi me proporcionando mais e mais momentos de pensamento sobre o vegetarianismo, embora eu continuasse resistindo à ideia de ser um. Eu tentava imaginar como vivia um vegetariano, e minha falta de conhecimento sobre culinária sem carne me levava a imaginar que o vegetariano comia um almoço “mutilado”, sem substituir a carne. Também estava aos poucos concordando que comer carne é incompatível com a filosofia da libertação animal, tanto que, em algum momento de 2006, resignadamente saí de uma comunidade orkutiana sobre libertação animal por considerar que eu, como onívoro, não me encaixava na proposta daquele fórum de discutir por que e como libertar os animais do status de escravos dos seres humanos.

Em fevereiro do mesmo 2006, quando estive numa casa de praia em Itamaracá/PE, fui exposto a uma cena aterradora: peixes dentro de um balde agonizavam asfixiados, debatiam-se numa vã luta pela vida. Desejavam voltar para a água para respirar, mas tristemente não poderiam fazê-lo, porque não interessava a ninguém ali, menos ainda para os pescadores, que aqueles animais sobrevivessem e voltassem a viver no habitat de onde foram levados embora. Como era de se esperar, perderam a luta pela vida e foram comidos no almoço do mesmo dia. Pela primeira vez eu percebia como era cruel a procedência das carnes. Foi por aqueles peixes que tive pela primeira vez uma atitude prática de solidariedade à vida animal: não comi aqueles bichos que vi agonizarem. Infelizmente não parei de comer peixes naquela ocasião, já que teria carne de peixe algumas poucas vezes em meu almoço entre aquele dia e agosto de 2007, mas parte da minha resistência ao vegetarianismo havia irreversivelmente desabado dentro do meu subconsciente.

Continuei dali em diante com os ligeiros contatos com tópicos pró-vegetarianos, mas continuava devorando pizzas king size inteiras e quantidades relativamente grandes de carnes bovina e aviária. Lembro também que uma colega do curso de Gestão Ambiental, que eu fazia na época, ocasionalmente me sugeria virar vegetariano – embora ela própria não o fosse. Mas, em agosto de 2007, circunstâncias decisivas para o meu prato vieram: o rodeio de Barretos/SP. Em três comunidades antirrodeio do Orkut, participei ativamente das discussões sobre por que e como o rodeio deveria ser proibido e criei tópicos discutindo detalhes cruéis que podiam ser notados nas provas de montaria dos rodeios. Aos poucos, a ficha ia caindo: eu defendia a integridade físico-psicológica de alguns bois, mas estava deixando totalmente de lado a vida e integridade de tantos e tantos outros que eram mortos nos matadouros. Defender os animais e ser onívoro ao mesmo tempo era possível, mas era contraditório ao extremo e pouco conveniente.

Meu engajamento virtual contra os rodeios foi minando meu onivorismo até que, na noite do dia 23, cheguei a um ponto sem retorno: já não era mais possível continuar comendo carne sem peso na consciência. Finalmente minha resistência ao vegetarianismo havia ruído completamente. Em um tópico numa hoje extinta comunidade orkutiana do PETA, falei como já estava começando a ficar pensativo a respeito das questões éticas da minha alimentação e perguntei como eu poderia criar força de vontade para me livrar da carne e de outros alimentos de origem animal. Respostas solidárias apareceram, mas o passo decisivo já tinha sido dado – era o meu próprio ato de perguntar. Tal tópico foi o estopim para, poucas horas depois, na cama, antes de dormir, mergulhar em profunda reflexão sobre como eu poderia deixar de contribuir para a morte sofrida de tantos animais.

Pensei deitado: eu estava sendo contraditório ao defender os bois explorados em rodeios mas estava ignorando o sofrimento dos bois que eram friamente mortos nos matadouros. Chegava à minha memória também, de volta, o sofrimento dos peixes de Itamaracá. Deveria a partir dali dar um jeito para diminuir o máximo possível, ou encerrar, minha contribuição para o funcionamento de granjas, abatedouros e barcos pesqueiros. Pensei inicialmente em diminuir muito o consumo de carne, mas concluí a reflexão decidindo que iria me aventurar no vegetarianismo. Dormi com a consciência “armada”.

No dia 24, como é costume meu pular o café da manhã, comecei o vegetarianismo por um almoço sem nenhuma carne. A carne foi substituída em curto prazo por processados (salsichas e hambúrgueres) de soja de uma grande marca frigorífica – eu acreditava que não estava financiando seus matadouros e frigoríficos, mas sim estimulando a empresa a consolidar seu mercado de produtos sem carne. Pensei nesse primeiro dia se eu poderia flexibilizar e ser ovolactovegetariano, mas um aviso de minha mãe sobre como seria ruim consumir ovos no lugar da carne e um momento de pensamento me dissuadiram de tal retrocesso. Deixando de ser onívoro, me tornei direto um vegetariano completo, sem ter que passar por fases de vegetarianismo incompleto (api, lacto, ovo ou ovolactovegetarianismo).

Nos meses seguintes, fui conhecendo parte da grande diversidade da culinária vegetariana. No último trimestre de 2007, comecei a vislumbrar o veganismo como meta de consumo ético, meta alcançada em julho de 2008, como explico no Capítulo 5.

Meu vegetarianismo, como meu relato mostra, surgiu fundamentado principalmente na questão da ética animal. Meio ambiente e saúde foram motivações subsequentes, que adquiriram importância ao longo do tempo. Hoje posso dizer que sou vegetariano pelos três motivos, sendo os direitos animais a razão principal.


[1] O filósofo René Descartes foi um dos maiores patronos do antropocentrismo secular. Afirmava que animais nada mais seriam do que autômatos desprovidos de senciência e sentimentos, cujos movimentos seriam meras reações mecânicas a estímulos. Sua filosofia antropocêntrica e especista ainda hoje inspira diversas formas de exploração animal, como a experimentação didático-científica em animais.

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11 comentário(s). Venha deixar o seu também.

bárbara beatriz

junho 28 2014 Responder

tenho 14 anos e deixei de comer carne e seus derivados vai completar 3 meses esta sendo dificil as vezes mas n pela carne pois amo os animais o ambiente e sempre achei lindo o ato d ser vegetariano e defender quem n pode se defender por se proprio…o mais dificil ate agora e a falta d apoio da familia mas isso e relevante… so ak para dizer q o depoimento e muito bom tbm virei da noite para o dia mas pensei muito e muita reflexao e para os que vao ler que ainda n conheceram esse estilo d vida e o melhor para se fazer….bjos e abraço

CRISTIANE

dezembro 26 2011 Responder

QUERO DIZER QUE SOU VEGETARIANA DESDE CRIANÇA, SOU A UNICA DA FAMILIA, SEMPRE AMEI OS ANIMAIS, SOU TOTALMENTE CONTRA A MATANÇA DE QUALQUER SER VIVO. NOSSOS ANIMAIS SAO TRATADOS COMO MERCADORIA PELA MALDITA INDUSTRIA DA CARNE, ME TORNEI UMA PESSOA MUITO DEPRIMIDA APOS ASSISTIR AOS VIDEOS A CARNE E FRACA, MEU DEUS COMO UM SER HUMANO PODE SER TAO CRUEL, TAO INDIFERENTE COM O SOFRIMENTO DE UM SER INOCENTE, COMO SE NAO BASTASSE NOSSOS ANIMAIS SAO EXTREMAMENTE TORTURADOS EM VAQUEJADAS, FARRA DO BOI, RODEIOS, TOURADAS E POR AI VAI.. ISSO TEM QUE ACABAR, E TEM QUE EXISTIR UMA LEI QUE PUNA ESSES MISERAVEIS!!! SAO UNS COVARDES, MAIS DEUS EXISTE , E UM DIA ELE PEDIRA CONTAS POR TANTA INJUSTIÇA.
QUANTO MAIS CONHEÇO AS PESSOAS, MAIS AMO OS ANIMAIS!

Biosfera MS

abril 24 2010 Responder

Não sou vegetariano, mas acho incrível aqueles que são, até mesmo pelos motivos que o levaram a ser…

Karlos Junior

abril 14 2010 Responder

Muito bem!! Bélissimo post!! Eu também fiz a mudança de um dia pro outro, e achei que seria difícil, mas só o psicológico foi afetado, eu acho….parti direto pro veganismo, mas tive incentivo de uma ex-namorada hindu e de muitas horas de informação áudio-visual e leitura principalmente. O difícil foi aprender a ser menos incisivo ao falar com amigos e conhecidos que me tacharam de chato e louco, por isso fico mais contido mas falo sempre a verdade se me perguntarem, doa a quem doer.
Sei que temos diversas razões para praticar o veganismo e cada um tem a sua, mas fico com o direito à vida dos animais em primeiro lugar e minha saúde em segundo por consequência natural. ^-^ Abração. :)

    Robson Fernando

    abril 14 2010 Responder

    Valeu a tod@s vocês pela apreciação de minha história de vida pré-vegetariana e vegetariana.

    Meu agradecimento vai também a todos os próximos comentários de felicitação.

    Abs

erick silva

abril 14 2010 Responder

Cara, muito legal sua história,
de toda sua trajetória no mundo vegetariano e como uma boa reflexão pode mudar a vida de um homem e de vários animais.

Parabéns
Abraços.

Carolyne

abril 13 2010 Responder

Muiitoo bom!! Que sua história sirva de exemplo para tantos outros onívoros que passam por situação semelhante-como eu passei. xD

    Robson Fernando

    abril 13 2010 Responder

    Obrigado, Carolyne =)
    bjs

Samory Pereira Santos

abril 12 2010 Responder

Cada veg, cada história. Bom relato. Eu tenho o meu pronto inclusive (risos), no aniversário de dois anos de vegetarianismo (lato senso) eu postarei.

Sua opinião é bem vinda, desde que respeitosa. Fique à vontade para comentar abaixo