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abr10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 36)

Experimentos com porcos decifram mistério da fibrose cística

Estudos realizados com porcos nos Estados Unidos confirmaram que uma infecção precede à inflamação pulmonar no caso da fibrose cística, um passo importante nos esforços para decifrar as causas desta doença.

Segundo o estudo dos pesquisadores das Universidades de Iowa e do Missouri publicado nesta quarta na revista Science Translational Medicine, isso poderia ajudar a melhorar os tratamentos para a doença causadora da fibrose.

Em seu relatório, os pesquisadores indicam que, sobretudo, as pesquisas ajudaram a determinar que a infecção precede à inflamação pulmonar, algo que até agora era um mistério no desenvolvimento do mal.

“A importância desta descoberta é que ela poderia ajudar a estabelecer que tipos de tratamento podemos usar”, disse David Stoltz, professor de medicina interna da Universidade de Iowa e autor principal do estudo.

“Saber que primeiro ocorre a infecção significa que se podemos prevenir e combater a infecção então podemos atrasar ou impedir a doença pulmonar em pessoas com fibrose cística”, acrescentou.

Para a pesquisa, os cientistas utilizaram porcos com uma mutação genética que causou a fibrose a fim de reproduzir a forma como ocorre a doença pulmonar nos seres humanos.

Nos seis primeiros meses de vida dos animais os cientistas constataram que eles desenvolviam a doença da forma como é típica nos seres humanos, incluindo infecção nos pulmões, inflamação e acumulação de muco nas vias respiratórias.

“Este é um grande exemplo no qual os porcos servem como modelo do que ocorre nos seres humanos. E os animais até reagem da mesma forma”, disse Randall Prather, professor de medicina reprodutiva da Universidade do Missouri. [Com dor, sofrimento e tudo, senhor Frankenstein?]

Pelo contrário, “quando se usam ratos, os roedores não desenvolvem a doença pulmonar que é comum em pacientes com fibrose cística”, acrescentou. “Nosso modelo ajuda a compreender os mecanismos da doença pulmonar em pessoas com fibrose cística”, assinalou Stoltz.

“Também nos proporciona uma oportunidade única de pôr a toda prova (em porcos) tratamentos diferentes a partir dos primeiros períodos da doença…muito antes que em seres humanos”, acrescentou.

Mais um caso em que é utilizada a filosofia maligna (não maquiavélica, ao contrário do que o senso comum costuma dizer) de justificar os meios com os fins. Animais nasceram já condenados a uma doença terrível, que lhes causa infecção e inflamação pulmonares e acúmulo de catarro nas vias respiratórias.

Por que fazem com porcos? “Porque eles são como os humanos”. Então por que não fazem com bebês humanos? “Porque os porcos não são como os humanos”. São respostas prováveis às perguntas de quem defende os direitos animais, como dizia Charles R. Magel, na inteligente frase: “Pergunte aos testadores por que eles experimentam em animais e a resposta é: ‘Porque eles são como nós!’ Pergunte à eles por que é moralmente correto experimentar em animais e a resposta é: ‘Porque eles não são como nós!’ A experimentação animal assenta-se numa contradição lógica.”

Vergonha eu tenho dessa parcela da ciência que vive da promoção de crueldade, tortura e assassinato de animais, chegando ao ponto de obrigá-los a sofrer desde nascença.

ALF, socorro!!!!

imagrs

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anônimo

abril 28 2010 Responder

E a solução seria fazer testes em humanos? Ou simplesmente esquecer que existe medicina e parar no tempo?

    Robson Fernando

    abril 28 2010 Responder

    A solução é desenvolver métodos alternativos de pesquisa.

    Considere que defensores dos direitos animais pensam em alternativas, nunca em dilemas como esse.

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