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abr10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 37)

Cientistas usam células-tronco ósseas para curar fraturas

Um grupo de cientistas americanos desenvolveu um processo bioquímico que usa um tipo especial de proteína para ativar células-tronco ósseas, com as quais aceleraram a cura de fraturas em ratos.

Em um estudo publicado na revista Science Translational Medicine, os cientistas do Instituto Médico Howard Hughes e da Escola de Medicina da Universidade de Stanford ressaltaram que o procedimento poderia ter ampla aplicação na medicina regenerativa.

Eles descobriram que as proteínas identificadas como WnT ativam as células-tronco ósseas que participam da regeneração do osso. Em experimentos com ratos geneticamente modificados [Ou seja, condenados a sofrer desde nascença.] os pesquisadores aceleraram esse processo de cura óssea [uma vez que os bichos sofreram fratura, não especificado na notícia se foram os Frankensteins que quebraram seus ossos ou a fratura aconteceu em um movimento corriqueiro do animalzinho, mas sabendo-se que a fratura causou muita dor e sofrimento, provavelmente tanto quanto pessoas que fraturam ossos sentem] ao aplicar a proteína, que também foi modificada.

A WnT fez com que as células-tronco no lugar da lesão se dividissem e amadurecessem para formar a massa óssea de maneira mais rápida que em roedores normais [Ou seja, os roedores normais também tiveram seus ossos quebrados, novamente não estando especificado se foi por violência humana direta ou movimento corriqueiro que tenha quebrado os frágeis ossos dos ratinhos geneticamente modificados. No caso desses ratos, a dor da fratura e das tentativas de mexer ossos quebrados foi ainda pior, já que eles não foram tratados pelas proteínas em questão].

Posteriormente, os cientistas desenvolveram uma substância chamada liposomal Wnt 3a que produziu os mesmos efeitos nos ratos sem a necessidade de uma modificação genética, indicou o relatório.

Mediante a injeção de liposomal Wnt 3a eles conseguiram acelerar o processo de reparação com a estimulação das células-tronco ósseas, que se dividiram e amadureceram mais rapidamente, mas somente no lugar da lesão.

O relatório afirma que a localização precisa do lugar em que a proteína deve atuar sobre as células-tronco é importante porque sua função sem controle pode ter efeitos secundários graves, como a formação excessiva de tecido ósseo.

Em seu relatório, os pesquisadores disseram que o procedimento com a proteína Wnt também poderia ser aplicado para melhorar a regeneração de tecidos em casos de feridas ou ataques cardíacos. [Ou seja, vão testar a WnT em outros ratos,  se já não testaram, provocando-lhes ataques cardíacos, provocando a morte de uns e o tratamento “roleta-russa negativa”* de outros, ou então causando-lhes feridas que provocarão dor intensa em outros animais.]

Está aí, mais uma crueldade da ciência frankensteiniana. Os ratinhos foram condenados a nascer com problemas ósseos e tiveram alguns de seus ossos quebrados propositalmente por influência direta ou indireta d@s vivisseccionistas.

E lembre-se também que é provável que a análise dos ossos fraturados e regenerados tenha sido feita com o assassinato dos animais sofredores, de modo que os Frankensteins pudessem analisar a eficácia da proteína em questão.

O pior de tudo é que o último parágrafo deixa a entender que outros testes de igual crueldade vão acontecer ou já aconteceram.

Vivissecção, um crime hediondo que, em vez de ser punido com o rigor da lei, é aplaudido por grande parte da comunidade científica e por muitas pessoas entendedoras de ciência (mas ignorantes em relação à ética dos direitos animais).

ALF, socorro!!!!

imagrs

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