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Vacina para bovinos: mais substâncias na carne do povo

Últimos dias para vacinar o rebanho contra febre aftosa

O prazo para que os criadores pernambucanos vacinem seus rebanhos bovinos e bubalinos (búfalos) contra a febre aftosa termina na próxima sexta-feira, dia 30. A vacinação faz parte da primeira fase de imunização do rebanho este ano. O criador que não vacinar seu rebanho pode pagar uma multa de R$ 60 por animal.

Além da multa, há outro prejuízo para os criadores que não aderirem à campanha. “Os bovinos e bubalinos não vacinados ficam impedidos de transitar de um município para outro, participar de feiras, exposições, serem comercializados ou abatidos [Então o melhor para os animais seria que eles não fossem vacinados, já que assim eles não poderiam mais ser explorados.]. A vacinação é obrigatória por lei”, explica a gerente geral da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), Erivânia Camelo.

Na última etapa de vacinação, realizada em outubro do ano passado, cerca de 95% dos rebanhos pernambucanos foram vacinados. O que equivale a dois milhões de animais.

Para garantir a vacinação em massa, o governo do Estado investiu R$ 2 milhões nesta campanha e ainda distribuiu gratuitamente 400 mil doses de vacina para que a imunização dos rebanhos de assentamentos, áreas indígenas e quilombolas fosse feita.

Os bons índices de vacinação dos rebanhos contribuem para que Pernambuco consiga mudar sua classificação com relação à doença definida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A meta do governo do Estado é fazer com que a classificação mude de risco médio para livre de febre aftosa com vacinação. A modificação traria ganhos para os criadores locais que hoje enfrentam vários entraves na hora de comercializar os animais de elite, além dos óvulos ou sêmen. Pernambuco se destaca no mercado nacional por ser referência em melhoramento genético de caprinos e bovinos.

A vacina bovina e bubalina contra febre aftosa, além de abrir as portas legais para a exploração e extermínio desses animais, injeta substâncias estranhas que têm muito potencial de causar efeitos adversos, ainda pouco conhecidos, à saúde de quem come carne bovina.

E, pelo que comentei no segundo parágrafo, seria ótimo para os animais se eles não fossem vacinados, uma vez que assim sua exploração e abate passariam a ser proibid@s pela legislação.

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