Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 38)
Cientistas criam ratos com Alzheimer para estudar a doença
Cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, anunciaram que conseguiram criar um grupo de ratos com problemas de memória para estudar melhor o mal de Alzheimer. Enquanto grupos desses animais já tiveram seu DNA alterado para estudar problemas cardiovasculares, osteoporose e outras doenças, um rato para estudar o mal de Alzheimer era apenas um projeto. As informações são do Live Science.
Segundo os pesquisadores, o animais são os mais completos modelos para estudar a doença, pelo menos nos termos da “patologia amilóide”, ou o modo como as placas acumulam no cérebro, uma característica do mal. Os ratos ainda apresentam o desenvolvimento e progresso em estágios, como ocorre em muitas pessoas que sofrem da doença.
De acordo com a reportagem, contudo, a observação da doença em animais não quer dizer que ela agirá da mesma maneira em humanos, mas ela permanece sendo crucial para entender fatores como a relação entre o mal e a genética, além de habilitar os cientistas a testarem novos tratamentos que não seriam possíveis de outra maneira.
O estudo para conseguir modificar esses ratos levou 10 anos, segundo o pesquisador Claudio Cuello. Os pesquisadores conseguiram o resultado final ao introduzir um gene que produz uma proteína chamada de amilóide beta no cérebro dos animais. A mesma substância aparentemente produz as placas que acumulam no cérebro das pessoas portadoras do mal de Alzheimer e é a possível causa para a doença.
Os pesquisadores afirmam que o rato leva de seis a setes meses para começar a produzir essas placas e, após 13 meses, os animais demoraram significativamente mais que outros ratos para aprender uma tarefa que consistia em encontrar uma plataforma submergida. Após aprender, os roedores que sofriam do mal estavam mais propensos a esquecerem do treinamento do que os animais que não sofreram intervenção genética.
Observações
Os cientistas afirmam também que o rato modelo pode ajudar a entender como o cérebro muda antes dos sintomas do mal, como a falta de memória. Além disso, eles pretendem testar novas drogas nos ratos.
Ou seja, mais crueldade frankensteiniana e sofrimento em nome da ciência. Mais ratos sofrerão muito na mão de pessoas que não dão a mínima para sua integridade física ou bem-estar e querem mais é torturá-los com doenças, obrigando as mães ratas a dar à luz filhotes já condenados à doença perpétua (ou mesmo à morte).
ALF, socorro!!!!!
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