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maio10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 39)

Cientistas estudam face dos ratos para ver quando sentem dor

Cientistas da Universidade de Montreal (Canadá) criaram uma escala para classificar a expressão facial dos ratos que permitirá discernir quando sentem dor, segundo publica hoje a revista “Nature Methods”. Este sistema permitirá calcular de forma mais precisa a dor que esses roedores experimentam quando são submetidos a experimentos no laboratório.

Os humanos expressam sua dor com expressões faciais, gestos que foram codificados para identificar a intensidade do dor em indivíduos que não são capazes de se comunicar, como as crianças. A possibilidade de fazer uma escala similar para determinar a intensidade do dor nos ratos era até agora uma incógnita já que as pesquisas a respeito tinham se centrado em modelos que mediam a resposta dos roedores perante estímulos de calor ou pressão, aspectos secundários no contexto de dor crônica.

Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram centenas de imagens de ratos antes e enquanto os submetiam a estímulos de dor de intensidade moderada. Desta maneira, estabeleceram cinco traços de rigidez facial, inchaço de nariz e bochechas, movimentos das orelhas e bigodes que mudam segundo a gravidade dos estímulos e que permitem criar uma escala de gestos relacionando-os com a intensidade da dor.

Um dos objetivos que se pretende alcançar com este estudo é detectar nos pós-operatórios com uma simples inspeção visual se a dose de analgésicos administrada aos ratos é insuficiente.

Esta perversão frankensteiniana se difere de todas as demais que postei aqui desde o Consciência Efervescente, porque dessa vez os torturadores sabem perfeitamente que suas vítimas sentem dor.

E o pior de tudo é que a pesquisa sádica em questão não serve para se estabelecer um consenso ético de que animais, como seres sencientes, não devem mais ser explorados em laboratórios, mas apenas para lhes injetar analgésicos depois de sessões de tortura.

Apenas a espécie separa as vítimas da vivissecção de hoje e as vítimas das experiências nazistas. Fora esse detalhe, em tudo esses modos assassinos de fazer ciência são semelhantes.

E já não podemos acusar os Frankensteins de ignorância em relação à capacidade dos animais de sentir dor e ter sentimentos. Eles são sim insensíveis por completo e, em última análise, sádicos, pois levam suas experiências até o fim, por mais que os bichinhos sofram.

ALF, socorro!!!!!

imagrs

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