Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 42)
Veneno de lesma pode se tornar novo tratamento padrão para dor crônica
Veneno de lesma marinha pode se tornar o novo tratamento padrão para dor crônica, de acordo com um novo estudo.
Os tratamentos atuais para dor neuropática usam normalmente morfina, que é altamente viciante, e gabapentina. Ambos agem em receptores nervosos.
Veneno de lesma marinha já havia sido sugerido com uma possível alternativa porque é formado por uma mistura de peptídeos conhecidos como conotoxinas. Esses peptídeos bloqueiam a condução nervosa em presas da lesma, mas em mamíferos, eles agem como analgésicos eficazes.
A única droga derivada de conotoxina aprovada para uso em humanos é ziconotida. A droga, porém, é suscetível a quebra por enzimas na saliva e intestino. Sua administração ocorre por meio de uma bomba inserida cirurgicamente na parede abdominal, tornando o tratamento invasivo e caro.
Para resolver esse problema, David Craik e sua equipe da Universidade de Queensland, na Austrália, desenvolveram a primeira droga de conotoxina ativa por via oral.
Eles começaram a pesquisa com uma versão sintética de conotoxina. As enzimas quebram a toxina normalmente pelas pontas da molécula. Para evitar esse problema, a equipe uniu as duas pontas da conotoxina, criando uma estrutura molecular circular. Essa nova versão da molécula mostrou-se resistente às enzimas.
Em seguida, a equipe de Craik testou a conotoxina em ratos com dor neuropática. Eles descobriram que uma única dose oral reduziu significativamente a dor usando um teste padrão –quanta pressão o rato poderia aguentar antes de retirar sua pata [Ou seja, tracionar a pata do animal até chegar ao ponto de AMPUTÁ-LA.]. A conotoxina foi considerada 100 vezes mais potente quando comparada com gabapentina.
A conotoxina é tão poderosa que doses bem pequenas já são suficientes para surtir efeito, reduzindo os riscos de efeitos colaterais, disse Craik. Sua equipe entrou com um pedido no FDA (órgão que fiscaliza alimentos e medicamentos nos EUA) para a realização de testes em humanos.
O estudo foi publicado no periódico “Angewandte Chemie”.
A tortura da vez foi induzir animais à dor neuropática e tracionar a pata dos bichinhos — fazer força na tentativa de amputar o membro, causando dor semelhante àquelas execuções que vemos em filmes, nos quais uma pessoa é tracionada com cada membro amarrado à corda a um cavalo e a corrida dos quatro cavalos, cada um para um lado oposto, força a amputação dos membros da pessoa, causando sua morte.
Uma tortura que nada deve a traficantes de drogas, inquisidores, militares criminosos de Abu Ghraib, Guantánamo etc., nazistas e toda laia de indivíduos que praticam tortura sem um pingo de senso ético e misericórdia.
Sem falar no próprio ato de dar o veneno de lesma marinha: o organismo dos camundongos é diferente do nosso, e o veneno poderia matá-lo com muito sofrimento. Aliás, se tivesse causado sofrimento e morte em vez de tratado bem-sucedidamente a dor, jamais teria sido publicado na Folha.com e outros noticiários. Isso nos permite pensar nas inúmeras experiências violentíssimas com animais as quais não deram certo, ocasionando massacres de animais “de laboratório”, e por isso não foram publicadas em lugar nenhum, deixando esses crimes ocultos aos olhos da humanidade.
E um detalhe sórdido: a substância testada é de origem animal e pode implicar abertura de cativeiros de criação de lesmas marinhas. Ou seja, mais exploração animal pode estar vindo por aí. Que bonito que temos uma ciência que explora animais lhes extraindo secreções e torturando-os em experiências, não é?
E assim caminha a humanidade, pisoteando animais vivos, causando-lhes dores lancinantes e fulminantes.
ALF, socorro!!!!!!
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