Como Eduardo Campos, o nosso querido Máquina ou “É” Motosserra, comemorou este Dia Mundial do Meio Ambiente?

A resposta que tenho até o momento é que, dependendo da mídia, ele se retirou dos holofotes, preferiu não se pronunciar sobre o significado comemorativo do dia de hoje. Tudo indica que ele mesmo sabe que está ferrando o meio ambiente com sua lei 14.046/10 (outrora PL 1.496/10), que autoriza a destruição da maioria da extensão do estuário do Rio Ipojuca em prol do complexo industrial do Porto de Suape, e com seu provável apoio tácito aos desmatamentos menores que vêm sendo autorizados e não vêm sendo compensados — não que ele necessariamente apoie a não-compensação em si, mas ele apoia o desenvolvimento incondicional e insustentável do porto, mesmo quando esse desenvolvimento implica destruição desimpedida de ecossistemas.

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