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ago10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 52)

Proteína recupera movimento de ratos com lesão medular

Enquanto o mundo se debruça sobre o potencial das células-tronco para a recuperação de lesões medulares, um grupo de pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) obteve resultados promissores por meio do uso de polímeros de laminina, proteína encontrada em diferentes tecidos humanos e animais.

Testes realizados em laboratório mostraram que a substância foi capaz de promover a recuperação do movimento de ratos tratados logo após a lesão. Os resultados foram publicados na revista da Faseb (Federation os American Societies for Experimental Biology) em julho. A pesquisa clínica, em humanos, deve começar em cerca de um ano em um hospital privado do Rio – como as negociações ainda não estão concluídas, o nome é mantido em sigilo.

A pesquisadora Karla Menezes, que desenvolveu o projeto durante sua tese de mestrado em biologia celular, explica que a recuperação variou de acordo com a gravidade da lesão. Mas, tanto nos casos mais graves quanto nos mais leves, a melhora foi maior e mais rápida nos animais tratados com a proteína do que entre aqueles que não receberam tratamento – mesmo nesses casos, uma recuperação espontânea de parte dos movimentos é normal, segundo a orientadora da pesquisa, Tatiana Coelho-Sampaio.


LESÕES

Os ratos que foram submetidos a uma compressão da medula, lesão considerada leve, recuperaram quase que integralmente os movimentos após dois meses, obtendo em média nota 20,8 em uma escala internacional de avaliação que vai de 0 a 21. Os que não foram tratados ficaram com 19,1. No primeiro grupo, porém, a recuperação foi muito mais rápida: na segunda semana, eles já estavam com nota 17,4, contra apenas 13,1 dos que não receberam tratamento.

No caso da lesão mais severa, com o rompimento total da medula, a diferença foi ainda maior. Aqueles que não receberam nenhum tipo de tratamento obtiveram nota 4,2 após dois meses, enquanto os que receberam a injeção de laminina ficaram com 13.

Vídeo gravado pelos pesquisadores mostra o que a diferença de quase nove pontos significa na prática – enquanto o rato que não recebeu tratamento não consegue sustentar a parte posterior do corpo e quase não mexe as patas traseiras e o rabo, o que foi tratado se movimenta com rapidez, mexendo as quatro patas e o rabo, ainda que com alguns problemas de coordenação e equilíbrio.

“Os resultados são melhores do que os obtidos pela Geron”, diz Coelho-Sampaio, referindo-se à empresa americana que recebeu no fim de julho autorização para conduzir os primeiros testes com células-tronco embrionárias em humanos. Outra vantagem, diz, é que a técnica é barata e, pelo que já foi possível verificar, não oferece risco de formação de tumores.

Veja também o vídeo com o rato não tratado rastejando a parte traseira do corpo, depois de ter sido lesionado pela equipe mengele-frankensteiniana de cientistas.

A velha ciência pautada na violência está aí, encantando (sic) as pessoas com experimentos ditos “revolucionários”. Violentar o corpo de animais não-humanos sempre é tratado como algo válido em prol de um bem – que seria os tratamentos humanos. @s vivisseccionistas creem que os fins justificam os meios, assim como os comandantes de exércitos de vários lugares e épocas acreditavam, e por isso se veem na prerrogativa de torturá-los, aleijá-los, envenená-los, adoecê-los com câncer, drogá-los, eletrocutá-los… e matá-los.

No caso acima, como se viu, a medula foi cortada parcial ou totalmente, de modo que os ratos foram tornados paraplégicos. Se esse tipo de crime fosse infligido em seres humanos, seria visto como aquilo que nunca deixou de ser: uma atrocidade, um crime propriamente dito.

Como falei uns posts atrás, a ciência biomédica atual se comporta como uma religião de holocausto, que oferece em sacrifício a integridade e a vida de inúmeros animais – milhões por ano, que são torturados e mortos nos laboratórios – em louvor à cruel deusa Humanidade.

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