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set10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 56)

Mais uma experiência em que animais são drogados. Um crime se é com seres humanos, um progresso esperançoso se é com animais não humanos.

Cientistas descobrem como acabar com o vício da cocaína

Pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia, afirmam ter encontrado a molécula no cérebro que regula a sensação de prazer proporcionada pela cocaína – responsável por levar os usuários à dependência mesmo depois de muito tempo de abstinência. Agora, eles acreditam ser possível acabar com o vício, segundo estudo foi publicado no periódico Journal of Neuroscience.

Segundo os especialistas, as drogas “sequestram” o sistema de recompensa do cérebro e, por isso, são viciantes. Esse sistema é o responsável por proporcionar prazer quando indivíduos comem ou fazem sexo, por exemplo. Esse “sequestro” dura muito tempo e muitas vezes leva ao abuso, especialmente quando o indivíduo está exposto a estímulos externos associados às drogas.

A pesquisa mostrou que camundongos treinados para ingerir cocaína e que têm falta de receptores da substância glutamato no cérebro, diminuem suas chances de voltar a consumir a droga. Agora, os cientistas esperam que outros estudos sobre os mecanismos que causam o vício da droga possam levar à formação de tratamentos baseados no que acontece na mente de um viciado.

É mais uma amostra de que a bioética hoje em dia só abrange seres humanos, excluindo totalmente do seu círculo moral outros animais.

Esta é a terceira experiência que abordo aqui no Arauto e no Consciência Efervescente sobre animais sendo forçados a ingerir ou inalar drogas ou recebê-las em seu sangue. E a experiência foi na Suécia, o que mostra que os direitos animais ainda estão engatinhando mesmo nos países de mais avançada qualidade de vida humana, não conseguindo ainda influenciar os Estados a proibirem experiências cruéis como a descrita acima.

A ciência avança a passos astronômicos em certas áreas, mas na biomedicina, em tecnologia e em ética, ela ainda avança como uma bicicleta de rodas quadradas.

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