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set10

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 58)

Com algum atraso, trago a mais nova perversão da vivissecção travestida de esperança humana.

Cientistas implantam com êxito células da visão em ratos cegos

Equipe de cientistas da Universidade London College transplantou células cone da retina, vitais para se enxergar cores, para um rato cego. A ideia dos cientistas é utilizar células-tronco transformadas em cone para transplantá-las e restaurar a visão de um paciente humano. As informações são do site da revista New Scientist.

Os cientistas extraíram células tronco dos olhos de um feto de rato. Foram selecionadas aquelas que tiveram um gene capaz de transformá-las em células da visão ativado.

Foram injetadas 200 mil células tronco isoladas em cada olho do rato, em um espaço localizado entre uma camada de células sensitivas à luz na retina e um tecido epitelial uma camada acima. Após 21 dias, as novas células se posicionaram na camada fotorreceptora e se tornaram células cone.

“É um trabalho excitante e deverá se tornar um grande caminho para a capacidade de se restaurar fotorreceptores perdidos em pacientes que são cegos”, disse Robert Lanza, cientista da Companhia de Tecnologia Avançada em Células, participante do experimento.

Para que os ratos cegos pudessem receber a experiência e ser curados, eles foram cegados previamente. Pensar que era uma cegueira diagnosticada e não induzida seria uma enorme ingenuidade. Sem falar na provável dor ocular sentida quando o fator cegador usado pel@s Dr/a. Frankensteins – que poderia ser, digamos, uma descarga muito forte de luz – danificou seus olhos.

A verdade é que grande parte das tantas “esperanças” medicinais tem um custo. Um custo muito, muito alto: a tortura e o sofrimento suplicioso de milhões de animais não humanos. Como disse um homem numa notícia antiga sobre a campanha pró-vivissecção do governo federal, nossos laboratórios são habitados por verdadeiros Josef Mengeles (Mengele foi o Anjo da Morte  do nazismo, chefe dos laboratórios onde seres humanos prisioneiros dos nazistas sofriam torturas semelhantes às que a vivissecção inflige até hoje).

E esse custo não precisaria existir se houvesse com prevalência uma ética não antropocêntrica, um senso decente de alteridade e respeito à vida entre a comunidade científica, senso esse que levaria a biomedicina e a biotecnologia a substituírem a vivissecção por métodos modernos que simulem partes ou o todo do organismo humano.

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