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dez10

Irmão de consciência vegano no JC Online

Uma notícia me deixou contente agora: meu colega irmão de veganismo e de militância animal, Guilherme Carvalho, conhecido como Guiminha, é protagonista de uma reportagem no JC Online.

Abaixo deixo a parte inicial da reportagem, vocês podem lê-la completa no link dela. O JC Online merece todas as visitas possíveis pelo feito ainda raro de expor o veganismo e os direitos animais. E Guiminha, os parabéns de tod@s @s vegan@s de Pernambuco.

Guilherme Carvalho, o retrato de um vegano

Em pleno bairro do Derby, região central do Recife, que concentra diversas opções gastronômicas, Guilherme Carvalho, 22 [Na verdade é 23], encontra dificuldades para achar um restaurante que lhe ofereça opções alimentares variadas. Um problema que pode parecer estranho principalmente por ser na hora do almoço, mas que é recorrente para os veganos da cidade.

O biólogo e ativista pelos direitos dos animais que adotou o veganismo, postura de não consumir nenhum alimento de origem animal – incluídos ovos e laticínios – [Ponto falho da reportagem, já que ignora que o veganismo transcende a alimentação e boicota também produtos não alimentícios com ingredientes derivados de animais e/ou testados em cobaias], já está acostumado com estes entraves quando tenta fazer refeições fora de casa. Como não existem no Recife restaurantes onívoros que possibilitem a substituição de carne por soja, a solução é comprar um tradicional prato de arroz e feijão ou procurar uma das poucas opções de restaurantes vegetarianos.

Apesar das dificuldades, a mudança de hábito de Carvalho, que começou há quase quatro anos, vem se tornando mais consistente e plena de argumentos. Suas primeiras inquietações surgiram com o filme Conheça a sua carne, mas a mudança de comportamento só veio mais tarde, quando teve acesso ao documentário A carne é fraca, no final de 2006, e se tornouvegetariano, interrompendo o consumo de carne.

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Ruth Iara

dezembro 20 2010 Responder

Eu tive muita persistência em ser vegetariana durante muitos anos e somente agora as pessoas estão entendendo melhor minha postura e respeitando meu modo de ser. Também procuro deixar claro que não me intrometo nas decisões alheias e não apelo para sentimento de culpa e terrorismo. Respeito as escolhas e faço minha propaganda através das minhas próprias escolhas. Não sou vegana. Sou vegetariana, mas gosto mais de me aproximar da alimentação vegana que é a que mais me deixa saudável por isso uso leite de soja todos os dias e evito leite, queijo e alimentos farináceas que levam ovos sempre que possível.
Na família o processo tem sido lento, mas parei por algumas semanas de trazer molho de galinha e alimentos com carnes compradas para meus filhos. Meu marido quando quer comer carne ele come fora de casa. No supermercado encontro cada vez mais produtos veganos. Gostaria que não fossem adoçados com açúcar refinado. O Brasil precisa adotar o açúcar de menara com faz a Austrália por exemplo e acrescentar fibras em todos os farináceos, pois isso fortificaria mais nossa população.
Sempre falo e escrevo sobre este assunto sem problemas. Eu adoro ser vegetariana e estar do lado dos que desejam libertar os animais de todas as formas de escravidão.
Perdoem se fui repetitiva. Mas, posso, já tenho 48 anos e já repeti o vegetarianismo por muito tempo.
Para receber vegetarianos, oh, onívoros, nem se preocupem: somos frugais. Algumas frutas da estação e do local são o suficiente para a gente beliscar enquanto conversa numa festa ou durante um jantar. Se estiver frio uma sopa de legumes com pão tá mais do que legal. O importante para nós não é comer de forma excelente sempre, mas matar a fome e continuar com nosso vegetarianismo, com nosso veganismo. Por favor, nos respeitem. Somos animais também!

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