30

mar11

Baleia que matou treinadora volta a ser forçada a apresentações no Sea World

Baleia que matou treinadora volta a espetáculo do SeaWorld

A baleia assassina Tilikum, que matou a sua treinadora há 13 meses, retornou nesta quarta às funções do parque aquático SeaWorld, em Orlando, nos Estados Unidos. Tilikum retomará seu lugar no espetáculo “Believe”, o show mais popular das baleias assassinas no parque SeaWorld.

“A participação em espetáculos é só uma parte do dia de Tilikum, mas sentimos que é um importante componente para o enriquecimento físico, social e mental (da baleia)“, disse Kelly Flaherty Clark, treinadora de animais no parque, em comunicado divulgado nesta quarta. Flaherty informou que Tilikum estava convivendo de maneira regular com treinadores e interagindo com outras baleias após os bastidores do dia 24 de fevereiro de 2010, quando sua participação nos espetáculos foi suspensa.

A orca, de seis toneladas, agarrou a treinadora, Dawn Brancheau, pelo cabelo e a arrastou até o fundo do tanque. Segundo o relatório legista, Brancheau morreu asfixiada.

Os encontros regulares da baleia com outros cetáceos e treinadores tiveram o propósito de reeducar o animal, assim como proporcionar a estimulação mental e física, disse Flatherly. O retorno de Tilikum aos espetáculos acontece em um momento crucial para o SeaWorld porque, no dia 25 de abril, a empresa deverá apresentar alegações em um tribunal federal sobre uma multa imposta pela Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA pela morte da treinadora.

Diferente do caso do Circo Vostok, quando um garotinho de seis anos foi morto por leões famintos que “viviam” precariamente (e foram executados pela polícia como pena capital por animais não-humanos matarem seres humanos) e a repercussão culminou na proibição legal dos circos com animais em Pernambuco, o Sea World não só não foi proibido de explorar animais, como a própria orca (que não é uma baleia verdadeira) voltou a ser forçada às apresentações como se nada tivesse acontecido.

Em vez de ser libertada, tal como um animal sedento de autonomia, liberdade e usufruto dos seus instintos e capacidades naturais, é mantida sob a prisão do Sea World e “re-educada” (é ignorado se houve violência no treinamento) e volta a ser forçada a fazer “shows” que em nada dizem respeito a suas características comportamentais naturais.

A exploração animal é uma tragédia para animais humanos e não-humanos, mas ainda assim é levada a cabo e ainda tem o apoio permanente da sociedade e de quem ganha o sustento por explorar e matar.

imagrs

1 comentário(s). Venha deixar o seu também.

ygor

abril 25 2015 Responder

Ja o fato da baleia estar acostumada com a treinadora
`ela fez aqilo por pura maldade,
Porque tem uma parte do video
Em que a treinadora ja esta saindo da agua, e a baleia mergulha e arasta a coitada
Pela sintura na intençao de
Ninguem pode tira `ela da agua
Fala serio foi pura maldade
Se `ela fex isso com quem ja
Tinha uma relaçao,imazina nao da pra comfia,em um animal de natureza assassina.

Sua opinião é bem vinda, desde que respeitosa. Fique à vontade para comentar abaixo