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abr11

Tortura em nome da ciência (Parte 29)

Brasileiros usam cogumelo contra a leishmaniose

O cogumelo-do-sol (Agaricus brasiliensis), velho conhecido da medicina fitoterápica, é mais do que um simples complemento alimentar. Ele também combate a leishmaniose, doença que pode deixar sequelas graves e levar à morte.

Um grupo de pesquisadores de Minas Gerais propõe um novo tratamento com substâncias derivadas do fungo, que teria uma grande vantagem em relação ao método atual: a ausência de efeitos colaterais.

Normalmente, combate-se a leishmaniose com os chamados antimoniais pentavalentes, que são muito agressivos ao organismo e podem provocar efeitos adversos, especialmente no coração, nos rins e no fígado.

A terapia à base do cogumelo tem ainda outro ponto positivo. Ela é por via oral e, por isso, menos dolorosa do que as inevitáveis injeções usadas atualmente.

O método, cuja patente já foi requerida, usa somente o fungo para produzir o medicamento. Os pesquisadores fazem um extrato com o cogumelo, de onde tiram apenas as substâncias que combatem a enfermidade.

“É necessário passar por um processo químico. Não é só tomar o chá, por exemplo. Para esse tipo de uso, nós não temos provas”, disse à Folha Eduardo Ferraz Coelho, professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e um dos responsáveis pela pesquisa.

A técnica foi testada com sucesso em camundongos.

 

RISCO DUPLO

Causada por microrganismos do gênero Leishmania, a doença ocorre em duas formas principais: a cutânea, que provoca erupções severas na pele (comumente deixando cicatrizes) e a visceral.

“Na leishmaniose visceral, o parasita se infiltra e se multiplica em vários órgãos, podendo levá-los à falência”, explica Coelho.

Os sintomas incluem febre, perda de peso e inchaço do fígado e baço, órgãos ricos em macrófagos, células de defesa que são as principais “vítimas” da Leishmania.

A doença é transmitida por mosquitos que medem poucos milímetros. Além dos humanos, o parasita contamina também outros mamíferos, como cães, cavalos e roedores. São eles os principais reservatórios da doença [Seres humanos são vítimas. Já animais não-humanos, que sofrem tanto quanto eles e ainda por cima são vítimas de uma política de extermínio por parte do Ministério da Saúde, são nada mais que “reservatórios”, vetores a ameaçar os “superiores” humanos!].

Tudo indica que os camundongos, infectados com a leishmânia, sofreram muito com os sintomas da leishmaniose, até receberem as substâncias derivadas do cogumelo. Não sei se houve grupo-controle, se isso é necessário em cobaias vítimas de experimentos medicamentosos, mas, se houve, estamos diante de mais uma experiência serial killer.

Fica a pergunta: por que não testaram o medicamento primeiro em cães infectados com leishmaniose visceral, visto que muit@s tutoræs podem querer ver seus cães curados no mais breve possível e muitos desses animais podem estar numa fase de sofrimento em que os medicamentos convencionais (ilegalizados pelo governo federal) já não surtem tanto efeito? Por que escolheram a velha tortura de roedores escravos, dar dinheiro ao sombrio mercado de equipamentos de biotério e cobaias (tratadas como mercadorias tais como @s escrav@s human@s do passado) ao invés?

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