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Tortura em nome da ciência (Parte 47)

Ratos foram obrigados a receber transplante de coração – sem sequer terem tido doenças cardíacas – e submetidos a castração química para diminuir a intolerância de seus organismos a transplantes. A experiência aconteceu, segundo o Terra Notícias, na Universidade de Harvard (EUA).

A intenção era ver o que poderia diminuir a rejeição fisiológica do organismo humano aos transplantes. Assim sendo, diversos ratos tiveram seus corações forçadamente substituídos, o que causou inicialmente todo um sofrimento prolongado devido a essa intolerância, conforme diz o Terra:

Em princípio, os pesquisadores se centraram em ratos adultos que custavam a aceitar transplantes de coração a longo prazo. Após praticar a castração cirúrgica, os ratos apresentaram uma maior aceitação dos enxertos a longo prazo e uma restauração das células do timo.

Em outros animais, foi utilizada castração química com a substância leuprolida, mas também foram previamente submetidos ao sofrimento da rejeição pós-transplante.

Essa é a vivissecção, a única metodologia científica em que a relação sujeito-objeto é também uma relação algoz-vítima, uma vez que se baseia na tortura, na causação de sofrimento e, muitas vezes, no assassinato.

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