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Tortura em nome da ciência (Parte 50)

Nesta edição nº 50 da sequência de posts Tortura em nome da ciência – que deverá se estender às centenas ao longo dos próximos anos, uma vez que a maioria da comunidade científica hoje não está interessada em desenvolver tecnologias que superem a vivissecção -, as vítimas foram novamente os camundongos.

A vivisseccionista Lisa Monteggia “e seus colegas da Universidade do Texas em Dallas” induziram camundongos a quadros agudos de depressão, chamados insensivelmente pelo Umuarama Ilustrado de “modelos animais de depressão”. Em seguida injetaram nos animais a droga analgésica cetamina, e o quadro depressivo diminuiu 30 minutos depois.

Para piorar, o Umuarama afirma no final: “O princípio é mais importante do que a substância, já que a cetamina em si pode ter efeitos colaterais indesejáveis”. O que implica que certamente houve notáveis e dolorosos efeitos colaterais nas cobaias.

Não bastassem terem sido induzidos a uma depressão aguda, ainda sofreram consequências indesejadas e bastante perniciosas com a injeção de cetamina. Esse e tantos outros casos nos mostram que sofrimento é uma das palavras-chave da vivissecção, ainda que os vivisseccionistas, brincando de bem-estaristas, tergiversem tanto sobre supostamente garantirem o “bem-estar” dos animais ditos “de laboratório”.

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