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jun11

Tortura em nome da ciência (Parte 53)

Algumas experiências envenenam o corpo de animais, outras os fazem nascer já doentes ou altamente predispostos a doenças graves. O segundo caso é o da pesquisa feita no Hospital Infantil da Philadelphia (EUA). Camundongos foram geneticamente manipulados de modo que nascessem com hemofilia, doença congênita que limita a coagulação do sangue e a cicatrização de feridas após hemorragias.

Usaram um vírus não patológico para “consertar” os genes dos animais, segundo o Diário da Saúde:

Os cientistas usaram duas versões de um vírus geneticamente modificado (vírus adeno-associado, ou AAV), uma levando enzimas que cortam o DNA em um ponto exato, e outra carregando um gene substituto para ser copiado na sequência do DNA.

Tudo isso ocorreu nas células do fígado dos animais vivos.

A vivissecção é o mais marcante império da filosofia do Os fins justificam os meios existente na humanidade. Ela justifica toda a escravidão imposta e a violência cometida, assassina ou não, com o pretexto de “salvar vidas” e com o discurso de que é “necessário” sacrificar uns para salvar outros, implicitando ou omitindo que animais não humanos, ao invés de humanos, são torturados e mortos em favor destes últimos simplesmente porque são moralmente inferiores, vistos como objetos de livre uso.

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