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jul11

Tortura em nome da ciência (Parte 59)

Não são apenas os camundongos e ratos que sofrem mais que o pão que o diabo amassou nas mãos de vivisseccionistas. Até cães, os ditos “melhores amigos do ser humano”, são explorados em experiências bastante violentas. Foi o caso de uma experiência feita por cardiologistas e fisiologistas e lideradas pelos vivissectores Flavio Fenton (Cornell University, EUA) e Stefan Luther (Instituto Max Planck de Dinâmica e Auto-Organização): ela induziu arritmia cardíaca em cães para se comparar a desfibrilação reanimatória tradicional e uma nova tecnologia de desfibrilação que usa 84% de energia elétrica a menos e foi atestada como mais eficiente.

Diz a Folha.com:

Os pesquisadores induziram arritmias em partes isoladas dos átrios e ventrículos dos cães e usaram corantes ópticos para traçar as ondas elétricas que elas geraram.

Eles, então, obtiveram imagens do tecido arterial e quantificaram como sua estrutura mudou o fluxo de corrente. Ao ajustar a intensidade do campo elétrico aplicado, puderam afetar o número de ondas emitidas em lugares distintos, ajudando a deter as arritmias.

Arritmia cardíaca não é algo indolor. É de se imaginar a angústia que se tem quando o coração pára de funcionar adequadamente. Imaginemos o que os cães explorados no estudo sofreram ao sentir seu coração malfuncionando.

Percebi com essas experiências-tortura que elas, uma vez noticiadas da maneira adequada, falam por si só. Nem preciso mais concluir as notícias da sequência Tortura em nome da ciência com comentários que convidam ao pensamento empático pelos animais não humanos. Mostrá-las de forma simplificada, sem comentários posteriores meus, já é o bastante para mostrar o quão violenta é a ciência vivisseccionista e como a maioria das atuais promessas que tanto despertam esperanças de cura ou tratamento custam tão caro em vidas sencientes e ética. E também facilita o pensar por conta própria, em detrimento da postura de dar uma ideia pronta para ser pensada.

imagrs

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