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Um problema chamado serviço militar obrigatório

Postado originalmente em 17/04/11 às 19:34

18 anos. Idade temerosa para grande parte dos rapazes adolescentes. O ano que marca sua passagem para a maioridade é o ano do famigerado alistamento militar. Os meses em que os escritórios militares estão abertos para os pré-alistados dão medo no jovem. Medo de ter sua liberdade, juventude, vida de estudos e até direitos políticos suspensos por um ano que parecerá não ter fim. De ser temporariamente convertido de moço vivente a um robozinho orgânico, movido por ordens gritadas, a empunhar máquinas manuais de matar. Algo que para muitos dá calafrio, suores, tremores, angústia, talvez até lágrimas.

Seu sentimento aversivo faz todo um sentido. Porque, afinal, não são todos que querem sujeitar-se à perda temporária de sua mocidade pela obrigação de forjar um patriotismo calcado em armas e comandos de ações que se destinam a um hipotético cenário de derramamento generalizado de sangue. Porque o Estado brasileiro obriga todos os homens completando 18 anos no ano corrente, independente de sua posição ética e política sobre o modus operandi militar, a  guardar a vida no baú para aprenderem a “arte” da morte.

Para milhões de garotos adolescentes brasileiros, é assustadora a realidade em perspectiva. Acordar cedinho, vestir o uniforme de recruta, fazer exercícios, marchar, manipular armas, treinar ações de batalha, fazer gincanas não lúdicas… Tudo sob ordens gritadas. Tudo é comando, é ordem, é mandamento, deve-se obedecer sem que se ouse questionar nada. Tais como autômatos sem consciência remotamente controlados, têm que aceitar todos os ditames do quartel, dos ditos “superiores”.

A consequência para recusas, questionamentos, exposições de dilemas éticos, discordâncias políticas, indagações em voz alta do tipo “por que estou aqui, por que tenho que estar neste lugar?” é o grito humilhante do “superior” mais próximo, a lembrar que o rapaz ali não é nada fora uma mera “unidade”, algo comparável a um boi de pele marcada a ferro quente transformado em “cabeça de gado”. E, em último caso, a prisão militar.

Para piorar a situação desses meninos, seu confinamento no quartel cassa temporariamente, além de suas liberdades civis, até seu status de cidadãos dotados de direitos. São proibidos de protestar, reivindicar direitos, almejar coletivamente soldos mais altos e condições mais dignas de serviço, sob pena de prisão. Mesmo o voto, a participação no mais importante fenômeno periódico da democracia brasileira, as eleições, lhes é vedado.

É como se tivessem sido empurrados para a última região do Brasil dominada pela velha ditadura, para uma zona onde falar em direitos, liberdade e democracia é estritamente proibido e tudo o que lhes é “permitido” é calar, aceitar, obedecer, seguir ordens, usar armas. Daí o terror juvenil de tantos de vislumbrar um futuro de servidão forçada, análoga à escravidão. Ser empurrados, ironicamente pela mesmíssima carta magna que deixa claro que o Brasil é um Estado Democrático de Direito, a uma zona onde o ser humano nada mais é do que propriedade do lado fascista desse Estado.

E para engrossar esse caldo de magma, boicotar o alistamento também renderá a perda dos direitos políticos, dessa vez por tempo indeterminado. Diz o antimilitarista apelidado “Doppelganger”:

Recusar-se a se submeter a essa indignidade é sinônimo de ser castigado como os piores criminosos NÃO são: significa perder seus direitos políticos e sociais, ser proibido de exercer qualquer profissão de forma legalizada, ser proibido de prosseguir seus estudos, tornar-se um pária…

Só que, lembrem-se, assassinos, seqüestradores, narcotraficantes, criminosos de colarinho branco – esses não sofrem nenhuma dessas punições! ISSO MESMO, se eu contrabandear armas, vender drogas para crianças, roubar, matar, mutilar, estuprar, praticar pedofilia, comprar votos para me locupletar como político – eu ainda poderei, por exemplo, me matricular em qualquer estabelecimento de ensino, me graduar e exercer uma profissão. Mas aquele jovem sem nenhum antecedente criminal, que simplesmente não quis empunhar uma arma e se fantasiar de salada, esse não poderá completar seus estudos nem ter um emprego formal.

Pode-se fugir disso? Hoje em dia é possível porque que os selecionadores de recrutas atualmente costumam perguntar quem quer servir e quem não quer. Aqueles que não aceitam alugar sua liberdade e direitos por um soldo mixuruca são considerados contingente excedente e são dispensados. Mas muitos, sem conhecer essa aliviante forma de se esquivar de doze meses de servidão, ficam com o medo estampado no calafrioso corpo até essa pergunta lhes ser feita.

Porém, apesar dessa oportunidade de escapar da servidão militar, há ainda mais uma obrigação, bastante inconveniente eticamente, nesse sombrio rito de passagem de maioridade imposto pelo Estado brasileiro a todos os homens: o juramento à bandeira. Para aqueles que querem servir ao corpo militar, entregar temporariamente sua humanidade e sua cidadania, o juramento cívico é válido, pois é firmar o compromisso que passam a ter com o Estado de seu país. Já para os aliviadamente dispensados, ser obrigado a isso não faz nenhum sentido.

Aí nós nos perguntamos: por que alguém que nunca mais vai voltar a pisar num quartel precisa “jurar” que vai “cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, tratar com afeição os irmãos de armas [sic], e com bondade os subordinados”, se jamais vai fazer nada disso? E o pior, qual a necessidade, teórica ou prática, do dispensado, do militofóbico, do indivíduo 100% civil, de “jurar” defender “com o sacrifício da própria vida” o país onde vive?

Por que somos obrigados a esse constrangimento de mentir à bandeira, de trair a nossa convicção de detestar a vida militar e desejar jamais viver sequer um segundo dentro de um quartel empunhando um objeto feito para causar sofrimento e morte?

E mais: e quanto aos moços que são eticamente contrários à existência de corpos militares, de organismos dedicados a fazer o Estado prevalecer na base de sangue e dor? Que adorariam, mais do que tudo em suas vidas, mostrar às Forças Armadas que rejeitam totalmente a ideia de sequer pisar em quartéis?

Teoricamente podem apresentar uma objeção de consciência, um atestado de que se recusam a aceitar a ideologia do “civismo” calcado nas armas e na violência. Mas no Brasil isso é tão complicado que apenas uma quantidade contável numa mão de felizes rapazes conseguiram esse feito até hoje. O primeiro deles, chamado Caio Maniero D’Áuria, ainda teve que lutar durante quatro anos e oito meses para sua convicção ética triunfar sobre a arbitrária imposição do serviço militar masculino.

Caio teve que sofrer a negligência dos grupos anarquistas e redigir uma carta explicando detalhadamente por que o Movimento Humanista, única ONG que acolheu sua causa de não trair a consciência tendo que mentir à bandeira, conflita com a ideologia militar da violência patriótica. Isso tomou quase cinco anos de sua vida, até que se tornou enfim o primeiro brasileiro objetor ético-político de consciência a vencer a luta contra a servidão militar obrigatória.

Mas, apesar da histórica vitória de Caio, mesmo hoje, dois anos depois do triunfo dele sobre a opressão militar, atualmente os jovens brasileiros aflitos com a perspectiva de poderem ser obrigados à submissão no quartel ainda encontram muito pouco apoio na internet. O site pelo qual Caio conheceu sua salvação não existe mais. Pouquíssimo é o conteúdo online brasileiro dedicado a criticas e ativismo contra o serviço militar obrigatório. Mesmo as ONGs humanistas seculares brasileiras não abraçam a causa ainda.

Além disso, as Forças Armadas daqui obrigam o objetor ético de consciência a ser filiado a uma ONG juridicamente constituída, cuja ideologia se oponha frontalmente à servidão dos quartéis, aos fundamentos filosóficos da força militar e à obrigatoriedade do alistamento. E justamente faltam ONGs que sirvam a esse propósito. E grupos anarquistas não se sujeitam a essa exigência, recusando registrar CNPJ no Estado que tanto repudiam. Ou seja, vai demorar para aqueles que se inspiram em Caio D’Áuria obterem êxito.

E, enquanto isso, mais e mais jovens de 17-18 anos são empurrados para o alistamento pelo mesmo Estado que diz defender a liberdade e a democracia mas as rouba temporariamente deles. Vivem o constrangimento por uma obrigatoriedade totalmente antidemocrática que atenta contra as liberdades civis e individuais. E o medo de passar um ano vivendo como marionetes armadas, cujas cordas manipuladoras são substituídas por comandos, gritos, coações e normas draconianas. Como seres desprovidos de direitos, vontade própria, interesses particulares, prazeres, desejo de viver.

A vida do rapaz sob o serviço militar em si é algo que não combina com os ideais da paz, da liberdade e da democracia universais, mesmo quando alguém (é influenciado, não obrigado, a) aceita(r) optar por isso. Sendo obrigatório, então, torna-se um atentado aos direitos humanos, um resto de fascismo num país dito democrático.

Faz-se mais que necessário, assim, que as ONGs humanistas brasileiras comecem o quanto antes a lutar contra esse problema que se chama serviço militar obrigatório, pela libertação dos rapazes brasileiros. Que ofereçam aos jovens homens suporte para objeções ético-políticas de consciência e busquem formar uma frente de pressão para, pelas vias políticas, acabarem com essa injustiça totalitarista que tanto medo e apreensão planta nos adolescentes brasileiros em passagem para a maioridade.

imagrs

97 comentário(s). Venha deixar o seu também.

Luzia freitas

outubro 7 2016 Responder

Gostaria de saber ,se poderia se criado uma lei, que não poderia obrigar ninguém a participar de guerra,nosso país se diz democrático .Espero que vcs possam, reverter está lei de obrigatoriedade. Todavia sabemos também que nunca nos deram a chance de liberdade, infelizmente ainda somos obrigado a votar,mesmo sendo nulo.

Rob

outubro 4 2016 Responder

Adorei o texto pois penso da mesma forma;
Acho um absurdo o jovem ter que seguir carreira contra a vontade (em alguns casos), se o exército não fosse obrigatório teria mais jovens interessados, pois aos 18 anos não estamos preparados psicologicamente para isso e já na maturidade há muitos que querem.
Boa sorte a todos que estão passando por isso em 2016
Abraços!

    Robson Fernando de Souza

    outubro 4 2016 Responder

    Valeu, Rob =) Abs!

saulo

setembro 8 2016 Responder

excelente texto eu tenho 19 anos fui dispensado exercito mas depois disso me arrependo pouco mas não sei se eu servisse o que aconteceria se ia gostar ou não mas vou tentar prova da EsSA ou EsPCEx mas não decidir ainda.

Luiz Antônio

agosto 14 2016 Responder

Olá. Até onde eu sei, o alistamento militar sim é obrigatório. Porém, o serviço miltar de fato é facultativo. Tanto porque quando eu me apresentei no ano de 2001, ainda me perguntaram durante a entrevista no 4º batalhão logístico de Santa Maria/RS se eu queria servir ou não. Eu havia dito que não, justamente pq eu estava no terceiro ano de segundo grau e minha meta era exclusivamente encerrar o ensino médio naquele ano, e fui considerado inapto a servir e no final fui dispensado. Mas ainda digo uma coisa, eu havia dito não para o serviço militar, só que desde então o arrependimento ficou e me arrependo até hoje disso. Tentei o concurso da ESA, mas não tive sucesso nas provas. Hoje eu sou formado em bacharel em administração, trabalho como autônomo e presto concursos para área civíl mesmo. Não tem sido fácil pra mim ter que viver com esse arrependimento durante estes últimos 15 anos, e certamente vou levar esse “peso nas costas” para o resto da vida. Daí faço algumas perguntas pra mim mesmo como ” como seria se eu tivesse servido mesmo?”, ou “ia adiantar alguma coisa de fato”, “será que não ia memprejudicar nos estudos?”… e por aí vai. Principalmente quando muitos falam que quartel se aprende a ter uma lição de vida, aprende a ser homem de verdade, ter disciplina etc. Mas ainda sim, há quem diga que eu não perdi nada. Pelo contrário, já escutei relatos de ex-recrutas que dizem ter perdido tempo vestindo a farda das forças armadas, e muitas vezes eram tratados iguais uns animais, do que seres humanos mesmo. Mas enfim, vai saber. O texto achei bem interessante, para a gurizada que vai se alistar e pensa em servir as forças armadas, mas tem um certo receio se irá perder tempo na vida, ou se terá a tal “lição de vida” que muitos falam por aí, creio que esse texto é ideal pra ser compartilhado aqui pela Internet. Eu já vou deixando uma dica: se você quer prestar serviço militar mesmo, ok vai em frente. Mas isso se não estiveres nem trabalhando e / ou estudando daí sim estarás livre pra vestir a farda, servir e quem sabe (se depender da sorte, é claro) seguir carreira. Agora, se não quiseres, não seja por isso: ESTUDE, mas estude mesmo, estude igual um nerd, faça uma faculdade ou um curso técnico, preste concursos públicos e seja feliz. Afinal de contas, não é só no serviço militar que podemos ser bem sucedido na vida, se há outras alternativas por esse mundo afora de ser alguém na sociedade.

Ramon

agosto 3 2016 Responder

Tenho 19 anos e ainda não me alistei. Primeiramente por na época não poder abandonar meu trabalho (ajudo meus pais), para ser fantoche de comandante [Trecho capacitista apagado. RFS]. Enquanto eu não necessitar muuuito do comprovante de reservista, seguirei refratário.

Não ficarei madrugadas nas ruas para me alistar nesta ditadura militar disfarçada. TORÇO PARA QUE A JUVENTUDE CONSCIENTE SE UNA PARA DERRUBAR ESSA OBRIGATORIEDADE RETRÓGRADA.

Fabiano.lima

junho 29 2016 Responder

Policiais militares, mesmo que voluntários, vivem esse inferno do.militarismo por 30 ou mais anos.

Douglas

junho 1 2016 Responder

Vejo que seu comentário foi desrespeitoso e ofensivo e foi apagado. Volte quando quiser e puder comentar com respeito e não confundindo discordância com ofensa e inimizade. RFS

josianna

maio 13 2016 Responder

oi bom dia!!! me encontro em uma situação difícil pois o sonho do meu filho é servi o exercito e por minha cousa foi dispensado.fiz o alistamento online e o endereço foi erado e o sistema não me dar opção de mudar estou decepcionada ñ sei mas o que fazer me ajudem .obrigada!!!!!!!

    Crisitna

    agosto 12 2016 Responder

    josiana, é só ir a uma Junta de Serviço Militar com comprovante de residencia e pedir para alterar o endereço ou, se for o caso, solicitar transferencia.

isabela

março 28 2016 Responder

Somente gostaria de saber onde atua os direitos humanos quando se trata desse assunto, pois ficamos muitas vezes doentes e dizem que estamos nos fazendo ( corpo mole ), mesmo com a saude debilitada não podemos ter o direito nem de sequer fazer o tratamento dentro dos horarios que é indicado, poderiam fazer esses treinamentos com presidiarios pois duvido que iriram querer voltar a fazer coisas erradas, pois sinceramente a unica coisa que me pergunta e onde esta os direitos humannos.

Boss

março 14 2016 Responder

Perfeito seu texto…
Hipocrisia dizer que alguém gostou de servir ao exército. Só ouvi histórias de castigos onde limpam chão com escovas de dentes ou são obrigados a ficar em pé por horas ou ir preso sem direito de fazer refeições… e mesmo quem não ter profissão não é disculpa para querer servir por causa de salário, pois o valor é medíocre. ASG ganha muito mais e não é tratado como lixo, como passam os soldados em treinamento…
Uma dica pra quem não quer servir: QUANDO PERGUNTAREM SE TEM PROBLEMA DE SAÚDE, FOI INTERNADO OU QUALQUER OUTRA COISA, AFIRMEM. DIGAM QUE TEM PROBLEMA DE COLUNA, QUE TOMAM REMEDIO PARA EPILEPSIA.. KK Sei que é engraçado mas funciona. Comigo foi assim e sobrei. Mais vale a vergonha de falar que teve ou tem problemas de saúde doque passar um ano de TORMENTO…

    Robson Fernando de Souza

    março 17 2016 Responder

    Valeu, Boss =)

Wesley

fevereiro 16 2016 Responder

Eu não queria ficar. Pois eu já estudava e trabalho, já ganhava bem mais que o quartel. E agora estou sendo obrigado a servi a um exército que nunca gostei.

Rubens

fevereiro 6 2016 Responder

Hoje em dia menos de 10% da população de jovens do Brasil presta serviço militar e esse número é facilmente preenchido por aqueles que estão desesperados em servir. Afinal, é um ano de emprego garantido para aqueles que não tem o menor preparo profissional na sociedade civil.

André Santos

janeiro 28 2016 Responder

Já fui chamado para incorporar, esse mês tenho que comparecer, não vou negar que estou meio receoso, meu sonho era entrar pro exército.
Mas depois das pesquisas que fiz, desanimei mais, só que eu já falei que vou servir, tou lascado, logo eu que não gosto de receber ordens com gritaria e xingamento, mas vai ser o jeito escutar. Até que um dia nois se mata lá dentro.

Heitor

janeiro 24 2016 Responder

Texto excelente!!! Só não é verdade a parte que vocês dizem que é possível escapar dizendo não quer servir, pois, por experiência própria digo que os selecionadores agem de má fé e mesmo quem diz não eles pegam e uns que dizem sim são dispensados.

João Felipe Faria

janeiro 13 2016 Responder

Olá ,acho que o serviço militar deveria ser facultativo em tempos de guerra ou paz.Ninguem deve ser obrigado a sacrificar sua vida seja por um país ,seja por uma ideologia ,seja por uma religião.
Além disso o serviço militar obrigatorio só para homens fere o principio da igualdade entre homens e mulheres, a constituição brasileira diz que homens e mulheres são “iguais em direitos deveres obrigações”,sabemos que é só no papel pois além de não serem obrigadas ao serviço militar as mulheres se aposentam 5 anos mais cedo e vivem 7 anos a mais sendo que o critério para fator previdenciario é a expectativa de vida.Tenho 19 anos e não me alistei quando completei 18 anos resultado: tive pagar uma multa de cerca de R$ 5,00 ,além de não poder tirar titulo de eleitor.Além disso abandonei a escola no 5 ano,pois estava com depressão ,vou começar um supletivo esse ano mas tenho que medo o serviço militar me impeça.

    Iago Ávila

    abril 13 2016 Responder

    Não há de se falar em “ferir o princípio da igualdade”, pois o correto seria encarar esse princípio como o tratamento dos iguais de maneira igual e os desiguais à maneira de suas desigualdades.

João Felipe Faria

janeiro 13 2016 Responder

Olá ,acho que o serviço militar deveria ser facultativo em tempos de guerra ou paz.Ninguem deve ser obrigado a sacrificar sua vida seja por um país ,seja por uma ideologia ,seja por uma religião.
Além disso o serviço militar obrigatorio só para homens fere o principio da igualdade entre homens e mulheres, a constituição brasileira diz que homens e mulheres são “iguais em direitos deveres obrigações”,sabemos que é só no papel pois além de não serem obrigadas ao serviço militar as mulheres se aposentam 5 anos mais cedo e vivem 7 anos a mais sendo que o critério para fator previdenciario é a expectativa de vida.Tenho 19 anos e não me alistei quando completei 18 anos resultado: tive pagar uma multa de cerca de R$ 5,00 ,além de não poder tirar titulo de eleitor.Além disso abandonei a escola no 5 ano,pois estava com depressão ,vou começar um supletivo esse ano mas tenho que medo o serviço militar me impeça.Se alguem que conseguiu escapar do serviço militar estiver lendo isso no primeiro semestre de 2016 e puder me ajudar entre entre em contato comigo pelo email joao1099felipe@gmail.com.

Luna

dezembro 28 2015 Responder

Ola Robson, voce tem algum material que explique detalhadamente como faço uso do direito de objeção de consciencia? O unico material didatico que encontrei na internet foi do partido humanista e o link de download nao esta acessivel alem de que o video esta como privado. Desde ja agradeço.

    Robson Fernando de Souza

    dezembro 29 2015 Responder

    Olá, Luna. Desculpe, mas ainda não tenho material desse tipo. Em 2016 vou precisar procurar atualizações sobre isso, caso eu me lembre daqui pra lá. Abs

Bertuleza

outubro 19 2015 Responder

Estou no fim do meu serviço obrigatório (o qual efetuei involuntariamente). Tive que trancar a minha faculdade em uma universidade federal e recusar um estágio para servir as forças armadas involuntariamente … Se me perguntarem se me arrependo ou se achei uma perda de tempo? Respondo que não. Tive sorte de ficar rodeado de pessoas que me ensinaram (mesmo que com dureza) coisas que uma universidade ou um estágio jamais me ensinariam.

Rodrigo

outubro 7 2015 Responder

Tive sorte em não servir, mas uma coisa que não vejo, são pessoas comentando, que depois de um ano de sofrimento, muitos ou no caso a maioria saem de lá sem qualquer perspectiva de emprego e com treinamento militar sabendo manusear armas e todo tipo de técnicas de guerra, e hoje oque vemos nos noticiários chega a ser normal jovens armados praticando todo tipo de crime.
É o exército formando CRIMINOSOS.

Lucas

setembro 27 2015 Responder

Que democracia é esta que estamos vivendo!? Um cidadão ser forçado a aprender a matar, a tirar vida de inocentes, a combater o crime com mais crime!! Isso é uma afronta contra a vida! É inaceitável que alguém, contra a sua vontade, seja sujeito a se tornar um animal domesticado aos moldes do exército brasileiro, seja sujeito a perder o direito de se opor ao que acredita não ser certo.
Houve um tempo em que todos estavam sujeitos a Ditadura Militar, agora, selecionam quem eles bem entendem para aplicar o que acreditam ser “certo” para a nossa sociedade.
Temos que unir forças para acabar com as obrigatoriedades de nosso estado “democrático”.

dioggo

agosto 24 2015 Responder

O que acontece legalmente com alguém que foi a outra cidade e arranjou documento de residencia diferente para alistar-se em cidade onde não ha TG?

Heitor

agosto 9 2015 Responder

O serviço militar é péssimo! Entrei em Março deste ano no grupamento ALFA na EsSA(escola de sargentos das armas de Três Corações) e só tenho coisas ruins sobre, pois, é humilhação, ordens o tempo todo, você não pode nem ir banheiro praticamente, é o inferno e ainda por cima ganhando uma mixaria de 642 reais por mês. Só quero janeiro pra ir embora na Primeira baixa.

gabriel

julho 1 2015 Responder

Aqui na minha cidade tem o tiro de guerra mas não tem salário, porque o expediente é de apenas 2 horas por dia mais os horários de guarda que são semanais, por isso ninguem praticamente foi voluntário. Todo mundo está lá contra sua vontade. Apesar de ser poucas horas por dia, um dos sargentos faz questão de nos irritar diariamente, com seus gritos e xingamentos por questões minúsculas, coisas bobas que rendem momentos desagradáveis e desnecessários graças a impaciencia do superior. E o pior é que não podemos fazer nada, uma resposta e ele pode desligar o soldado na hora. Estou contando os dias pra essa chatice acabar.

honesto

abril 22 2015 Responder

INFELIZMENTE, É A MAIS PURA VERDADE!
VERDADE DE CRUELDADE, DESRESPEITO, HUMILHAÇÃO, LAVAGEM CEREBRAL,
INDUÇÃO A SER MAU, VIOLENTO, SEM SENTIMENTO, AFEIÇÃO…
COMO UM BOI LEVADO AO MATADOURO! VAI CHORANDO, MIJANDO, MAS VAI ATÉ AO FIM!
FAZER ISSO COM UM JOVEM DE 19 ANOS?
PIOR É QUEM DEFENDE ESSE SISTEMA MALIGNO!
COM CERTEZA DO MALIGNO É.
TUDO O QUE O HOMEM SEMEAR, CERTAMENTE COLHERÁ!
PLANTAMOS MALDADE, VAMOS COLHER MALDADE.
A VELHICE VEM, A SOLIDÃO, TREVAS E O INFERNO.
QUE É O HOMEM? PÓ DA TERRA. NÃO VALE NADA. CHEIO DE ORGULHO!
UM VERME QUERENDO PISAR NUM JOVEM INOCENTE!
PÁTRIA ODIADA BRASIL!

WIrVNDV

abril 15 2015 Responder

Carxs.

Eu servi contra a minha vontade ao exército ano passado e só posso falar que foi uma das piores coisas que já me aconteceu, pois a busca pela unidade que é o almejado, ao mesmo tempo é uma competição de cada um por si

o dupli pensar cabe de forma excelente aqui dentro

é perda de tempo, e só se aprende a arte da morte lá dentro pois te matam lá, prendem, espancam, estupram sua vontade e te colocam num estado animalesco

As pessoas que conheci e convivi mudaram de uma forma muito radical após a entrada, pessoas que eu já conhecia de antes de incorporarem, eu mesma mudei! Minha forma de se expressar agora é contida, porque temo falar de maneira agressiva e imposta as outras pessoas, não consigo mais entrar numa conversa sequer sem ter vontade de sair de perto por perceber que me olham como uma maniaca ou coisa parecida, ouço comentários pelas costas do tipo “ah deve ser igual full metal jacket do kubrick” ou então “é fácil perceber um serial killer sempre ficam quietos pra poder saber como matar a próxima vitima”

tá, tudo bem que no meu caso como pessoa totalmente oposta ao fascio militarismo realmente fiquei afetada por aquilo, e admito que sucumbi a vontade uma vez, quando fiquei furiosa com um superior que sempre brigava comigo me dizendo que “era superior, que sempre sabia o que fazer, e que minha função era somente obedecer” e quando era hora de demonstrar então, sua autoridade, arregava, sim, quase matei ele , e depois disso fiquei em crise e tentei suicídio, não fui afastada, mas aliviaram minha barra, e colocaram serviços mais leves.

mas desde esse dia, eu evito qualquer conversa, qualquer interação com pessoas novas, quase toda vez que sabem dessa parte do passado, algumes ficam maravilhadxs e vem perguntam o porque de não querer ser oficial

OFICIAL É O CARALHO

não foi um texto argumentativo, nem tampouco apto a formar um debate para formular novas opiniões, acabou sendo um desabafo, desculpem se foi muito confuso, mas tamo ae

ah sim, machismo, über machismo, do tipo de ter uma rodinha pros caras discutirem sobre suas mulheres e como eles as controlam e como pulam a cerce sem elas saberem

ah, esse superior batia na mulher, não me arrependo da minha tentativa de homicidio ;)

Misandria é o poder

NATANIEL

fevereiro 28 2015 Responder

Se servir o Exercito fosse Grandioso, não seria obrigatório e sim expotaneo.
Lembre-se no exercito vc aprende a matar e sofrer, e todos somos humanos, sentimos amor, afeto, por que treinamos para matar? Os Comandantes Tem Familia? São sensivel a dor? Nasceram de um Homem e uma Mulher, porque matar? VC comandante do Exercito, Chega em Casa depois de um dia cansativo, e mostra para seu filho, a maquina de produzir defunto, ai vc fala, meu filho este e seu companheiro de todos os tempos use-o. Agora imagine se seu filho usar contra vc mesmo…. Espero PAZ, HARMONIA, E MUITA VIDA PARA TODOS NÓS.

Marlon Lira

fevereiro 3 2015 Responder

Eu vou me alistar ano que vem,mais não quero servir ao exército brasileiro,só vou me alistar por que é Obrigatório!
Acho que todos tem o direito por optar se querem ou não servir ao exército!
Meu sonho é fazer faculdade de Psicologia,ter meu consultório!
Gostei do Texto!

Josias

janeiro 18 2015 Responder

Um cara revoltado lá dentro pode até meter bala em um.

Daniel Pereira Castro Neto

janeiro 13 2015 Responder

Acho que cada Brasileiro tem um sonho, ( um objetivo de vida), que não convêm a servi ao exercito, eu mesmo tenho q me alista nesse anos e estou apavorado e angustiado, já tenho um objetivo de vida nesse próximos anos, essa leis q nossa pais impõem é ridícula, 1 ano perdido para um jovem e muita coisa.

Hoberlã

setembro 14 2014 Responder

Tenho que me apresentar amanhã e sinceramente estou em pânico. Estou fazendo um tratamento psiquiátrico pois a alguns meses fui diagnosticado com depressão. Pra ter noção do meu medo em relação a isso, peguei um atestado indicando isso, pois sinceramente, só a ideia de ir lá e me prestar ao ridículo de um monte de pessoas que pouco se importam com você e sua “liberdade”, de ser humilhado por uns que se dão o direito de humilhar alguns que eles percebam que estão em pânico, ou que tenham alguma característica pra eles ficarem zoando, de ter que tirar a roupa na frente deles pra ser analisado, pra ver se eu tenho hernia, isso tudo me asfixia. Sinceramente, essa constituição falida me dá nojo, e estou pensando como convence-los de que sou mentalmente incapaz de passar por esse estresse.

Bruno Teodoro

agosto 17 2014 Responder

Os meninos de 18 anos que hoje entram no quartel estão longe de serem homens, e com as formações escolares ultimamente não serão se não forem para o serviço militar… Entregamos homens para a sociedade, homens com valores. Empresas vem de longe a procura dessa mão-de-obra que consideram excelente. O que na verdade acaba sendo a principal função do exército atualmente: A formação de cidadãos

    Jefferson

    outubro 30 2014 Responder

    Cara vc esta muito errado. Estou sentindo na pele tudo oq esta neste post. Traçar um caminho obrigado por um ano traz revoltas devido a humilhação q vc esta exposto desde o tempo de alistamento ate então. Daria tudo para ta numa escola agora, ou num cinema, ou em qualquer outro lugar que n tivesse algum superior gritando comigo.

    Castro

    dezembro 24 2015 Responder

    Em minha opinião, o serviço militar era para ser por vontade própria, e não por obrigação!!! Quem diz que exército produz caráter está mentindo!!! Sei como funciona isso, e as pessoas que saem de lá saem com o caráter ignorante e com a língua afiada para responder com arrogância a todos, trabalhar, digo, SOFRER obrigatoriamente é a burrice mais desumana que uma nação que se diz livre pode fazer com um cidadão. Graças ao exército nos mais de 30 anos de ditadura, a democracia da nação deixou de andar e se tornar uma prisão a céu aberto para todos aqueles que buscavam liberdade. Hoje no Brasil, se você mata, roube, estrupa, ou faz qualquer outro crime simplesmente não acontece nada com você, mas se você se recusa a servir a um grupo patriótico e sem respeito às pessoas que nele estão você pode ser preso, incrível como tudo nesse país é ao contrário, se faz errado não é punido, mas se quer liberdade é preso.

Lima

julho 29 2014 Responder

Também não tenho interesse algum em Servir o Exército ou em defender a pátria. Qual a necessidade de convocar jovens que não querem isso para suas vidas, a se alistarem e até mesmo irem a uma seleção, onde os “Voluntários” são escolhidos? Isso já deveria ter mudado! Dia 4 irei para esta seleção e foda-se se eu for recrutado e tiver que fazer algo que não quero.

Luís Bono

junho 23 2014 Responder

” Si vis pacem, para bellum “

Humberto

maio 30 2014 Responder

É isso que eu acho do Serviço Militar:Fuck You!

joel

abril 18 2014 Responder

Comentário masculinista apagado e autor banido. Aqui não é lugar pra chorar de ódio pelos avanços do feminismo e criar espantalhos de “mulheres opressoras” e “homens coitadinhos”. RFS

Bruno Fernando Morais

abril 1 2014 Responder

Eu não quero servir :'( Eu tenho muito medo!

Lucas

fevereiro 19 2014 Responder

Eu estou correndo risco de perder um estágio ( que preciso para me formar como técnico ) em uma empresa grande e com nome famoso em todo brasil e quem sabe no mundo inteiro. Além disso eu entro na faculdade no meio do anos, isso atrapalharia meus estudos e atrasaria a minha carreira em um ano. Mesmo depois de explicar toda a situação, o tenente mostrou total desinteresse pelo que faço e me mandou voltar daqui a duas semanas pois iria estudar o caso. Enquanto isso colegas que estudaram na mesma escola técnica que eu, e muitos que não são, foram dispensados mesmo podendo servir. Eu acho o serviço militar obrigatório ridículo, totalmente desnecessário e injusto, pois os que querem seguir uma carreira ( como eu ) e não podem, ou não querem perder tempo são selecionados para um trabalho escravo ( pois em minha cidade é tiro de guerra, que não é remunerado ). Só estou expressando o meu desaprovamento e raiva para com este serviço militar obrigatório.

Selton Felipe

janeiro 14 2014 Responder

se o exercito brasileiro quiser pode pegar um jovem e colocar pra trabalhar 24hs por dia , e ele vai receber menos de um salario,pois as leis trabalhistas não são validas para o exercício militar,esse pais é muito engraçado,jovens de 16 anos podem escolher o presidente mas não podem optar por “servir” ou não,ditadura no século 21.

Jaqueline

agosto 9 2013 Responder

Acho que no tempo em que vivemos, onde se fala tanto em liberdade e direitos, realmente se torna ultrapassada a ideia de alistamento obrigatório.
Algo que pude notar em meu filho, é que conforme foi chegando perto desse alistamento, ele foi modificando suas atitudes. Sempre foi um menino centrado estudioso e calmo, de um tempo pra cá ele está apresentando quadros de ansiedade, bi polarismo e até mesmo alguns sintomas que me levam acreditar em depressão. Num momento em que ele deveria de estar se concentrando ainda mais nos estudos e com a mente tranquila.Isso tudo é muito injusto!

Bruno C

maio 22 2013 Responder

Nossa, quase um ano de comentários. E nada mudou. Mais pessoas deviam saber disto. Acho que se é obrigatório devia ser obrigatório para mulheres também, em quartéis preparados. Mas não devia nem ser obrigatório: nem alistamento e nem voto. Os Brasileiro ou são covardes ou despreocupados, no gênero “ah, não é comigo, não vou me envolver”.
Se o exército for o que realmente dizem que é, é um atentado contra todos os princípios de igualdade e humanidade. É uma pena que isso não vai mudar enquanto grande parcela da população prefere ser mandada do que se responsabilizar por seus atos.
Quanto aos bandidos de colarinho branco, só tenho uma coisa a dizer: se a população é tão grande assim, por que não une com o bem comum de mudar este Brasil. Quando vejo um discurso político tenho vontade de argumentar contra. Passam horas fazendo um maldito discurso, ensaiam respostas prontas, deixam os brasileiro felizinhos UIuiUIuiUI empregos, educação, oportunidades, igualdade… coisas que sempre tivemos direitos, e que não temos que ficar felizes por conseguir mas apenas dizer “e o resto?”. Se ser governante não é trabalho fácil, então tem alguém não trabalhando.
Se eu me alienei, me desculpem.

james

abril 18 2013 Responder

MUDANÇAS AGORA POIS O PAÍS É NOSSO .

james

abril 18 2013 Responder

Temos que nos movimentar neste país para NÃO ao serviço militar obrigatório, pois obrigatório é ter saúde pública de qualidade, educação de qualidade é ser respeitado em um país que usa das leis atrazadas e sem sentido para forçar as pessoas.
Por que eu escolho o meu presidente mais não posso escolher se quero me alistar?
Temos é que lutar contra isso, pois somente nós podemos dudar.

Carlos Dias

abril 17 2013 Responder

Olá. Assim como você sou contra o alistamento obrigatório. Este ano tenho que me alistar e, para isso, já fui conversar com o tenente (acho que é isso) responsável por tal processo em minha cidade.
Sou comunista convicto, filiado a um partido, e também sou humanista secular, filiado à LiHS.
Quando cheguei para conversar com o tenente, a primeira frase que ele disse foi: “para que tanta revolta?!”, extremo mal gosto para começar um diálogo, mostrando uma face sarcástica diante minha posição ideológica. E as piadinhas não pararam por aí. O tenente queria logo retirar todos meus direitos civis, então tive que dizer a ele: “Espere aí, não é assim que funciona. Deixe-me ensina-lo o que deve ser feito.”. Expliquei como era a Dispensa Alternativa, mas dava para ver na cara dele que ele não sabia do que eu estava falando. Ligou para seu superior. Após diversas piadinhas por telefone, ele vem a mim e diz que era exatamente o que eu havia descrito, porém eu deveria espera-lo estudar o caso, pois ele não sabia o que era para fazer ainda.
O prazo para ele estudar e me dar uma posição é semana que vem, vou lá novamente para saber o que devo fazer, segundo ele. Espero que tudo ocorra bem e também espero que as instituições das quais faço parte demonstrem coragem suficiente para emitirem o documento necessário para a dispensa. Se caso não fizerem, desfilio-me imediatamente, pois não vale à pena defender uma instituição falida que não mostra, na prática, suas convicções.
Ao sair os resultados dessa problemática luta pela minha liberdade e maiores direitos democráticos, venho contactá-los.

Diego Souza

abril 14 2013 Responder

Tenho que me alistar o ano que vem, isso é um saco cara.

O exército é um instituição extremamente patriarcal e retrógrada, reconheço que no sistema e sociedade que vivemos hj é necessário forças armadas para proteção em caso de guerra, mas ainda o considero um atraso. Um atraso que o ser humano ainda considere e seja pró este tipo de comportamento e mentalidade, onde vc tem que obedecer tudo sem questionar nada, onde matar outro ser humano é algo a ser valorizado. Espero poder ‘me livrar’ do exército ano que vem, não sei como, tive um amigo que quis servir e ele disse que liberam quem não quer, mas ainda estou com um pé atrás. O link que vc postou não abriu aq..

Gabriel

abril 12 2013 Responder

Olá, Robson,

provavelmente como administrador do site, creio que tenha acesso aos Emails dos autores dos comentários deste texto. Você poderia me passar o email do Christian [29 de Fevereiro de 2012] (enviando para o meu), por favor? Gostaria de pedir a permissão a ele para publicar o comentário dele em meu site. Mesmo se não puder fazê-lo, obrigado.

Abraços,
Gabriel

    Robson Fernando de Souza

    abril 12 2013 Responder

    Olá, Gabriel. Vou mandar um e-mail a ele perguntando se ele autoriza que eu lhe dê o e-mail dele. Abs

Rafael

abril 2 2013 Responder

Ola! Esse ano terei que me alistar no serviço militar, mas não pretendo seguir essa carreia, pois sou pacifista e totalmente contra o uso de armas, alem de zelar por minha liberdade e por meu direito de escolha. Tomei conhecimento da “Objeção de Consciência” e, gostaria de saber agora se alguém conhece alguma ONG humanista, da qual eu possa fazer parte, pois é necessário ser membro de alguma Organização Não Governamental de cunho humanista, para que seja valida a Objeção de Consciência.
Também gostaria de mais informações a respeito das objeções em relação ao não participação no serviço militar.
Ficarei muito grato por qualquer ajuda!

    Robson Fernando de Souza

    abril 2 2013 Responder

    Rafael, tô entrando em contato com a Liga Humanista Secular do Brasil, pra ver se eles reiteram objeções de consciência contra o serviço militar obrigatório. []s

Wellington S.

dezembro 18 2012 Responder

Ano que vem tenho que me alistar no exercito Obrigado.
Estou no 2º ano do médio e curso técnico de informática, se me alistar e me chamarem o que acontece com minha liberdade e meus estudos ? estou me preparando para a Fuvest desdo começo de 2012, e posso perder todo tempo de estudo para servir ao exercito obrigado…
Ainda assim, não consegui achar ajuda na internet, pois todos artigos que encontro não traz muitas soluções, a maioria traz como “obrigação e sem mas”.

Gabriel Moreira

novembro 21 2012 Responder

Eu vejo os órgãos militares como instituições falidas, sem nenhuma utilidade no dia de hoje. Servem apenas como máquinas opressoras aptas a roubar sua liberdade, sendo – como é dito no texto – contrário aos principios democráticos defendidos pela constituição brasileira. Eu terei que me apresentar ano que vem, e com toda certeza não tenho nenhuma vontade de servir, recusarei, e farei valer minha liberdade.

Luck

setembro 3 2012 Responder

Se metade das pessoas daqui soubessem ver o foco do texto que é “Serviço militar >>OBRIGATÓRIO<<" , e não "Abolir o serviço militar", teriamos uma discussão mais produtiva. Mas, fazer o que se a maioria aqui que parece 'defender' o exército, age como se quisessemos abolir o mesmo. Não queremos abolir o exército, queremos abolir o serviço obrigatório. É aquilo que dizem "Estude para trabalhar na área em que você sente prazer, pois um trabalhador que sente prazer no que faz pode ser 100% mais produtivo, que um que visa apenas o lucro."
:)

Lucas

agosto 29 2012 Responder

TRANSFORMAR A FRASE DA CANÇÃO DO SOLDADO: ´´A paz queremos com fervor, A guerra só nos causa dor.Porém, se a Pátria amada for um dia ultrajada Lutaremos sem temor“
EM: ´´aprenderem a “arte” da morte.“ É CHAMAR MILITARES DE MEROS ASSASSINOS, ´´seres desprovidos de direitos, vontade própria, interesses particulares, prazeres, desejo de viver“ ESTÁ CONFUNDINDO DISCIPLINA COM TORTURA.
CONCLUINDO, TEXTO SENSACIONALISTA NÃO TÁ COM NADA, SÓ PRA GENTE IGNORANTE QUE ELE TEM SENTIDO.

Zé Bastos

agosto 13 2012 Responder

“Em 2012, o Exército receberá cerca de R$ 28,018 bilhões, mas 90% serão destinados ao pagamento de pessoal. Desde 2004, varia entre 9% e 10% o montante disponível para custos operacionais e investimentos.”
No Brasil, o serviço militar com duração de 12 meses é obrigatório para os cidadãos do sexo masculino que completem 18 anos de idade. Criem-se Escolas/Academias Militares para um simples soldado, para especialistas, ou para seguir uma carreira com ensino superior, mas somente para aqueles que desejam seguir uma carreira militar. Assim teremos soldados profissionais e orçamento disponível.

jose roberto oliveira

julho 3 2012 Responder

PARECE-ME QUE, PARA SURPRESA MINHA, O MOTIVO DA FALTA DE MOVIMENTOS PELO FIM DO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO NO BRASIL É QUE, AFINAL DE CONTAS, NÃO EXISTEM ASSIM TANTOS COVARDES NO BRASIL NA QUANTIDADE QUE VOCÊ ACREDITAVA EXISTIR.

    Robson Fernando de Souza

    julho 3 2012 Responder

    hauhauhauahuahauhauahua

Plinio

julho 2 2012 Responder

[Trecho grosseiro suprimido. RFS] Humilhações, privação de sono, liberdade e comida são necessárias para a formação de um combatente ou alguém aqui pensa que em uma guerra tudo é uma maravilha???. Por o Brasil nao entrar em conflitos muitos se esquecem da verdadeira missão do exército que é estar pronto para o combate se necessário for. Garanto para vocês, o exército tem um dos contingentes mais preparados do mundo em relação a pessoal, em relação a material o exército carece de equipamentos, culpa do governo que não investe na força, ja em relação a recursos humanos não deve em nada para os melhores exércitos do mundo.

    Guilherme Rodrigues

    janeiro 6 2015 Responder

    Isso tudo é humilhação desnecessária, porque ninguém tem que ser obrigado a defender o país em uma guerra, vai quem quer, quem se interessa, o homem perde um ano da vida dele pra nada, pra mim isso é puro patriotismo, uma coisa que sou totalmente contra.

douglas

junho 4 2012 Responder

Texto ótimo muito bom, eu concordo plenamenete com seu ponto de vista. Eu só gostaria de deixar bem claro que eu sinceramente não sei como ainda ( dizem séc 21) existem pessoas do tipo que acham que outras são obrigadas a fazer coisas. Gente, seria muito mais prático fazer uma seleção entres os que optam por servir do que obrigar pessoas, que muitas vezes trabalham, estudam, a parar por completo as suas vidas para ser humilhadas e alienadas!!!
Tá entendo que as forças armadas se fazem necessárias em função de ocorrência de guerra, proteção dos pratimônios nacionais , e tal, o que eu não entendo é obrigar pessoas a fazer coisas se dizem que vivemos em um país democrático!

    Robson Fernando de Souza

    junho 4 2012 Responder

    Valeu, Douglas =)

NAIARA

abril 7 2012 Responder

Seu texto é ridiculo sim! Leia mais e aborde no seu texto argumentos e nao blábláblá! o exercito é importante para o pais sim, pois é ele que protege todos nós cidadaos e inclusive voce que parece que quer deixar de ser um! por favor aceite as criticas para que voce nao cometa o mesmo erro em outro texto, quem sabe assim voce se torne no futuro um bom escritor!Meus agradecimentos ao exercito brasileiro!

    Robson Fernando de Souza

    abril 7 2012 Responder

    Tá bom, obrigado pelo apreço. Aceito sua crítica de que meu texto é ridículo e devo aceitar a “importância” da existência de forças armadas.

      rodrigo santos

      março 17 2014 Responder

      excelente texto,eu fui obrigado a servir mesmo sem querer e foi o pior ano da minha vida e to com muita raiva dessa democracia que não existe,é ridículo a pessoa ser obrigada a ser escravo em pleno seculo 21,acho q a pessoa q defende tanto essa ditadura em vez d falar deveria servir para ver o que é bom pra tosse,eles só humilham as pessoas lá… bando d idiotas que botam a patria a cima de tudo ridiculos…

    André

    abril 8 2012 Responder

    Cada um tem sua opnião. Então por que você não escreve um comentário com argumentos? Assim veremos para qual lado a balança pesa. Simples.

André

março 2 2012 Responder

Mesmo o exército sendo necessário(como dizem em alguns comentários), isso não foi o alvo do texto, mas sim o alistamento obrigatório. Podíam abolir isto, assim só vai comparecer quem realmente quiser servir. mas muito pelo contrário, porque não perguntam logo de primeira se o jovem quer servir ao nosso “amado” país e, após receber um não como resposta, dispensá-lo logo em seguida. mas insistem em ficar segurando o jovem por mais tempo, atrasando assim o processo de alistamento.
Ótimo texto. Também postei em meu blog um texto relacionado ao exército.

helso

fevereiro 26 2012 Responder

ki texto mais ridículo !!!!!!!
o “OBRIGATÓRIO ” é apenas uma forma de falar !
tem 18 anos e quando fui mim alistar mim perguntaram varias vezes se era isso que eu realmente queria !!
não foi nada forçado.
eles querem jovens que realmente deseje servir, quem nao quiser é só disser que é liberado !
a unica obrigaçao ki vc tem é ir la disser si quer ou nao!
texto ridículo !!

    Robson Fernando de Souza

    fevereiro 26 2012 Responder

    Tá bom, obrigado por chamar meu texto de ridículo, isso ajuda muito no debate. Abs

      Christian

      fevereiro 29 2012 Responder

      Olá, sou Sargento do Exército, sirvo a mais de 11 anos, e já fui soldado. Já passei por todas estas experiências descritas no texto acima. Concordo com a maior parte do texto, apenas discordo em um ponto:

      Eu amo minha profissão! Sou vocacionado para isto e era o que sempre quis, desde criança, quando brincava nas florestas de minha cidade, fazia cabanas, etc. Por isso, passar por todas estas provações foi considerado por mim apenas como “obstáculos” a serem superados, pois era o que eu realmente queria fazer.

      Mas é claro, como jovem de 18 anos, minha visão das coisas ainda era muito restrita, e hoje, 11 anos depois, enxergo tudo de maneira diferente.

      As Forças Armadas de uma nação são necessárias sim! Acredito que o Brasil nunca irá atacar outro país por interesses políticos, ou qualquer outro motivo. Nosso povo não é assim. Somos um povo de paz. Quando entramos na briga, é apenas para manter a paz. E é por isso que somos muito importantes: para manter a paz no Brasil, na América do Sul e num sentido maior, no mundo também. Somos importantes para defender a paz contra nações que começam as guerras (Exemplo: Alemanha na 2a Guerra). É neste ponto que discordo do texto. As Forças Armadas são muito importantes sim!

      Agora falemos das coisas que concordo com o texto: concordo em número, gênero e grau com o autor quando ele diz ser contra o serviço militar obrigatório. Temos orgulho de ser uma democracia, porém acredito que em uma democracia, ninguém deveria ser obrigado a fazer nada. Ninguém deveria ser obrigado a servir as Forças Armadas, ninguém deveria ser obrigado a votar nas eleições, etc.

      Afinal, como pode se chamar democracia se as pessoas são obrigadas a fazer o que não querem?

      O juramento das Forças Armadas, para aqueles que realmente querem servir, tem um peso pessoal muito grande, e marca a vida do militar para sempre. Agora, acho incrivelmente ambíguo num estado de direito você obrigar uma pessoa a fazer um juramento. Para mim todos os juramentos tinham de ser feitos de livre e espontânea vontade, pois só assim eles tem significado e força.

      Falando um pouco na prática das coisas: acho um absurdo, assim como texto relata, um jovem que não deseja servir ser obrigado a abandonar toda sua vida e seus direitos por 1 ano. Isso causa problemas para os dois lados: para o jovem, por todos os motivos já relatados, e para as Forças Armadas, pois vão ter de trabalhar com um cidadão sem vontade (justificadamente), sem interesse, sem ânimo. Hoje, como sou mais maduro, entendo muito as dores dos jovens soldados, pois muitos são OBRIGADOS a estarem ali, privando-se de suas famílias, horas de lazer, etc.

      Sabe o que um soldado faz no quartel? Durante os 4-5 meses iniciais, ele pode realmente dizer que está sendo preparado para ser soldado, com instruções práticas de combate, sobrevivência, armamentos, etc. Nos meses seguintes tudo muda: só tira serviço (ou seja, ficar de guarda no quartel), só faz faxina (cortar grama, limpar chão, etc) e mais nada! Tudo isso ganhando apenas um salário mínimo.

      Por conta disso tudo, posso dizer com toda certeza, que nossas Forças Armadas estão muito longe de apresentar um nível profissional. Somos todos amadores. Militares de final de semana se querem assim dizer. Se, por um acaso, tivermos que entrar num combate pra valer, em uma guerra, vamos perder.

      Um dos motivos para isso é o tal do serviço militar obrigatório. Eu já tive algumas oportunidades ao longo da carreira em que conversei pessoalmente com soldados Americanos e Ingleses. Todos profissionais, todos ali por vontade própria, todos num nível muito superior ao apresentado por nossas tropas. Fiquei num misto de admiração e medo. Admiração por reconhecer neles um bom senso lógico no sistema de serviço militar de seus países e medo, por ver neles militares realmente motivados e disciplinados, profissionais de sua área, combatentes realmente temíveis em caso de uma guerra.

      Talvez houve uma deturpação do que Olavo Bilac, um grande defensor do serviço militar obrigatório defendia. Ele acreditava que se todo brasileiro tinha os privilégios de nascer em um país tão belo, com tantas riquezas e oportunidades, tinha também o dever de defendê-lo quando fosse preciso. E é nesse ponto que acho que ocorreu o engano: certíssimas palavras de Olavo Bilac, porém existem muitas outras formas de se defender um país do que com uma arma na mão. Um médico pode defendê-lo salvando vidas. Um engenheiro construindo pontes e estradas em um momento difícil. Um diplomanta atuando no campo das palavras em busca da paz.

      Quantos e quantos jovens que poderiam ser ótimos médicos, engenheiros, diplomatas, etc, que foram desviados deste caminho por imposição da lei do serviço militar?

      Por isso, concordo que o serviço militar no Brasil deveria deixar de ser obrigatório. Todo Brasileiro deve ser LIVRE para trilhar seu próprio caminho e fazer suas próprias escolhas. Só assim seremos uma democracia verdadeiramente plena.

        Robson Fernando de Souza

        fevereiro 29 2012 Responder

        Obrigado, Christian. Palavras coerentes e sábias de um militar que não se deixou afundar no conservadorismo que aflige as forças armadas.

        Abs

        Lucas

        agosto 29 2012 Responder

        Os jovens que freqüentam faculdades ligadas à saúde (Medicina, Farmácia, Odontologia e Veterinária) podem se alistar após a conclusão do curso e não seria um ano que desviaria alguém da sua profissão.

        leonardo

        fevereiro 8 2013 Responder

        Falou tudo! Me alistei esse ano (por vontande própria e pelo meu pai já ser militar) e quero tentar seguir carreira, se tiver algumas dicas pra me dar agradeço, abraços.

Felipe

fevereiro 6 2012 Responder

Concordo plenamente.
Hoje, por exemplo, tive que me apresentar (pela 4ª vez) à seleção militar, e saí de lá com a sensação de que há algo podre nesse país. Como querer que nos orgulhemos de um país que apresenta práticas tão ultrapassadas? Poderia ficar aqui horas falando do que aconteceu lá: a desorganização dos militares, a falta de respeito com os alistados, os dogmas ridículos (não se pode colocar as mãos nos bolsos), a falta de seriedade dos militares…
Eu mesmo presenciei um rapaz ser humilhado perante todos, apenas porque tinha as mãos nos bolsos. Engraçado que eles arranjam tempo pra se preocupar com esse tipo de coisa, enquanto poderiam estar agilizando o processo de alistamento (passei a manhã toda lá, enquanto poderia ter passado somente alguns minutos, se fosse usado o mínimo de tecnologia. Aparentemente computadores ainda não deram as caras no exército brasileiro).
E o pior: um militar disse, na maior cara de pau, que muita gente que não quer servir vai ser escolhida, enquanto muitos que querem não vão. Qual é a logica disso? Birra?
E qual o motivo de tantas convocações? Só pelo exame médico já passei 3 vezes. Pra que isso? Não era mais fácil pegar os dados dos outros exames? E pra que tantas provas, entrevistas e etc, sendo que no final mais da metade vai ser liberada aleatoriamente por excesso de contingente?
É esse tipo de coisa que não pode ser aceita em pleno século XXI. Tenho certeza de que muita gente já passou por esse tipo de coisa, mas se cala, pois não conhece seus direitos. Cade a democracia?

EVANDRO

dezembro 1 2011 Responder

HOJE E SORTEIO , EM 1988 QUANDO FUI LA NAQUELA DESGRACA ATE MURRO NO ESTOMAGO ME DERAM LA DENTRO , SEM FALAR DAS HUMILHACOES DE FICAR COMPLETAMENTE NU DENTRO DE UM GALPAO NUM FRIO PENSO EU UNS 9 GRAUS DE MANHA CEDO DIGO NU COMO VIM AO MUNDO POR UM PREIODO DE 4 HORAS. MALDITO SEJA ESSA DESGRACA CHAMADA EXERCITO. [Trecho editado por baixo calão – RFS]

    Marcos MOURA

    fevereiro 23 2012 Responder

    Servi ao Exército Brasileiro , por 09 anos e não concordo com o que vocês ( civis que não passarão pela força )dizem,existe alguns ensinamentos militares que , deveriam ser ensinados a todos os Brasileiros.
    Honra,moral,disciplina,camaradagem,cumprimento de missões e muitas outras que certamente quem está difamando nosso tão honrado exército,não sabem o valor que possuem cada palavra que citei acima,para nós militares ( os verdadeiros )da ativa ou da reserva todas elas são de grande valia e devem estar sempre na massa do sangue.
    Concordo, que existem pessoas, que não tiveram uma boa passagem pelo Exército, mas sabem porque?Porque quem não serve para servir não serve para viver,foram lixões,alterados ou seja, maus subordinados que acreditam na baderna,são baderneiros que vivem a vida , sem regras sem limites pensam que isso é certo.
    Quero que todos que falam contra o EXÉRCITO , saibam que sem nossa força soberana,sem o nosso ” BRAÇO FORTE MÃO AMIGA “, estaríamos nas mãos dos bandidos e traficantes que tomam conta de nosso País, só sendo amedrontados e controlados , quando as forças armadas entram em ação.
    Analizem isso , e deem Honra a quem tem honra.

    ” BRASIL ACIMA DE TUDO,ABAIXO SOMENTE DE DEUS!!!!”

      helso

      fevereiro 26 2012 Responder

      BRASIL ACIMA DE TUDO, ABAIXO DE NADA !!!!!!!!

      marcos junior

      fevereiro 22 2013 Responder

      falou o facista ,não sabe que honra da-se a seu nome . Não a uma corja que esta acima de ti .. Ditando ordens e só existem estes tais lixões por causa do porcos de colarinho branco produtores delixo que nós cidadãos somos obrigados a sustentar . Mesmo que eles não nos disponibilizem empregos e salarios justos ,ou seja,o dia emque o bolo for dividido igualmente não haverá mais criminosos ,[Trecho ofensivo contra comentarista apagado. RFS] Tenho dito desta porcaria ,e ainda hão pessoas que acham que aqui há democracia.

      kenji

      março 1 2013 Responder

      Pois bem. Saiba que existem países que são chamados de primeiro mundo e não possuem um exercito proprio. Apesar de ter falado no prural, só sei do japao… Mas ja deu para ver que não precisamos de exercito para ter um país seguro ne? Apesar do japao nao possuir por obrigação, nos podemos optar por não obrigar ninguem a servir. Isso não tornaria o país menos seguro…. Já que por lógica, não podemos ser atacados com armamentos tao pesados perto da amazonia… E existem argumentos CONTRA o exercito por ele OBRIGAR as pessoas a algo que vai de contra a pensamentos politicos ou vontade delas. Vá estudar um pouco antes de querer argumentar aqui…. [Trecho ofensivo apagado. RFS]

      Carlos

      julho 30 2013 Responder

      Não discordo totalmente de sua opinião, mas mas servi ao exército brasileiro contra minha vontade, tinha um bom trabalho. E por 11 meses em 1991 fiquei perdendo crescimento profissional. E outro detalhe nesta época não tinha nem comida, então nos mandavam embora todos os dias antes do almoço. Com um mísero soldo 1/2 salário mínimo. E morava a 50 km de distância. resumo usava de recusros próprios/poupança que tinha. Acabei por bancar as passagens diariamente. Isto sim é servir a pátria.

      Agora a mesma situação, meu filho com um bom emprego, estudando. Foi chamado para servir a esta bosta de pátria, que deixa maconheiros,traficantes a solta pois não querem regenerar estes vermes,mas sim acabar o futuro profissional de jovens instruídos e de boa criação/educação.
      Resumo deveria ser facultativo, afinal que democracia de merda é esta.

      Linik Sued

      janeiro 2 2014 Responder

      Minha mãe me ensinou tudo isso em casa… VIDA E LIBERDADE ACIMA DO BRASIL!

Bruno

julho 20 2011 Responder

Concordo em parte com o texto. Fui militar (mesmo não querendo) e hoje entendo a real necessidade de existir o exército. Vivemos em um mundo completamente problemático, onde a qualquer momento pode começar uma guerra (indiferente do motivo).
E se isso acontecer, quem vai defender os brasileiros??? Você vai contar com quem??? Ou você vai correr pra outro país???

Enquanto você dorme na sua cama quentinha, tem alguém protegendo seu querido patrimônio chamado Amazônia. Suas queridas fronteiras (terra/mar/céu).É bom quando ter alguém ralando por nós né??? Quando foi preciso de pessoas pra entrar nas favelas do Rio, os moradores gostaram né???

Veja bem, não estou discriminando as pessoas que não gostam de exército, só que isso é uma necessidade, acha mesmo que o Brasil estaria do jeito que está sem uma defesa?

Só acho que o serviço obrigatório deveria ser para todos (leia-se homem e mulher).

    Robson Fernando de Souza

    julho 20 2011 Responder

    Bruno, isso não se resolve com serviço militar obrigatório.

    Sei sim que o mundo de hoje em dia ainda é bruto, bestial e violento demais pra abolir forças militares – e na minha visão o meio militar é parte do problema. Mas dados que temos dizem que exércitos profissionais, que contratam e remuneram apenas aqueles que realmente desejam se submeter aos oficiais em nome da nação, são muito melhores em desempenho do que jovens forçados a um serviço militar que muitas vezes ferem suas convicções ético-filosóficas.

    Renato

    dezembro 3 2011 Responder

    Quem sabe o governo poderia começar a pensar em melhorar a remuneração (vergonhosa) e reaparelhar (sucata) as Forças Armadas.

    Talvez, dessa forma, obtesse êxito em adquirir um contingente adequado.

    kenji

    março 1 2013 Responder

    Serviço militar deveria ser voluntario.
    Sinceramente, não tenho a menor vontade de defender esse país cheio de hipocrisia. Falar sobre “patria” é facil. Difícil é ter uma que valha a pena defender e ralar por ela.
    Sem contar que, os recrutas só entram pra se ferrarem. Aprendem o basico do basico e na maior parte do tempo ficam fazendo coisas que os superiores gordos não fazem. Hierarquia…. isso ja deveria ter acabado a tempos. Vivemos em uma democracia –‘ Cadeia hierarquica só se chega no topo quem ta la a tempos… mesmo tendo capacidade maior que a do seus superiores. Isso é uma hipocrisia. Não temos direito nem de beber agua com um devido tempo…. Dão 1 minuto pra 30 pessoas tomarem agua e ainda tem punição pra quem chegar atrasado. E esse 1 minuto que temos é apos varias horas de trabalho em baixo de sol. Isso é uma violação dos direitos humanos.

    Thiago Andrade

    julho 30 2013 Responder

    E só pelo fato de estarem “ralando por nós” significa que todos somos obrigados a matar uns aos outros? Obrigados a levantar armas pra outros pais de família? Quanta hipocrisia, violência gera violência, jovem. O mundo só está bestial por causa de gente com o mesmo pensamento seu. Vivemos numa democracia, tenha o mínimo discernimento sobre o que é ética.

Hanks

julho 3 2011 Responder

Disse não ao serviço militar mas mesmo assim fui chamado… e e estou no meio do ano sofrendo ..trabalhando obrigatoriamente sem ganhar nada..esse é o Brasil

Hyou

julho 3 2011 Responder

Conheço mais de trezentos jovens que são obrigados a fazer, essa história de que as vezes não é tão obrigatório assim é sorteio.

Daniel Daudt Sagebin

abril 18 2011 Responder

O nome correto do Caio é D’Áuria. Ele foi o precursor, e, por isso, seu processo demorou tanto (os milicos não queriam que esse direito previsto, em teoria, pela Constituição, se tornasse efetivo – mas Caio venceu!). Agora, estabelecido o precedente jurídico, a Objeção de Consciência está disponível a todos os jovens. Infelizmente, a maioria não sabe disso: a abominável propaganda do desserviço militar (paga por nós) omite (propositalmente, claro) a possibilidade, e as juntas de alistamento não informam espontaneamente a existência dessa alternativa – ela deve ser SOLICITADA pelo jovem antimilitarista. Tampouco a Imprensa subserviente se interessa em posicionar-se contra a sanha escravagista das corjas armadas. Cabe, portanto, a cada um de nós divulgar a Objeção de Consciência.

Sua opinião é bem vinda, desde que respeitosa. Fique à vontade para comentar abaixo