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Tortura em nome da ciência (Parte 62)

Sabem aquelas campanhas da TV que dizem para você não exagerar no sol da praia e evitar tomar banho de sol entre 10 e 16h por causa da forte incidência de raios ultravioletas? Pois nos laboratórios dos vivisseccionistas ratos são expostos propositalmente à radiação ultravioleta até contraírem câncer de pele.

De acordo com o Terra e a Folha.com, em experimento coordenado por vivissector da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de Washington, em Seattle, ratos transgênicos e normais foram bombardeados com radiação ultravioleta por 34 semanas até que desenvolvessem o famigerado câncer de pele. Os transgênicos, às 19 semanas da violenta experiência, tiveram “69% menos tumores de pele, e quatro vezes menos cânceres agressivos que os demais”, segundo a pesquisa.

Em resultado não conclusivo, afirmou-se que:

Os resultados indicam que os efeitos protetores da cafeína contra os raios ultravioletas, já documentados em estudos precedentes, explicam-se provavelmente pela neutralização da proteína ATR durante o estágio pré-canceroso, antes que o tumor da pele se desenvolva totalmente, destacam os cientistas. Segundo eles, aplicações de cafeína na pele poderiam contribuir para impedir o aparecimento de cânceres. Além disso, a cafeína absorve os raios ultravioletas, agindo como um protetor solar.

É de se imaginar as dores de um câncer, ainda que na pele, crescendo e se alastrando no corpo por semanas, sem que ninguém faça nada para tratá-lo. E no final ser assassinado por quem lhe causou a doença.

Métodos típicos de quem leva ao extremo a máxima pseudomaquiavélica (Maquiavel não disse isso) O fins justificam os meios.

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