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set11

Tortura em nome da ciência (Parte 65)

Mais uma série de notícias escancarando a violência brutal que a vivissecção exibe todos os dias. São notícias datadas entre 31/08 e hoje, mostrando como uma ciência pode ser tão violenta contra seres inocentes.

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1. Animais transgênicos nascem e vivem dominados por preguiça biológica

Cientistas proporcionaram o nascimento de camundongos transgênicos que não tinham vontade de se exercitar: “os animais não conseguiam caminhar por mais de 40 min, enquanto os camundongos normais chegavam a correr 1 km em 20 min.” Pensemos: e se um ser humano nascesse com seus genes manipulados de modo que ele fosse incapaz, por toda a vida, de fazer exercícios físicos assíduos?

2. Leucemia contra camundongos

Foram injetadas em camundongos células com alteração no receptor da interleucina-7 – alteração essa que favorece a leucemia e torna as células tumorais virtualmente imortais -, causando-lhes uma leucemia semelhante à leucemia infantil.

3. Tuberculose letal contra camundongos 

Vivissectores trabalharam com a bactéria Mycobacterium smegmatis, que é fatal para camundongos e é parente da M. tuberculosis – a bactéria da tuberculose humana. Infectaram os animais com bactérias M. smegmatis modificadas de modo a tentar elaborar uma vacina contra a doença. Mas 80% dos animais infectados morreram cedo – com muito sofrimento, deduz-se – pela tuberculose animal que lhes foi provocada. Os 20% restantes viveram cerca de 200 dias.

4. Estresse crônico contra camundongos machos, causando depressão nos filhotes

Negativamente destacável por não pesquisar cura de nada, essa experiência submeteu camundongos machos a estresse crônico. Seus filhotes, tanto machos como fêmeas, sofreram quadros de depressão e ansiedade, tendo esses problemas sido mais acentuados nos filhotes machos.

5. Estrogênio a níveis altos causa defeitos genitais em camundongos

Camundongos expostos a níveis altos de estrogênio ficaram com uma aparência mais feminina e dedos anulares menores. Quase todos os ratos do sexo masculino nessa faixa adquiriram defeitos genitais.

6. Embriaguez injetada e aprisionamento em caixas

Camundongos receberam injeções de álcool etílico durante 15 dias consecutivos, adquirindo dependência e abstinência. Foram divididos em dois grupos: um foi aprisionado em caixas vazias (deduz-se que foi uma caixa por animal), sem nada para distraí-los, e outro em caixas com brinquedos. Os prisioneiros das caixas vazias sofreram efeitos mais agressivos da abstinência, com a chamada sensibilização comportamental.

7. Dor crônica contra camundongos

Dor crônica foi causada em camundongos, de modo que se pôde observar que o gene HCN2 estava relacionado ao problema. Camundongos transgênicos foram dados à luz sem o gene e já não sentiam dores crônicas, mas sentiam dores agudas normalmente (provavelmente por induções dolorosas dos vivisseccionistas).

8. Doença de Parkinson contra camundongos

Segundo a reportagem:

Para entender melhor a realação da dopamina com as células cerebrais, Kreitzer [o pesquisador responsável pelo experimento] removeu artificialmente a dopamina do cérebro de camundongos e monitorou as mudanças que ocorreram em seguida. Assim como acontece em humanos, as cobaias começaram a apresentar os sintomas motores do Parkinson, como tremores, problemas no equilíbrio e movimento alterado.

9. Estresse e depressão contra ratos

Cientistas alimentaram dois grupos de animais com caldos: um contendo bactérias intestinal e um sem as bactérias. Foram submetidos a situações estressantes, como aprisionamento em labirintos, de modo que o grupo não alimentado com o caldo com as bactérias sofreu integralmente sintomas de estresse, ansiedade e depressão.

10. Experiência altamente invasiva implanta centenas de eletrodos no cérebro de ratos

Para testar as habilidades sensoriais táteis dos ratos num ambiente escuro, foram implantadas centenas de eletrodos no cérebro de cada rato.

11. Câncer de próstata contra ratos

Para testar uma vacina baseada em DNA humano, cientistas causaram câncer de próstata em ratos e permitiram a doença chegar a estágio avançado. A notícia não diz quantos animais foram bem-sucedidamente tratados.

12. Experiência conecta o sistema circulatório de ratos idosos e jovens e envelhece o cérebro de ratos mais jovens com o sangue dos ratos idosos

Numa experiência que lembrou o que o nazista Josef Mengele fez com gêmeos (tentou unir cirurgicamente os corpos de gêmeos para criar gêmeos siameses), ratos idosos e jovens tiveram seus sistemas circulatórios conectados, de modo que o sangue de ambos foi permutado e os animais jovens “tiveram menos formação de neurônios novos ao serem expostos ao sangue velho” e “o rato mais velo produziu três vezes mais novas células cerebrais do que os animais de sua idade que não haviam passado pelo procedimento”. Outra etapa foi a injeção de plasma de sangue de rato idoso em ratos jovens, que deu no mesmo resultado.

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Para encerrar este post, uma cena acalentadora: macacos libertados de uma farmacêutica que foi vendida regozijam-se pela sua inédita liberdade:

Viva César! NO!

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