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Justiça suspende vivissecção de cães na Universidade Estadual de Maringá/PR

Enfim uma boa notícia ligada a Direitos Animais e Justiça. Ontem a Justiça Estadual do Paraná suspendeu preventivamente a exploração de cães da raça beagle nos laboratórios da Universidade Estadual de Maringá (UEM), acatando pedido do Ministério Público do Paraná.

Segundo a Folha.com,

Os beagles são usados em experimentos de periodontia e implantodontia, porque têm os tecidos da boca semelhantes aos dos humanos. De acordo com a UEM, os animais têm entre um e dois anos de idade e, após os experimentos, são acompanhados por até seis meses. Depois, são sacrificados com uma overdose de anestésico.

O Ministério Público afirma que os cachorros são mantidos “em condições precárias de higiene” e recebem doses insuficientes de anestésico, passando por “sofrimento óbvio e desnecessário”.

O juiz Siladelfo Rodrigues da Silva, da 5ª Vara Cível de Maringá, afirma que “a lei […] possibilitou que pesquisadores pudessem realizar experimentos científicos em animais desde que não haja outro meio alternativo capaz da obtenção dos mesmos resultados. Porém, as pesquisas científicas realizadas pela ré já estão sendo empregadas em humanos.”

Torço sinceramente para que a Justiça faça a mesma coisa em muitas outras universidades, e que no final a Lei Arouca e a política de “bem estar animal” nos biotérios e laboratórios sejam desmascaradas como farsas.

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