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dez11

“Cães militares”: quando o exército explora animais para as atrocidades da guerra

Forças armadas não exploram apenas seres humanos para o ofício de oprimir e matar. Exploram também outros animais, que, ao contrário dos humanos, já nascem militares, submissos ao interesse de ajudar em guerras muitas vezes de agressão.

O corpo militar os faz nascer com o único fim de serem seus escravos, mais escravos do que os próprios soldados. Numericamente são poucos – atualmente são 2700 sob controle do exército estadunidense -, mas nem por isso sofrem menos por isso. Uma porção deles – cerca de 5% – desenvolveram estresse pós-traumático depois de serem criminosamente expostos a explosões, tiroteios e outros fenômenos violentos típicos das guerras, que só existem ainda por causa do militarismo sedento de dominação empreendido por países como os EUA.

Todos os detalhes dessa forma de exploração animal que poucos conhecem podem ser conhecidos aqui, em reportagem do IG/Último Segundo.

É nessas horas que vemos que as libertações animais humana e não humana são bem mais interrelacionadas do que se pensa no senso comum.

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