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fev12

Leonardo Rodrigues: os maus caminhos do ativismo vegano no Brasil

Abaixo, o trecho inicial de um post muito interessante sobre como anda o movimento de militância vegana no Brasil. Bom seria se houvesse de forma generalizada o costume da autocrítica entre o universo vegano no Brasil – o que felizmente pessoas como eu e meu brother Samory Santos já fazemos.

 

Os maus caminhos do Ativismo Vegano no Brasil
por Leonardo Rodrigues

Existe uma moça no Brasil chamada Alessandra Siedschlag, além de ser conhecida como Lele, jornalista de entretenimento, ela também é a Lele, ativista pelos direitos dos animais. Uma das organizadoras do movimento pela aprovação da Lei Lobo e agitadora de adoções de animais em São Paulo.
Ou seja, um ser humano que realmente faz a diferença. Sabe daqueles que realmente se importa com os outros? Eu não a conheço, mas pelo o que eu já vi pelas internets da vida, ou ela é assim mesmo, ou só conhece mentiroso.
Prefiro acreditar na primeira hipótese.
Mas então… Eu descaradamente fui importuná-la em seu email pessoal e pedi por uma entrevista. Ela gentilmente concordou e temos as respostas acá:

1. Quais as razões que lhe levam a ser uma protetora de animais?Nasci em uma família em que esse tipo de vida era comum. Não se viam bichos sofrendo na rua sem levá-los para casa. Foi um caminho natural.

2. Quais os impactos que ser protetora teve/tem em sua vida, positiva e negativamente?Não acho que seja uma coisa à parte. A minha vida é isso mesmo. De um ano pra cá (tempo em que me exponho no Twitter com a causa), tenho sido mais cobrada. “Me admira você, uma protetora, fazer…” (preencha com qualquer coisa, desde “não ser vegana” até “castrar animais, coitadinhos”.

3. Você acredita que o movimento de ativistas veganos se mantém distante dos outros tipos de defensores da causa animal? Se sim, quais seriam as razões disso em sua opinião?Não conheço o movimento vegano. Tenho amigos veganos, mas não conheço a atividade “vegana” per se.

Leia o texto completo aqui

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