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abr13

Ato falho: para Estadão, moças não poderão desfrutar de ônibus gratuito

Um ato falho do Estadão deixou a entender que, dentre jovens de baixa renda, apenas homens poderão desfrutar de passagens intermunicipais gratuitas ou com desconto substancial, enquanto moças ficariam de fora do direito:

rapaz-de-baixa-renda

Ao contrário do que se afirma sobre a palavra “homem”, “rapaz” não costuma ser usado como palavra (pseudo)genérica em gênero. Ficou a impressão de que moças não terão o direito em questão, numa imaginária discriminação por sexo.

Foi um ato falho, mas percebe-se como a mentalidade de muit@s, acostumada com a cultura androcêntrica em que vivem, acaba dando margem a esse tipo de erro crasso.

Avise ao fale-conosco do Estadão do erro, pedindo-o para corrigir.

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Quézia

maio 7 2013 Responder

Estranho um jornal tão importante cometer um deslize desses.
Mas é um assunto complexo, pois a partir de um costume antigo, as regras de nosso idioma foram definidas.
As regras existentes na língua portuguesa teriam que ser revistas, como por exemplo a questão do plural, para se adequar à sociedade atual.

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