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maio13

Como a sede de vingança só atrapalha no tratamento da violência urbana

A pura sede de vingança contra bandidos mais atrapalha do que ajuda na busca por soluções para a criminalidade.

Dois fatos recentes – os clamores pela redução da maioridade penal no Brasil e um cartaz “antivivissecção” defendendo a realização de pesquisas científicas dolorosas em condenados por homicídio ou pedofilia – nos fazem perceber o quanto os debates sobre as soluções para a diminuição da criminalidade no Brasil vêm sendo contaminados pela passionalidade exacerbada, pelo ódio vingativo de parte da classe média contra os criminosos – especificamente contra os bandidos pobres, crescidos num ambiente de valores aéticos proporcionados pelo sistema sócio-político-econômico.

Esse ódio, que se converte em demandas linhaduristas como pena de morte, tortura de criminosos e enquadramento de adolescentes pelo Código Penal, vem tirando o foco da legítima discussão sobre como melhorar a segurança pública, educar efetivamente para a paz e assim diminuir os índices de violência urbana. E a tem mudado para um tópico distinto, baseado nas seguintes perguntas bizarras: como vingar da forma mais “merecida” as vítimas de crimes como assaltos, estupros, sequestros e homicídios? Como fazer “da melhor maneira” os criminosos sofrerem por terem causado sofrimento a inocentes? Como aplacar da forma mais brutal a sede da classe média por vingança e “punições exemplares”?

Leva-se ao extremo a dicotomia maniqueísta bem X mal, com os “cidadãos direitos” como incorruptivelmente bons e os bandidos (pobres) como irremediavelmente maus de nascença, como seres imundos cuja maldade só pode ser tratada com a eliminação violenta do indivíduo precedida de tortura. Cega-se as pessoas para a origem dessa criminalidade que castiga todas as classes socioeconômicas. Fica parecendo que não se quer mais solução e tratamento para a violência urbana, mas sim punição e vingança – e quanto mais cruel, “melhor”.

Ao mesmo tempo em que se prega, aos urros furiosos, a radicalização da lei penal, exalta-se corpos policiais como o BOPE e a ROTA, incitando-se operações militares que “limpem as ruas” dos criminosos mesmo que isso acabe vitimando inúmeros inocentes, em especial jovens negros pobres. Nisso, os clamores contra o crime acabam ironicamente tendo como frutos outros tipos de crime – abuso de autoridade, homicídio de inocentes “confundidos com bandidos” por policiais, grupos de extermínio, extorsão, lesão corporal, criminalização da pobreza, racismo, preconceito de classe etc. – e a emergência de novos bandidos que, ao contrário dos assaltantes, vestem fardas e agem em nome de um Estado reacionário legitimado pela classe média que votou em seus mandatários e legisladores e os apoia.

Outro problema é que os clamores vingativos e raivosos por punição violenta de bandidos negligenciam quase que por completo as origens, as causas da gênese dos assaltantes, estupradores, pedófilos, homicidas etc. Deixa-se de perceber problemas como a naturalização cultural da violência, o machismo, o racismo, o individualismo exacerbado, o material-consumismo, a conformação com uma realidade de desigualdades sociais, a exploração das classes mais pobres, o desespero de não ter condições de uma vida digna – o qual leva muitos ao uso de drogas pesadas –, entre tantos outros aspectos de uma sociedade alicerçada na opressão.

E muitos desses problemas atingem também as classes média, média-alta e alta, acostumada com valores como egoísmo, competição, consumismo, o desejo de ganhar dinheiro fácil e diversos preconceitos contra quem não se enquadra como branco, homem cis “macho”, hétero, classemediano (ou rico) e cristão, além de muitos casos de omissão familiar. Isso acaba fomentando muito do que se vê de corrupção política, desprezo às classes humildes, uso de drogas pesadas, bullying, assassinato por interesse etc.

Nesse contexto social, todas as classes formam criminosos, mas curiosamente o ódio vingativo aflora, na maioria das vezes, quando bandidos pobres vitimam pessoas ricas ou de classe média, pouco havendo da mesma comoção quando inocentes pobres são alvejados pela criminalidade, ainda mais por gente de estratos mais elevados. E muitas vezes o ódio contra pobres sai da toca, ao se generalizar as favelas como “fabricantes de bandidos” e se apoiar com frenesi ações ultraviolentas de tropas de elite em comunidades humildes mesmo quando elas punem inocentes.

Nesse ciclo de violência por parte de bandidos e policiais, todos perdem o direito maior ao usufruto dos Direitos Humanos, seja criminoso perigoso ou inocente, e a violência não só deixa de ter uma solução como se torna ainda pior, além de favorecer a ascensão de nomes políticos extremistas ligados à linha dura das polícias militares ou mesmo das forças armadas, ameaçando retirar as liberdades da sociedade com o pretexto de lhe prover “segurança” (sic nas aspas).

Por tudo isso, o ódio e a sede de vingança contra bandidos não devem dominar as discussões sobre como, por exemplo, proporcionar que não surjam mais bandidos adolescentes, os condenados sejam regenerados por medidas socioeducativas nas penitenciárias e a violência seja combatida em sua raiz ao invés da mera podação das folhas. Vale portanto rejeitar, e às vezes repudiar, qualquer medida fundamentada na comoção sedenta de vingança, como experiências científicas em criminosos hediondos e diminuição da maioridade penal.

imagrs

14 comentário(s). Venha deixar o seu também.

Raphael Almeida

maio 12 2013 Responder

Robson , essa tua passagem ainda está nebulosa, explica melhor o que é ‘enrijecer as punições sem abuso’ , ah então me explica ai que pena seria justa pra o champinha aquele que matou aquele casal de jovens.

Kreator

maio 9 2013 Responder

Robson, como o colega acima escrevera, teus textos sobre ambientalismos e direitos animais são belos, e não digo isso apenas por concordar com tua posição abolicionista, mas sim porque realmente expõem uma realidade ignorada por muitos em nossa sociedade humana, aí não ficamos nem restritos ao nosso país.

Mas quando sais para a política… é um texto cercado de preconceitos e “coitadismos”, bem como uma super-valorização de intelectuais e acadêmicos que hoje estão completamente dissociados de nossa realidade ou que vivem em uma realidade paralela.

Tens razão ao dizer que não é a solução para a criminalidade, nunca foi dito isto por quem defende penas mais severas, bem como tens razão em dizer que isso é muito mais revanchismo e sentimento de vingança da população acuada pela criminalidade do que um senso de justiça em si, mas por favor, dizer que isso é uma exigência de classes mais abastadas ou de um racismo enrustido beira a infantilidade.

Fosse por isso não teriam defendido à época também a condenação de Suzane Richthofen bem como do casal que não recordo o nome agora, acusado de terem matado a filha atirando-a pela janela. São crimes passionais, eu entendo a diferença de um simples assaltante ou assassino, mas são dois exemplos que não batem com tuas hipóteses, bem como, não importa a tom de pele, quando o crime for hediondo ou extremo, a população exige uma punição.

Entendo, e acredito que boa parte da população honesta do país sabe que um dos amenizadores da violência e criminalidade no país é a educação de jovens e crianças, mas como ignorar os que já cresceram? como fechar os olhos para os atos de violência praticados hoje? é muito fácil dizer que isso não é a solução e simplesmente não agir, mas como olhar os olhos de uma vítima da violência e falar isso pra ela, dizer que o perpetrador do crime por ser um menor e “ter sofrido as injustiças da sociedade” é uma vítima, e não ela? que não podemos endurecer as leis e punições pois isso “vai a favor do autoritarismo estatal”?

    Robson Fernando de Souza

    maio 12 2013 Responder

    mas por favor, dizer que isso é uma exigência de classes mais abastadas ou de um racismo enrustido beira a infantilidade.

    Onde foi no texto que está referido especificamente às classes mais abastadas?

    mas como ignorar os que já cresceram? como fechar os olhos para os atos de violência praticados hoje? é muito fácil dizer que isso não é a solução e simplesmente não agir, mas como olhar os olhos de uma vítima da violência e falar isso pra ela, dizer que o perpetrador do crime por ser um menor e “ter sofrido as injustiças da sociedade” é uma vítima, e não ela? que não podemos endurecer as leis e punições pois isso “vai a favor do autoritarismo estatal”?

    Onde no texto está dito que crimes assim não devem ser punidos e que enrijecer as punições (sem abusos) não é recomendável?

      Kreator

      maio 13 2013 Responder

      Onde foi no texto que está referido especificamente às classes mais abastadas?

      Ao mesmo tempo em que se prega, aos urros furiosos, a radicalização da lei penal, exalta-se corpos policiais como o BOPE e a ROTA, incitando-se operações militares que “limpem as ruas” dos criminosos mesmo que isso acabe vitimando inúmeros inocentes, em especial jovens negros pobres. (…) vestem fardas e agem em nome de um Estado reacionário legitimado pela classe média que votou em seus mandatários e legisladores e os apoia.

      Não refere-se exclusivamente, mas deixa bem claro que a quem se refere principalmente, como se as classes mais baixas não exigissem exatamente a mesma reação violenta da polícia e autoridades no combate à criminalidade, não haveria necessidade de destacar a classe média.

      Onde no texto está dito que crimes assim não devem ser punidos e que enrijecer as punições (sem abusos) não é recomendável?

      Vale portanto rejeitar, e às vezes repudiar, qualquer medida fundamentada na comoção sedenta de vingança, como experiências científicas em criminosos hediondos e diminuição da maioridade penal.

      Gostaria de me ater apenas a questão da maioridade penal, que acho que seja o ponto principal, pois não há relação com o tópico anterior.

      Há uma tênue e subjetiva linha sobre o que é considerado “abuso”, “vingança” e “justiça”, como comentei acima, hoje a sociedade está farta de “coitadismos” e há a necessidade de reação. É a maneira correta? possivelmente não, mas é o que temos à disposição. É um problema (grave) de nossa legislação ter a maioridade penal apenas após os 18 anos e isto precisa urgentemente ser corrigido, ou apenas equiparado às nações desenvolvidas.

Leonardo

maio 8 2013 Responder

O que pedofilia tem a ver com má formação escolar (ou coisa do tipo) ?

Almeida da Silva

maio 7 2013 Responder

Não sei de vc. Mas se alguém fizer algo com minha família, eu mesmo(ou alguém disposto a receber por isso) vou me vingar.

Simples assim.

Estuprar e ficar 8 anos na cadeia ? Ta tirando onda ?
Matar parente meu e virar crente e depois ficar um 1/6 da pena?

E essa coisa que pobre tem tendências criminosas ? Viagem na maionese.

Se isso aqui tivesse acontecido com a minha mãe ou irmã: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/05/06/estupro-de-mulher-em-onibus-no-rio-durou-seis-minutos-diz-delegado.htm

…eu iria fazer justiça com as minhas mãos.

Eu não sei em que mundo vc vive…
Essa coisa de classe média não tem nada a ver com a realidade. Trabalhei em um bar a maior parte da minha vida, só atendi pobres(era um buteco de vila) e 99% é a favor de pena de morte/prisão perpétua.

Na verdade, só vejo gente educada como vc defendendo estuprador e bandido. Eu nunca vi pobre fazer isso.
Talvez vc se sinta bem falando da classe média, vai ver vc se projeta, só isso.

Se quer saber pq existem e como surgem os criminosos é só ler esse livro: Crime and Human Nature

Não é um livro esquerdista, não é um livro politicamente correto… talvez te deixe puto. Mas é a realidade.

Eu “cago” para as leis do estado como a maioria das pessoas que eu conheço – Se essa tal de classe média faz protestos é pq eles são obrigados a obedecer leis pq tem algo ah perder – a maioria dos brasileiros não é assim.

Então não projete essa visão de pobres como pessoas com tendências criminosas e com pensamentos típicos de uspianos. Isso é coisa de rico… e é manjado por todo mundo, ok ?

Texto batido, politicamente correto e chato que dói.

Bandido Bom é Bandido morto ? Nem todos. Mas matou tem que morrer, estuprou se não morrer na cadeia vai morrer na rua, na mão do povo ou da polícia. Pq defender estuprador só sendo esquerdista mesmo.

Raphael Almeida

maio 6 2013 Responder

Meu caro , você fala em direitos humanos pra lá , diz que a culpa do sujeito ser bandido é que ele não teve formação , não teve escola e papapa.Se fosse assim , então intelectual não roubava , não assassinava , etc.Robson o seu problema é que você é muito teórico , tem um discurso lindo, aliás tudo é lindo na teoria , energia renovável oh que coisa linda!! , mas não é tão lindo na prática.Esse teu texto me revela um lado sombrio teu que , aliás, é uma característica dos psicopatas-veja não estou chamando você de psicopata!- você não tem empatia , ou seja, não se coloca ou não consegue se colocar no lugar das vítimas desses desses monstros e também me parece que não sente a dor das famílias que choram a perda de um ente querido.

Robson, indignação é pouco , não há palavra pra definir a revolta que se sente em tu ver um individuo queimando um ser vivo que tu sente dor ,o que eu vejo é que isso já se tornou normal no Brasil, tanto que tu faz um texto desse, discutindo sobre a falta de oportunidade ,ora Robson ninguem faz isso por falta de oportunidade !!!!!!!! isso é maldade mesmo .Eu sou um cidadão de bem pago meus impostos cumpro minhas obrigações e não quero que um dia um bandido desses queime minha mãe ou meu pai ou algum parente meu por isso meu velho como dizia meu saudoso avô que foi assassinado por um professor do cefet : ARNALDO FERNANDO LOPES MAÇAIRA .BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO .E hoje ele continua solto tocando o terror por ai e tu defendendo esses puto .ah não é porque ele não teve oportunidade coitadinnho , leva ele pra tua casa!!!!!!!!!!!

    Robson Fernando de Souza

    maio 6 2013 Responder

    Me diz se isso vai resolver o problema da criminalidade.

    P.S: você acabou de confirmar o que eu dizia sobre a sede de vingança.

    ~epix

    maio 6 2013 Responder

    Você está partindo da premissa de que quase todos crimes são causados por doenças mentais (maldades intrínsecas à pessoa), algo extremamente falso. Esse gráfico exemplifica: http://goo.gl/hsKA0 63% dos crimes nem sequer culminam em homicído, para se ter ideia. Então generalizar criminosos como doentes sem tratamento, e sugerir que os “cidadões de bem” tenham por obrigação levantar a bandeira de “Bandido bom é bandido morto”, é extremamente contraditório quando comparado com dados impíricos.
    Aliás, se seguirmos a linha de raciocínio da “vingança como solução”, deveríamos, simultaneamente, punir sem dó nem piedade todos os Estados de praticamente todos os países do planeta, por terem matado milhares de inocentes no curso da história, tanto por motivo de “erro ocasional” (efeito colateral da violência policial), quanto devido à “polícia do pensamento”, que vê grevistas, anarquistas e anti-capitalistas em geral como loucos e rebeldes sem causa, merecedores de punição severa culminando algumas vezes até em morte (vide os Martírios de Chicago, o dia em que o feriado do 1º de Maio foi ganho com sangue).

      Raphael Almeida

      maio 6 2013 Responder

      Caríssimo Epix no trecho em que você coloca: “quanto devido à “polícia do pensamento”, …que vê grevistas, anarquistas e anti-capitalistas em geral como loucos e rebeldes…” .Se vê a falta de informação que se tem, mas tudo bem .Procure estudar sobre a história da União soviética e um sujeito chamado Stalim e quantas pessoas ele matou , não satisfeito procure saber de um indivíduo chamado Mao-tse-tung .Eu não vou lhe dizer a quantidade de pessoas que esses sujeitos mataram , pesquise você mesmo e venha me refutar , só um detalhe esses cidadãos não eram capitalistas não meu caro .

      Quanto a premissas.Não é parto da premissa de bandido é bonzinho, se tu pensa assim que um bandido se recupera ,te faço uma pergunta?

      Tu confiaria em um estuprador que cumpriu sua pena normalmente com atestado de recuperação do juiz , psicologo ,etc para trabalhar como jardineiro na tua casa com tua esposa e teus filhos enquanto tu trabalha??

      E meu caro , pensou um pouco , sabe porque? porque além das leis, existem a regras de ouro que são iguais a um cristal so se quebra uma vez e não se reconstrói mais .

      Repito sabe o que falta a vocês enpatia se colocar no lugar ,ou quando um marginal desse atingir vocês ,vocês mudam de opinião, ah mudam , porque a dor é muito grande e destrói tudo a família toda , não se dorme , não se come , só se chora!!!!!

      Bicho, tu acha que ums caras que invade uma casa de família estupra a mulher do cara e na casa tem uma criança de 3 meses ,sabe o que eles fazem ?colocaram a criança no microondas sério NA PORRA DO MICROONDAS . Agora me diz o que é que um cara desse merece . AH mas a culpa é do governo.[Trecho ofensivo e grosseiro apagado. Respeite as regras de civilidades dos comentários, ok? RFS]

~epix

maio 5 2013 Responder

Concordo plenamente com o texto, mas tenho algumas perguntas.
Tendo em vista o conceito básico de que violência policial nunca resolverá o problema mesmo, como podemos lidar com crimes que ocorrem enquanto não conseguimos atingir um sistema sócio-econômico mais igualitário e libertário (que obviamente só será implantado por movimentos populares, já que esperar isso do estado e das corporações é como esperar que chuva caia de lado)? Já leu algo sobre?

A propósito, Robson, estou iniciando um site onde discutirei diversos assuntos que você discute aqui, como direitos animais, ecologia, antimilitarismo e, com grande foco influenciador de todos anteriores, anarquismo. Aceitaria uma parceria?

    Robson Fernando de Souza

    maio 5 2013 Responder

    Massa, vou aceitar sim essa parceria =) Obrigado!

    Sobre isso, a solução provisória, imagino eu, seria uma polícia desmilitarizada e treinada ao respeito aos Direitos Humanos, ao mesmo tempo em que o sistema penitenciário fosse reformado de modo a realmente recuperar os detentos e o sistema educacional fosse mudado do seu conservadorismo e precariedade atuais para um molde libertário e bem estruturado. Mas ao meu ver, polícia plenamente respeitadora dos DH, que não seja robô sob controle de um Estado opressor, acho bem difícil.

Raphael Almeida

maio 4 2013 Responder

Robson , minha discordância com esse teu texto é abissal e só me confirma a embriaguez constante que tu vive diante da realidade.Eu fiquei com raiva ao ler esse teu texto recheado de demagogia barata que eu vou te refutar mais tarde, quando tu sai do teu tema de domínio ,direitos dos animais, esse domina como ninguem e eu sempre vejo muita lucidez, haja paciencia . abraço!!!!! saudades

    Robson Fernando de Souza

    maio 4 2013 Responder

    Se você está com raiva, acalme-se antes de vir comentar aqui. E já aviso de antemão: se você vier comentando com agressividade e/ou usando de preconceito na tentativa de refutar, vai ter o comentário bloqueado e não será respondido.

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