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maio13

Razão e emoção juntas pelo reconhecimento dos Direitos Animais
Razão e emoção se equilibram no respeito aos Direitos Animais.

Razão e emoção se equilibram no respeito aos Direitos Animais.

É inegável que os Direitos Animais têm um fato biológico como sua base ética: a senciência de muitas espécies animais, cada vez mais reiterada pela Ciência – a Declaração de Cambridge, que atestou a consciência neurológica para mamíferos, aves e moluscos cefalópodes, não deixa mentir. Mas esperar pela Biologia é problemático quando se trata de se escorar completamente numa hipotética confirmação de que a senciência deles é igual à humana para se tornar vegano, postura de algumas pessoas da área de Biologia. Também constitui problema esnobar as descobertas científicas em promoção de critérios subjetivistas sobre por que respeitar ou não determinados seres.

Ao contrário do que esses indivíduos pensam, nem a Ciência – seja lá em que métodos e conceitos se baseie – nem a subjetividade emocional pessoal devem ser o único fundamento do nosso reconhecimento e respeito aos interesses individuais dos animais não humanos.

Leia o artigo completo no Veganagente

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