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jul14

Raphael Tsavkko Garcia: O teatro midiático e político na perseguição a ativistas

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Trago a parte inicial do texto do meu colega Raphael Tsavkko Garcia, divulgado semana passada no site do Correio da Cidadania, sobre o verdadeiro teatro que a mídia oligarca tem promovido contra as manifestações de defensores dos Direitos Humanos, incluindo o #NãoVaiTerCopa, e seus participantes vítimas de perseguição política.

 

O teatro midiático e político na perseguição a ativistas
por Raphael Tsavkko Garcia

Os veículos de comunicação do Grupo Globo têm dado não apenas repetidas amostras de jornalismo rasteiro ou mesmo de anti-jornalismo, mas ainda não conseguiram explicar as informações privilegiadas a que têm acesso, num processo que sequer os advogados de defesa dos acusados o conseguem.

O caso dos 23 perseguidos políticos, que tem em Elisa Quadros, a Sininho, o principal alvo da mídia global, demonstra quão perigosa para a democracia pode ser a relação entre um grupo de comunicação e governos, a polícia e setores do judiciário. Sininho tem sido alvo de acusações que parecem roteiro de novela de péssima qualidade, algo que a Globo tem experiência em produzir.

Roteiro macarrônico de novela de quinta em que uma única pessoa parece ter tomado a frente em uma campanha para queimar edifícios públicos, tocar o terror e tudo isso sem que o real propósito sequer fosse mencionado.

O que moveria Sininho? Qual sua motivação e objetivos? Isto os veículos do Grupo Globo não conseguiram ainda bolar. Os personagens e a trama estão dispostos em um cenário quase apocalíptico, mas ainda não conseguiram encaixar detalhes fundamentais à trama.

Tampouco conseguiram explicar como pessoas que nunca se viram na vida estão relacionadas e como elementos anarquistas teriam função de direção em organizações hierárquicas. O enredo da novela global simplesmente não bate com a realidade, ainda que esta nunca tenha sido a preocupação.

Leia o artigo completo aqui

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