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fev17

10 motivos para você resgatar e renovar a esperança no futuro – o 6 vai colorir seu dia e fazer você sorrir

Esperança!

Você está desesperançoso(a) e pessimista em relação ao futuro do Brasil e do mundo?

As notícias ruins por aí estão te deixando para baixo, num estado de melancolia e descrença?

Tenho a alegria de dizer: a esperança está viva, e sempre viverá. O futuro tem sim solução – ou melhor, múltiplas soluções. E você pode resgatar essa esperança dentro de si o quanto antes.

Trago a você dez motivos que fazem milhões de pessoas – incluindo eu – continuarem vívidas e vigorosas em suas diferentes formas de luta por um mundo melhor, contra os retrocessos que a direita conservadora e neoliberal impõe ou quer impor aos países que ela governa ou quer governar.

Convido você a lê-los todos, e prometo: ao concluir a leitura deste texto, um sorriso irá estampar seu rosto. Tenho fé de que a semente da esperança nas lutas sociais e no futuro será (re)plantada e florescerá pouco a pouco em sua consciência. E é bem possível que você sinta, muito em breve, uma vontade fervorosa de participar de alguma luta em andamento.

 

1. Todo momento de crise tem sua diminuição gradual e seu fim. E é da crise que brotará a prosperidade do futuro

Planta nascendo entre folhas mortas

Planta nascendo entre folhas mortas: a vida que surge por meio do que morre. Foto: Verde Java

O fluir dos eventos do mundo em ciclos é praticamente uma lei da Natureza. A vida dá lugar à morte, e dos restos da morte brotam novas vidas. Impérios nascem, crescem, chegam ao auge, decaem e desabam, e de seus escombros surgem novas culturas e estruturas políticas.

O mesmo é verdadeiro em se tratando das crises na política e na economia. A prosperidade acaba dando lugar ao estado de crise, e a crise, cedo ou tarde, começa a diminuir até dar lugar a um novo período de desenvolvimento social e econômico e volta da prosperidade.

Será assim também com o governo de Michel Temer, e mesmo com um hipotético governo de direita pós-2018. Esses mandatos não durarão para sempre, e muitos dos retrocessos que impuseram acabarão inevitavelmente sendo revogados, revertidos e/ou compensados.

Ou seja, o estado atual de nuvens pesadas nos céus do Brasil e do mundo é temporário e vai passar. Afinal, o mundo é cíclico, e toda tempestade é sucedida pela bonança.

 

2. Toda ação tem uma reação, ou seja, as ações da direita irão despertar o crescimento das reações da esquerda e das classes populares

Ação e reação, pedra no chão

Toda ação tem uma reação, e isso acontece desde entre a pedra e o chão até na sociedade

Uma das Leis de Newton é que toda ação tem uma reação contrária. A História tem provado que isso também é aplicável à humanidade, respeitando-se as diferenças entre as leis naturais e as dinâmicas sociais humanas.

No caso do Brasil, as políticas impostas federal, estadual e municipalmente têm causado reações negativas em grande parte da população. Ao contrário do que alguns talvez acreditem, a reação, por parte do povo, à aprovação e sanção de tais medidas antipopulares não é de completa impotência, resignação e conformismo.

Não é à toa que temos vivenciado, desde os primeiros dias do governo Temer, protestos nas ruas, ocupações em prédios públicos e greves diante de cada medida opressiva.

E à medida que as políticas impopulares e autoritárias se tornem mais pesadas e insuportáveis para a maioria do povo, a tendência é que as reações desta também se tornem progressivamente mais fortes.

 

3. A insurreição popular será questão de tempo

Protesto exigindo #ForaTemer

Protesto exigindo #ForaTemer. Foto: Pedro Kirilos/Agência O Globo

A panela de pressão popular está acumulando mais e mais vapor e calor, quanto mais os três poderes tornam a vida da maioria da população mais difícil e sofrida.

Enquanto isso, a direita brasileira permanece afeita a velhos vícios e irracionalidades. Carece de uma estratégia política e social que faça seu poder se tornar sustentável e palatável para os mais pobres.

Tudo isso converge para que os mandatos de direita mais antipopulares sejam insustentáveis a longo prazo, e caiam por meio ou das eleições, ou de revoltas generalizadas.

Se a direita não abandonar sua irracionalidade e não rever o que está fazendo, cedo ou tarde a atual sequência de medidas draconianas e antidemocráticas, que nos tem custado cada vez mais caro, vai acabar fazendo a panela de pressão estourar. Aí não terá polícia ou exército que consiga conter a fúria de milhões de cidadãos desprezados e pisoteados pela elite política e econômica e manter a viabilidade de governos tão antipopulares.

 

4. A esperança no futuro e as lutas que ela inspira são uma questão de sobrevivência humana

Vontade de lutar, esperança de vencer

Imagem: Frases do Bem

Muitos seres humanos encontram a graça de sua vida na esperança por um futuro melhor, no qual a sociedade será próspera e tratará a todos com dignidade, qualidade de vida e conforto.

Posso dizer, além disso, que ela é o que mantém muitos seres humanos vivos e os faz ver sentido na vida. Se eles, por algum motivo, a perdessem definitivamente, não estariam mais vivendo, e sim meramente existindo.

É por isso, inclusive, que tantas pessoas são tão apegadas a religiões que lhes prometem um futuro próspero em vida, a salvação e a vida eterna no Paraíso e a vitória do bem contra o mal. Afinal, são ensinadas por elas a serem esperançosas para com o poder divino.

Um outro motivo se soma ao contexto de hoje. A esperança nos tem movido a lutas que, em última análise, decidirão se continuaremos vivos ou morreremos no sofrimento da miséria e da desassistência do Estado.

No caso do Brasil, faço questão de dizer que, à medida que as políticas dos governos de direita forem sufocando a população e lhe inviabilizando uma vida minimamente digna, a resistência e a revolta serão cada vez mais uma questão de sobrevivência, não mais de oposição ideológica. Afinal, se não reagirem com vigor, milhões de brasileiros estarão condenados a morrer de fome, de assassinato ou de doença sem um hospital a acolhê-los.

É por isso que renovar a esperança é tão importante para acabar com a crise, resgatar a democracia e fazer o ciclo político, social e econômico voltar a favorecer o povo humilde.

 

5. Partes das esquerdas brasileiras já começam a promover autocrítica e reavaliação do que deu errado nos últimos anos e propor mudanças de estratégias

Autocrítica na esquerda, Vladimir Safatle

Esse texto (encontre-o no google digitando seu título na busca) é um de tantos que têm aparecido sobre a necessidade da autocrítica na esquerda brasileira. Imagem: Caros Amigos

Depois de todas as derrotas das esquerdas brasileiras nos últimos anos, têm-se multiplicado os clamores por uma autocrítica geral, uma reavaliação sobre o que e por que deu errado. Alguns grupos de esquerda nas redes sociais estão tendo, crescentemente, debates do tipo. E acredito que diversos coletivos sociais com atividades presenciais também estejam fazendo isso.

Também tem havido uma demanda crescente por trabalhos de base, os quais acabarão, cedo ou tarde, começando a ser feitos, por uma questão de sobrevivência das esquerdas.

A tendência é que cada vez mais pessoas se esforcem para superar o estado de decepção e desalento, comecem a buscar soluções e percebam que persistir no pessimismo não muda nada para melhor. Tenho fé de que, logo-logo, será a sua vez de aderir a essa atitude.

 

6. Há muita coisa boa acontecendo por aí, incluindo fatos sociais e políticos

Marcha das Mulheres, Ottawa, Canadá

Marcha das Mulheres em Ottawa, Canadá, em solidariedade às mulheres dos Estados Unidos contra Donald Trump. Ashley Fraser/Postmedia

A atual onda de pessimismo tem como um dos motivos o foco exagerado da mídia e das redes sociais em notícias ruins. Isso tem alheado você de saber algo maravilhoso: tem muita coisa boa acontecendo por aí:

  • ONGs de intervenção humanitária, social e/ou ambiental continuam, a todo vapor, investindo num mundo melhor;
  • O veganismo e a luta pelos Direitos Animais crescem e se popularizam semana após semana;
  • Páginas no Facebook plantam sorrisos nos rostos dos seus seguidores, e cultivam o amor e a boa vontade num mundo onde o ódio e o egoísmo tentam assumir a dianteira, como as Indiretas do Bem;
  • Os Direitos Humanos e o respeito às diferenças continuam se fortalecendo e se difundindo entre a sociedade, a despeito da resistência dos conservadores e intolerantes;
  • O machismo, o racismo, o heterossexismo, a transfobia, a xenofobia e outros ódios são ainda mais repudiados e combatidos pela sociedade do que alguns anos atrás, e isso só tem crescido;
  • Cada vez mais filmes, HQs, desenhos animados, séries, livros de ficção e novelas levam em conta, muito seriamente, a diversidade humana e o combate ao preconceito e à intolerância;
  • Grandes protestos em todo o mundo, como a Marcha das Mulheres, se colocam entre a direita e o objetivo dela de tornar o mundo um playground de privilegiados autoritários e egoístas;
  • Movimentos sociais de grande alcance, como o Black Lives Matter, encontram cada vez mais novos membros engajados e simpatizantes;
  • Sites, blogs e páginas que visam confrontar o senso comum conservador e neoliberal e promover conscientização sociopolítica, como o Voyager, The Intercept e Os Mortadelas, estão se disseminando;
  • Cada vez mais artistas, intelectuais e youtubers se posicionam publicamente em defesa da democracia, dos Direitos Humanos, da equidade e da justiça social, e contra o preconceito, a intolerância, o autoritarismo e o chauvinismo;
  • Movimentos sociais brasileiros como os de pessoas negras, de feministas, de não heterossexuais (lésbicas, gays, bis, assexuais etc.), de pessoas trans e de pessoas com deficiência, apesar dos conflitos internos e de haver muito caminho pela frente, têm obtido vitórias consideráveis nos últimos anos;
  • Cada vez mais pessoas da esquerda, como já foi mencionado, estão fazendo ou incentivando autocríticas individuais e coletivas.

E vão se seguindo as notícias boas e as tendências positivas, que só não têm tido tanto impacto quanto poderiam ter no humor político da maioria da população por serem pouco divulgadas em favor das ruins.

Além disso, é elevada a probabilidade de, num futuro próximo, à medida que o poder da direita se mostrar insustentável e a população prejudicada reagir à altura, termos ainda mais boas novas.

 

7. Há pessoas e grupos por aí batalhando para reverter a crise e virar o jogo, e o que as move é a esperança que resiste e a necessidade vital de continuar em luta

Protesto contra aumento das passagens, Vitória/ES

Os protestos contra os aumentos das passagens do transporte coletivo são uma das reações contra o status quo que têm ocorrido este ano. Foto: Rafael Monteiro de Barros/CBN Vitória

Como o item anterior deixou claro, há muita gente por aí, Brasil e mundo afora, lutando incansavelmente para reverter as crises vigentes e os retrocessos impostos por governos de direita.

Todo um universo de indivíduos e coletivos, muitos deles conectados numa só macroatuação global, está passando a mensagem, para o restante do mundo, que, a despeito da reação conservadora, as sociedades humanas mudam, e essas mudanças chegam para valer, mesmo que eventualmente sofram retrocessos temporários.

E sobretudo, transmitem em alto e bom som, que a esperança resiste, é o motor da ação humana em prol de um mundo melhor e nunca será abatida por nenhum governo ou movimento de direita, mesmo os mais extremistas.

É esse cosmos de movimentos sociais e pessoas independentemente engajadas que nos relembra, todos os dias, da necessidade de renovarmos nossas esperanças pelo mundo bom no qual sonhamos e de não deixarmos o reacionarismo tentar derrubá-las.

 

8. A situação está se tornando cada vez mais propícia ao aparecimento de movimentos, lideranças e grupos conscientizadores de esquerda sintonizados com os problemas atuais

Movimento Popular de Luta

Movimento Popular de Luta, novo movimento social do Mato Grosso do Sul. Foto: Divulgação

Neste mundo em que toda ação gera reação e as lutas políticas fervem por todo lugar, a tendência é que a situação nacional e global fomente o surgimento e ascensão de novos movimentos, lideranças e grupos formadores de opinião de esquerda.

São novas coletividades e indivíduos que vêm renovar as esquerdas no mundo. Buscam livrá-las de velhos erros, vícios e limitações e recarregar as energias e a fé daqueles que eles vêm inspirar a sonhar e lutar.

Num mundo governado por Trumps, Temers, Macris e outros direitistas, a tendência não é que a sociedade como um todo baixe a cabeça, se renda e se submeta aos desmandos deles. Mas sim que as reações se multipliquem, por mais repressão que sofram, e delas surjam novos grupos e ícones de luta política para enfrentar as injustiças.

 

9. Até sob a ditadura militar brasileira havia lampejos de esperança

Passeata dos 100 Mil, Rio, 1968

Passeata dos 100 Mil, no Rio de Janeiro, em 1968. Se até na ditadura militar a esperança por um futuro melhor resistia, por que não resistir hoje? Foto: Divulgação

Para ilustrar o item anterior, nos lembremos de uma emocionante diversidade de fatos históricos em que nem mesmo as piores ditaduras conseguiram calar por completo e para sempre os movimentos sociais e a oposição democrata.

No caso do Brasil, a ditadura militar não conseguiu acabar com todos os focos de resistência de esquerda, apesar de ter derrotado as guerrilhas. O PCB e o PCdoB continuaram existindo na clandestinidade. Pressões diversas conseguiram derrubar, pouco a pouco, a censura dos meios de comunicação.

Movimentos estudantis continuavam se reunindo clandestinamente, apesar da prisão e/ou morte de diversos membros seus. Nas indústrias, o sindicalismo democrata estava em gestação às escondidas, e romperia a casca do ovo com as greves dos últimos anos da década de 1970. E na política, políticos do MDB promoviam uma oposição, ainda que limitada, às políticas do partido conservador situacionista, a ARENA.

Um resumo da história de repressão versus resistência no regime militar pode ser lido nesta linha do  tempo. Nem a mais terrível repressão militar conseguiu matar a esperança no Brasil. Assim sendo, também não será um governo como o de Michel Temer, ou mesmo um temido eventual mandato de Jair Bolsonaro, que irá eliminar a luz dos nossos sonhos.

 

10. O desenvolvimento e reação da esquerda contra a ditadura militar foi um dos responsáveis pela Anistia e pela Redemocratização

Assembleia durante greve de operários, 1979

Assembleia durante greve de operários da indústria em 1979, em São Bernardo do Campo/SP. As greves dos operários no final da década de 70 ajudaram a enfraquecer e encerrar a ditadura militar brasileira. Foto: Iconographia

Para concluir estes 10 motivos de resgatar suas esperanças, revelo algo muito feliz da história de resistência acima: a esperança que a ditadura tentou matar, mas não conseguiu, deu à luz os movimentos estudantis, sindicais e político-partidários que forçariam, entre a segunda metade da década de 1970 e meados da de 1980, o declínio e encerramento da ditadura militar.

Como exemplos mais conhecidos dos movimentos esperançosos que ajudaram a democracia a retornar, estão:

  • O movimento operário do ABC Paulista, do qual surgiu a figura de Lula;
  • O movimento estudantil rearticulado e saído da clandestinidade;
  • O Comitê Brasileiro pela Anistia;
  • As greves em todo o Brasil, com destaque às das indústrias do ABC;
  • O movimento das Diretas Já;
  • Os líderes políticos que retornaram do exílio, como Miguel Arraes e Leonel Brizola;
  • Partidos como o PT e o PDT, que na época levavam muito mais a sério os princípios da esquerda política.

Portanto, há muitos motivos para crer que o governo de Temer e um eventual sucessor direitista pós-2018 não conseguirão impor uma dominação total e perfeita da direita conservadora e capitalista no Brasil. Sempre haverá aqueles com esperança, inspirando o restante da população que se opõe ao governo vigente.

E como foi dito, esses mandatos marcados pelo desamor à democracia um dia irão encerrar, provavelmente graças a insurreições populares que tornarão sua continuidade inviável.

 

Considerações finais

Vejo a vida melhor no futuro...

Imagem editada por Reial Linhares

Se, por um lado, nuvens pesadas de ódio, intolerância e autoritarismo tentam cobrir os céus, pelo outro o amor, o espírito democrático e os movimentos anticapitalistas e anti-status quo continuam vivos e plantando esperança por um futuro melhor, e rompem essas nuvens.

Nesse contexto, ao contrário do que as redes sociais e a imprensa tentam nos convencer, há muitos motivos para você continuar tendo esperança, fé e espírito de luta.

Os conservadores defensores do egoísmo autoritário não conseguiram, não estão conseguindo e nunca conseguirão aniquilar a oposição de esquerda, mesmo quando assumem a dianteira. A própria natureza humana não deixa que isso aconteça.

Pelo contrário, a esperança é o que faz a humanidade continuar existindo, e é ela que sempre nos fará lutar diariamente pela nossa vida e o futuro nosso e das gerações vindouras.

Portanto, leia (e releia, se preciso) os dez motivos, que refutam e podem dissipar o pessimismo, a desesperança e o espírito de derrota. E sinta a esperança, no fundo do seu coração.

O mundo tem jeito sim, por mais que, em alguns momentos, pareça não ter. É esse jeito futuro que nos motiva a viver e sonhar.

Então, vamos sonhar, conquistar outros corações e mentes, multiplicar as boas notícias e construir um mundo melhor. E que, com nossa esperança resgatada e renovada, esse mundo novo se concretize.

 

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8 comentário(s). Venha deixar o seu também.

Guilherme Tuani de Amorim

Fevereiro 3 2017 Responder

Vi o vídeo O que mexicanos pensam sobre Donald Trump, do canal do youtube Caçador de Histórias. Nesse vídeo um brasileiro entrevista uma mexicana e ela fala que no México se aprende muito pouco sobre Revolução Mexicana, pelo fato de o governo mexicano não mostrar sobre isso para os mexicanos não se rebelarem contra o sistema; ela percebeu que a juventude mexicana em sua maioria é egoísta (não estão interessados em mudar o sistema) e pensa em morar nos Estados Unidos; ela falou que o atual presidente do México é neoliberal, privatizou (na verdade em parte privatizada pelo o que pesquisei) a Pemex (Petróleos Mexicanos) e com essa privatização o preço do petróleo do México aumentou de um dia para o outro.

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KmEMUy9zKm0

    Robson Fernando de Souza

    Fevereiro 4 2017 Responder

    Valeu pela indicação do vídeo, Guilherme =) Abs!

Wellington Fernando

Fevereiro 2 2017 Responder

O texto está muito bacana, mas me parece uma espécie de wishful thinking. Minhas esperanças ainda são mínimas, tendo em vista o crescimento do fascismo e da extrema-direita de um modo geral pelo mundo.

    Robson Fernando de Souza

    Fevereiro 2 2017 Responder

    Agradeço, Wellington. E concordo que é trabalhoso buscar notícias boas que façam de minhas colocações algo mais do que um ‘wishful thinking’, já que o que mais tem por aí são notícias ruins e desvalorização do que tem acontecido de bom.

Heloisa Helena G.Salgado

Fevereiro 1 2017 Responder

Ótimas as considerações, Robson! “Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe “,diz o provérbio português.

    Robson Fernando de Souza

    Fevereiro 2 2017 Responder

    Gratidão, Heloisa! =D

luis macedo neto

Fevereiro 1 2017 Responder

Há quem consiga ver ordem no caos. No meio desta nebulosa crise brasileira, surge um texto mostrando que há uma luz! Mas a sensação de impotência persiste. Como vamos aceitar brasileiros sendo anti-patriota? Entregando o nosso patrimônio? A entrega do pre-sal, a venda do Equífero Guarani, que segundo geólogos é o maior do mundo até o momento! Questões como estas deixaria brasileiros patriotas, nacionalista, como Darcy Ribeiro e Leonel Brizola, não estar acreditando em atos irresponsáveis de um governo.

    Robson Fernando de Souza

    Fevereiro 2 2017 Responder

    Cuidado, Luis, que “patriotismo” e “nacionalismo” são parte da ameaça que paira por aí, considerando que parte dos extremistas de direita que têm arrebanhado seguidores se dizem “patriotas” e “nacionalistas”, como os defensores da tal “intervenção militar constitucional”.

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