Arauto da Consciência
10mar/100

Rodeio, tragédia para os dois lados

O do touro, explorado e torturado, e também o do peão, que corre o risco de morte por ser eventualmente pisoteado por um touro sofredor.

Peão morre pisoteado por boi no sul de Minas

Um peão supostamente embriagado morreu na noite de domingo (7) após cair e ser pisoteado por um boi em um rodeio amador na cidade de Camanducaia, no sul de Minas Gerais.

De acordo com a informações preliminares da polícia, o pedreiro Márcio Antonio de Paula, de 30 anos, foi arremessado e pisoteado pelo animal. Ele foi encaminhado à Santa Casa da cidade, mas já chegou morto.

O evento foi realizado sem autorização da prefeitura. O caso está sendo investigado pela polícia local.

Ao contrário de muit@s defensoræs animais, não comemoro essa morte. Mas sim relevo que o rodeio é uma tragédia, assim como qualquer outra forma de exploração de animais. É fato: exploração animal é tragédia para os dois lados -- não-humanos e humanos --, seja na pecuária, seja em pseudoesportes, seja na vivissecção, seja na matança de animais silvestres...

Também não comemoro a morte do peão porque não é com violência ou morte que pessoas ignorantes se tornam pessoas esclarecidas. Mais que o sadismo que muita gente afirma que os peões e vaqueiros têm, o defeito maior dessa gente, normalmente pouco instruída, é a ignorância perante a ética de respeito aos bichos -- e, por mais que relutemos em aceitar, não é simplesmente culpa deles.

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9mar/100

Experiência da “senciência vegetal” refutada

É abundante em sites pseudocientíficos e nos argumentos onívoros a tal "experiência de Backster" em que plantas reagiriam de forma senciente e sentimental a estímulos humanos e ambientais. Por outro lado, pouco é divulgado que os "sentimentos vegetais" já foram refutados. A refutação veio no site The Skeptics Dictionary e está disponível em português.

Reproduzo o texto abaixo e saiba por que a ética pela vida senciente do vegetarianismo e do veganismo não abrange a vida vegetal -- considerando uma moral de respeito ao ser como fim em si mesmo e dotado de interesse de continuar vivendo.

Percepção vegetal (também conhecida como percepção primária ou Efeito Backster)
por Robert Todd Carroll, retirado do site The Skeptics Dictionary

As plantas são seres vivos que possuem paredes celulares de celulose, desprovidos de órgãos nervosos ou sensoriais. Os animais não têm células com paredes de celulose, mas possuem os referidos órgãos.

Jamais ocorreria a um fisiologista de animais ou plantas testar se estas possuem consciência ou ESP, pois seu conhecimento seria suficiente para descartar a possibilidade de que elas tivessem percepções ou sentimentos semelhantes aos humanos. Em termos leigos, plantas não têm cérebro, nem nada semelhante a um cérebro.

No entanto, uma pessoa completamente ignorante a respeito de ciências vegetais e animais não só pesquisou percepções e sentimentos em plantas, como afirma ter provas científicas de que elas experimentam uma ampla gama de emoções e pensamentos. Chama-se Cleve Backster e publicou suas pesquisas em 1968 no International Journal of Parapsychology ("Evidence of a Primary Perception in Plant Life" [Indícios de uma Percepção Primária em Vida Vegetal] 10, 1968).

As alegações de Backster foram refutadas por Horowitz, Lewis e Gasteiger (1975) e Kmetz (1977). Este resumiu os argumentos contra Backster em um artigo para a Skeptical Inquirer em 1978. Backster não tinha utilizado controles adequados em seu estudo. Quando foram aplicados controles, não se detectou nenhuma reação a pensamentos ou ameaças. Esses pesquisadores descobriram que os contornos registrados no polígrafo poderiam ter sido causados por numerosos fatores, entre os quais a eletricidade estática, movimentos na sala, alterações na umidade, etc.

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9mar/100

Trens serviam os nazistas. Navios servem os pecuaristas

10 mil animais são embarcados em navio para serem mortos no Líbano

Neste domingo (7), 10 mil animais foram exportados do Porto de Rio Grande (RS), a caminho de novos centros de concentração de animais: as fazendas de criação e exploração localizadas no Líbano. A bordo do navio-curral Almawashi, do Panamá, os animais serão transportados até o Líbano, onde serão descarregados no porto de Beirute. A viagem leva até 23 dias.

O Brasil, como peça chave na criação e no fornecimento de animais, infelizmente, ainda protagoniza essa indústria cuja matéria prima é o sofrimento, a tortura e a exploração praticados contra esses seres que são, como nós, sujeitos de direito e cuja senciência é comprovada.

Esses animais condenados pelas mãos humanas ao sofrimento não são poupados em nenhum momento, sendo tratados sempre como se fossem meras mercadorias.

A pecuária é uma indústria mórbida, cruel e consiste na criação e exploração de animais para o consumo humano. No entanto, para que ela exista, é necessário que haja quem consuma o seu produto final, que é a carne derivada da morte desses animais. Enquanto houver um mercado de consumo, o negócio prospera.

Essa cadeia de sofrimento só terá fim quando houver uma mudança definitiva no comportamento de cada indivíduo que ainda consome os produtos derivados dessa indústria sanguinária e cruel.

As únicas diferenças entre o carregamento de vidas que está indo para o Líbano ser exterminado e os carregamentos de vidas que viajavam de trem para os campos de concentração para que as mesmas fossem também exterminadas são as espécies e o meio usado: o nazismo usava trens, a pecuária usa navios.

Ferrovia que rumava para um campo de concentração nazista. Hoje são navios que levam as vidas para serem ceifadas no destino.

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8mar/100

Pena de morte (Parte 5)

Pitbulls invadem Casa do Estudante

O domingo de descanso na Casa do Estudante do Nordeste, no Derby, foi bruscamente interrompido por uma perseguição entre cães e gatos. Seria uma clássica brincadeira de pega-pega ou de esconde-esconde. Isso se os personagens fossem outros. Mas os protagonistas eram dois pitbulls que estavam atrás de um gato e que, ainda, fugiam de dois policiais militares. O final da correria não foi feliz. Depois de entrarem pelos cômodos da casa, que tinha cerca de 30 estudantes no momento, os cachorros mataram a gata e foram mortos a tiros pelos policiais.

Tudo começou por volta das 13h, quando os dois cães invadiram a Casa do Estudante. O morador e estudante Claudemir Nunes contou que estava em um dos quartos quando os animais entraram e disse que todos ficaram muito assustados. "Eles só não atacaram ninguém porque a atenção deles estava voltada para a gata. Ela foi morta por eles, que estavam enfurecidos", disse.

Os estudantes contaram que ninguém conseguiu controlar a situação e, com receio de um ataque aos moradores, autorizaram os policiais a atirar. O macho levou três tiros e a fêmea, dois. Até o fim do dia, nenhum guardião dos animais [Pelo menos dessa vez @ redator/a teve o cuidado de não falar "nenhum dono".] apareceu ou procurou saber o destino dos cães, que foram enrolados em um saco de lixo e colocados do lado de fora da casa na expectativa que o órgão público de limpeza os removam hoje.

Mais um triste caso em que a polícia só entende a linguagem extremamente especista do assassinato para lidar com animais, mesmo quando poderia atirar tranquilizantes. Esses guardas não pensam em matar humanos assassinos em fuga -- até porque mesmo o pior dos assassinos tem o amparo da lei --, mas animais que não têm o mesmo raciocínio de bandidos podem ser mortos à vontade, já que não têm quase direito nenhum (apenas o de não sofrer crueldades, muito embora qualquer interesse humano possa cancelar tal direito).

E não é só a polícia que é especista. Experimente organizar um protesto contra o assassinato dos cães. A população vai chamar você de louc@ e dizer que você ignorou o perigo pelo qual as pessoas ali passaram.

E o pior de tudo é que @s verdadeir@s culpad@s, @s tutoræs dos cães, não sofrerão nenhuma penalidade por tutela irresponsável.

Triste deste país onde animais não têm direitos de verdade!

Leia mais:

Pena de morte (Parte 4)
Pena de morte (Parte 3)
Pena de morte (Parte 2)
Pena de morte

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5mar/104

A Cidade das Aflições onívoras contra a Segunda Sem Carne

Como explicado em outras épocas, a Cidade das Aflições é o capítulo do livro O Mundo Assombrado pelos Demônios, de Carl Sagan, em que ele põe uma lista de comentários das pessoas que se recusavam a entender um trabalho dele de ceticismo antiufológico publicado poucos anos antes do lançamento do livro -- e republicado em quase metade deste.

Vemos Cidades das Aflições em vários temas diferentes, onde as pessoas se manifestam, por exemplo, contra a homossexualidade (dando ataques de homofobia ou argumentos falaciosos contra a homossexualidade) e contra medidas econômicas contra a destruição da Amazônia.

Agora a mais nova Cidade milita contra uma proposta de trazer a ascendente campanha mundial de promoção da Segunda Sem Carne para Porto Alegre, divulgada na notícia abaixo:

Vereador propõe criação da “Segunda sem Carne”

O vereador Beto Moesch (PP) protocolou projeto de lei para instituir em Porto Alegre a “Segunda sem Carne”. Pela proposta, residências, restaurantes e demais estabelecimentos que comercializam gêneros alimentícios serão convidados a optar por refeições vegetarianas todas as segundas-feiras.

“O objetivo é promover mais reflexão e conscientização sobre o consumo excessivo de carne. A dieta vegetariana é ecológica, saudável, ética e compassiva. Precisamos disseminá-la o máximo possível entre a população”, defende o parlamentar.

A iniciativa conta com o apoio da Sociedade Vegetariana Brasileira, idealizadora da campanha nacional “Segunda sem Carne”, já adotada pelo governo de metrópoles como São Paulo.

A medida também procura promover o veganismo, filosofia de vida baseada nos direitos animais, cujos adeptos procuram não consumir produtos nem participar de atividades em que há exploração ou uso de bichos, excluindo os alimentos de origem animal.

A expansão da pecuária é uma das principais causas do desmatamento. Além disso, de acordo com pesquisa da Organização das Nações Unidas, cerca de 18% da emissão dos gases causadores do aquecimento global são gerados pela produção de carnes em larga escala.

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4mar/100

Os novos movimentos da Terra-média

Escrito em outubro de 2009

Aqui na Terra-média
Estamos na Quarta Era
Já fazem séculos que Sauron deu no pé
Já faz um tempo que não ouço mais falar de grandes guerras
Entre homens ocidentais e orcs mais homens do sul e do leste.
Estamos vivenciando uma novidade:
Movimentos sociais, políticos e ambientais na Terra-média!

A luta por direitos e por igualdade
Tomou o lugar da luta contra o mal que vinha de Mordor
Apareceram nas últimas décadas uns movimentos interessantes
Deles, dez são mais conhecidos na terra.
Abaixo vou dizer um por um.

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2mar/104

Carta para donos/as de estabelecimentos alimentícios, hotéis e pousadas sobre inclusão de pratos vegetarianos

Faço aqui um apelo, em nome dos vegetarianos do Brasil, para que vocês considerem que nós existimos e, assim como os onívoros que vocês atendem todos os dias, também temos necessidade e vontade de comer fora de casa, incluindo em pontos turísticos. Faço um apelo para que deixem de ignorar nossa existência e fome e passem a  atender também a nós, com pratos que, correspondendo à nossa filosofia de respeito aos animais, não levem produtos da pecuária e da pesca – carne, leite, laticínios, ovos, mel e gelatina comum – entre os pratos principais e ingredientes.

Entendam que também temos o direito a desfrutar da “boa comida” que é oferecida por vocês desde perto de nossos lares até em cidades ou localidades remotas que visitamos turisticamente. Com o detalhe, porém, de que nossa “boa comida” é outra coisa, é algo que vocês hoje não oferecem. Não comemos carne nenhuma, não comemos animais. E muitos de nós não comem nenhum outro alimento que tenha origem animal. Entretanto, praticamente tudo o que vocês oferecem tem algo vindo de animais, exceto, no caso dos restaurantes, a pobre e manjada salada de alface, tomate e cebola, que já é lugar-comum entre vegetarianos que visitam estabelecimentos que não os respeitam.

No caso de lanchonetes e sorveterias, nossa situação é ainda pior. Vocês que administram esses recintos parecem não considerar a existência de uma faminta demanda de vegetarianos que não consomem seus sorvetes ricos em leite ou seus sanduíches que levam algo de origem animal até nos próprios pães.

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2mar/102

Mais uma perversão de cientistas torturadores (Parte 32)

Estudo da Unifesp feito com animais sugere que privação de sono aumenta probalidade para desenvolver infecções e tumores

O sono é uma atividade que ocupa cerca de um terço de nossas vidas e é fundamental para uma boa saúde mental e emocional, além de ser essencial na manutenção de uma vida saudável.

Nos dias de hoje, o estilo de vida e a pressão exercida pela sociedade levam milhares de indivíduos à privação de sono, acarretando prejuízos para a saúde e bem-estar. Em roedores avaliados em estudo realizado pelo Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) a situação não foi diferente.

A privação de sono nesses animais alterou varios­ aspectos do funcionamento comportamental, como memória, ansiedade, atenção, alteração sexual e hormonal, além de danos no sistema imunológico. Com isso, estudos revelam que a regulação fisiológica de sono e a resposta imunológica compartilham moléculas que, por sua vez, comprovam que a privação de sono pode baixar as defesas do organismo contra infecções e tumores.

Foram utilizados nesse experimento 50 animais. Eles foram divididos em quatro grupos, sendo que em três deles foram introduzidas células tumorais. Durante a privação do sono não houve óbito. Isso ocorreu com o passar do tempo devido ao crescimento tumoral, o que era esperado. Como resultado desse estudo, foi observado que a privação de sono, antes da introdução das células tumorais, não modificou a sobrevida dos animais portadores dessa neoplasia.

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1mar/100

A natureza insiste em respirar

Jacaré é capturado em quintal de residência no Jardim Jordão

Um jacaré com quase um metro de comprimento foi capturado no quintal de uma residência localizada na Rua do Progresso em Jardim Jordão, Jaboatão dos Guararapes, na manhã desta segunda-feira (1).

O animal é da espécie papo-amarelo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os próprios moradores conseguiram amarrar a boca do réptil. Os bombeiros irão entregar o animal ao Ibama. Ninguém ficou ferido.

O Jardim Jordão é um bairro humilde de Jaboatão, mais uma de tantas localidades do Grande Recife (a metrópole, não o consórcio de ônibus) que nasceram da bestial destruição da mata atlântica dos morros próximos aos estuários centrais de Pernambuco e subsequente ocupação desordenada.

Da antiga área de mata atlântica hoje ocupada pelo Jordão, a natureza ainda dá felizes pingos de existência, como esse jacaré que apareceu.

É um pequeno feixe de luz furando as trevas do ecocâncer. Uma pequena mensagem nos mostrando que ainda há esperança, ainda podemos salvar a natureza remanescente que o ecocâncer, causado pela bestialidade coletiva humana ao longo de séculos, ainda não destruiu.

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1mar/100

Ambientalismo e Direitos Animais: uma simbiose fraternal

Artigo escrito em junho de 2009

Presenciamos anualmente muitas ações de organismos ambientalistas estatais (IBAMA, Ministério do Meio Ambiente, secretarias estaduais ambientais etc.) e não-governamentais (Greenpeace, WWF, Sea Shepherd etc.) direcionadas ao combate de crimes ambientais que envolvem opressão de animais não-humanos. Tais atuações vêm comprovando e apontando uma verdade essencial que se aproxima cada vez mais do óbvio dia após dia: ambientalismo e Direitos Animais são movimentos irmãos, possuem uma associação perfeita e inquebrantável, e tentar vê-los ou praticá-los de forma separada será uma encaração sempre incompleta e limitada.

Essa associação é muito rica e, mais que uma relação de causa e efeito entre a exploração animal e crimes ambientais, é uma constatação lógica e uma visão ecológica bem mais abrangente e completa. As duas causas completam-se entre si de tal modo que ações de um lado que deem menor importância ao outro serão apenas enxugamento de gelo.

O primeiro ponto principal que torna ambientalismo e Direitos Animais inseparáveis surge na convergência de ambos em zelar pela fauna. O primeiro vê os animais como parte essencial da biosfera ao lado da flora, dos micro-organismos e dos elementos abióticos e o segundo defende que sua integração à natureza como seres livres e íntegros lhes é um direito inalienável, juntando-se numa proteção excelentemente justificada.

O ambientalismo, quando livre das limitações impostas por visões naturalistas e antropocêntricas, inclui todo o Reino Animal em sua esfera de proteção, passando a abranger também os animais domésticos e os humanos, tendo nesse ponto um importantíssimo respaldo dos Direitos Animais e até fundindo-se com este.

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27fev/101

Assine, pelos animais do Recife

O abaixo-assinado que anuncio aqui visa demonstrar o apoio da população recifense (e a solidariedade de pessoas de outras cidades) aos dois projetos de lei a favor dos animais propostos pelo vereador Daniel Coelho (do Partido Verde).

O primeiro é o PL número 31 (não sei de que ano), que institui o Programa para Redução Gradativa do Número de Veículos de Tração Animal, o qual pretende diminuir gradualmente a exploração de cavalos, mulas e jumentos como tração de carroças, além de dar melhores condições de trabalho para catadores que hoje, sem outra opção, exploram esses animais. Como qualquer pessoa minimamente instruída sabe, animais explorados como tração de carroças são submetidos a chibatadas frequentes, obrigados a puxar a carroça de sol a sol, mesmo que a carga desta supere sua força, e até são ocasionalmente agredidos por maus tutores. Esses animais estão sujeitos a desmaiar ou mesmo falecer por estafa, fraqueza, exposição excessiva ao calor ou doenças variadas.

O segundo PL, de número 66 (novamente não sei o ano), dispõe sobre o controle reprodutivo de animais "de rua" (lembre-se: cães e gatos habitam as ruas porque foram abandonados por maus/más tutoræs) e veda a matança indiscriminada dos mesmos. Ao que entendi (embora isso não conste na página do abaixo-assinado), animais sadios não poderão mais ser assassinados, e apenas bichos doentes portadores de enfermidades graves e infectocontagiosas poderão ser eutanasiados dentro de 90 dias. Provavelmente será implantada uma política de castração e vacinação e será combatida a violência dos maus tratos que hoje são praxe no Centro de Vigilância Ambiental do Recife.

Pela solidariedade, pelo bem dos animais do Recife, assine a petição abaixo:

Petição de apoio aos projetos de lei 31 e 66, com objetivos de proteção dos animais "de tração" e "de rua" do Recife

Obs.: este abaixo-assinado não tem fins de apoio eleitoral ao vereador Daniel Coelho ou ao PV.

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27fev/100

É festa de rodeio! (Parte 3)

Essa foi notícia que deu o que falar durante aqueles dias do Inferno de Barretos de 2009.

Boi é visto como máquina nos rodeios e "aditivos" aos animais causam polêmica

As carretas chegam e desembarcam as "máquinas". Socos e choques ajudam a manobrá-las para os boxes... quer dizer: os currais do lado de fora da arena. Isso acontece quatro horas antes de eles começarem a apresentação de oito segundos de salto e rodopios tentando ejetar seu piloto.

Antes da performance, é amarrado um sedém em sua virilha. E é essa tira de lã de cordeiro que gera a maior polêmica do rodeio. Os organizadores falam que o utensílio dá apenas cócegas no bovino para que ele salte em círculos. Para os defensores dos animais, o sedém machuca e é o "aditivo" para tantos saltos na arena. Como boi não dá depoimento, a indústria do peão de boiadeiro segue movimentando milhões (o cálculo oficial fica em R$ 200 milhões).

Um dos que mais faturam nesse nicho são os tropeiros, denominação para os donos das manadas. Paulo Emílio é um deles. Tem 200 touros e quatro carretas para transportá-los. Em sua fazenda, os bovinos contam com exercícios de hidroginástica em um açude que devem atravessar para perder barriga, além de uma pista de areia para fortalecerem as patas.

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27fev/100

É festa de rodeio! (Parte 2)

Mais um vídeo de bestas bárbaras agredindo animais num rodeio do interior de São Paulo.

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27fev/100

É festa de rodeio!

O vídeo já diz por si só a maioria do que eu poderia dizer.

Faço objeções, que no entanto não minimizam a crueldade em que o rodeio consiste: choques elétricos são proibidos por lei e o sedém espreme o ventre, não mais a genitália, do touro -- o que não deixa de ser uma tortura, imagine você tendo o abdômen fortemente apertado por uma corda.

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27fev/100

Analisando e refutando as leis nacionais dos rodeios

Artigo escrito em outubro de 2007

Muitos peões, organizadores de rodeio e mesmo amantes dos rodeios, perante os protestos das associações de defesa animal, costumam argumentar que as leis nacionais dos rodeios existem para legalizar a atividade, distanciando-a da possibilidade de ser considerada crime, minimizar o sofrimento infligido aos animais e coibir maus tratos nessas atividades. Essas leis são a 10.220/01, que regulamenta a atividade de peão de rodeio, e a 10.519/02, que trata de cuidados sanitários e outras providências para os rodeios.

Eles não esperavam, no entanto, que aparecesse alguém para refutar essa lei e seus fundamentos utilizando de análise minuciosa dos artigos, parágrafos e incisos. Como não encontrei nenhum site de proteção animal analisando essas leis, este artigo conseguiu ser uma investida pioneira contra as argumentações dos amantes de rodeios e dos seus profissionais.

Abaixo estão as duas leis federais dos rodeios dissecadas e a análise refutatória das mesmas. Elas estão dispostas na ordem original, sem nenhuma alteração na ordenação dos artigos, parágrafos e incisos. Nenhum artigo, parágrafo ou inciso foi omitido. Cada trecho das leis está entre aspas e suas refutações estão logo abaixo dele.

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26fev/100

A evangelização traz a salvação moral?

Artigo escrito em janeiro de 2009

Esse é um fenômeno quase tão antigo quanto a primeira igreja evangélica e não é exclusivo do Brasil, mas percebi que hoje seus motivos estão fortes como há muito não estavam e tornou-se inevitável uma análise da situação ser feita. Trata-se da recorrência de muitas pessoas, de qualquer classe sócio-econômica, ao cristianismo pentecostal para se refugiar das falhas graves de moralidade que os provedores de cultura de massas vêm cometendo.

Quem ainda não conheceu um evangélico que demonstre manifestamente a rejeição às imoralidades mundanas contemporâneas? É de se notar, no entanto, por quem tem sobriedade intelectual, senso crítico e conhecimento suficiente de abusos religiosos, que, por mais que se espere no cristianismo e na igreja um Eldorado da retidão moral e dos chamados bons costumes, ele não o é e muitas vezes exerce um papel totalmente inverso, o de provedor de outras imoralidades e vícios.

Não é à toa que muitos ex-cristãos que hoje não têm mais religião concluem que, ao contrário do que o crescente número de evangélicos espera em seu novo padrão de comportamento, “aceitar Jesus” não é nem nunca foi garantia de se alcançar uma vida de salvação moral.

“Onde está essa tal decadência moral de que tanto falam?”, é necessário perguntar para querer compreender o ponto de vista cristão. Além daquelas tradicionais afirmações de que “as pessoas estão caindo cada vez mais facilmente na promiscuidade”, “não há mais respeito mútuo como antigamente(?)”, “os valores de hoje estão levando muitos às drogas, ao álcool, à autodestruição”, “o amor ao próximo está sendo desvalorizado” e outras que apontam, com ou sem razão, com ou sem vieses preconceituosos, a tendências de relaxamento do que chamam de “moral e bons costumes”, realmente são apontáveis diversos pontos em que os instrumentos que provêm cultura para as massas e influenciam decisivamente os seus hábitos estão atentando de fato contra a moralidade e agredindo diversos valores éticos sociais nos dias de hoje.

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26fev/102

Espuma da morte, tecnologia de dar inveja aos nazistas

ESPUMA MORTAL

À primeira vista, o uso da tecnologia choca. Mas pode fazer toda a diferença num momento de crise. [A única crise que estou vendo é a crise de racionalidade da espécie humana, que foi capaz de criar mais essa máquina de assassinar em massa.] Ela foi desenvolvida para eliminar rapidamente grandes plantéis – mais precisamente, mil aves por minuto e preservar as condições sanitárias de toda a cadeia produtiva. A máquina que produz a “espuma assassina”, comprada pela Associação Catarinense de Avicultura (Acav), foi apresentada ontem em uma propriedade no município de Arutã, próximo a Concórdia, na região Oeste.

A foto [http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/7809053.jpg] mostra o teste em que foram abatidos cerca de 400 frangos, ontem pela manhã. O equipamento fabricado nos Estados Unidos (imagem menor) garante a eliminação das aves de forma operacionalmente rápida e biologicamente segura, garante o presidente da Acav, Cléber Ávila. Por ter uma consistência maior do que uma espuma normal, ela mata os animais por asfixia.

Ele diz que a criação de uma estrutura operacional e logística para o extermínio rápido de grandes plantéis de aves é uma exigência do plano de emergência avícola que todos os estados deveriam adotar. Trata-se de um cenário hipotético, mas que deve ser imaginado como possível, para que todas as ações de intervenção sejam controladas. O equipamento, que ficará em Concórdia, custou R$ 200 mil, mas poderá ser deslocado para qualquer região em caso de identificação de um foco de doença. SC abate cerca de 700 milhões de aves por ano.

Parabéns a quem desenvolveu essa apreciável tecnologia de matança em massa. @ autor/a dessa façanha levou ao extremo o dogma de que a vida animal não tem nenhum valor fora o sangrento dinheiro da pecuária e desenvolveu mais uma máquina de fazer o mal, causar sofrimento, dor e morte em grandes proporções.

Essa pessoa deve estar orgulhosa agora. Agora o número de animais a serem mortos a cada dia vai crescer bastante graças ao eficiente engenho d@ Doutor/a Eichmann que irá, com muito sangue e sofrimento, aumentar os lucros da pecuária avícola. Porque, afinal, ela precisa matar mais para recuperar os lucros neste momento de crise, não é?

@ criador/a dessa espuma assassina merece o Prêmio Adolf Hitler de Ciência e Tecnologia.

Infelizmente, ao contrário de tantos nazistas que atuaram contra seres humanos, a entidade zoonazista criadora da espuma não será caçada e levada à Justiça por nenhum Simon Wiesenthal da vida.

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25fev/102

Dez frases que nunca direi

Obs.: a ordem não quer dizer nada.

1. Velha, me dá dinheiro pra comprar um galeto ali na esquina?

2. O homem [predicado qualquer, não relacionado a gênero, sobre biologia, filosofia ou ciências humanas].

3. Ainda vou comprar aquele Nike Shox made in China fuderoso.

4. [no telefone] Vou fazer um churrasco aqui na frente de casa nesse domingo, com carne de todo tipo, pra todos os gostos, e você está convidada.

5. É isso mesmo, eu deixei de ser vegetariano, desisti.

6. Tô chateado porque me esqueceram de convidar pra Vaquejada de Carpina.

7. [Algum/a colega vegetarian@], você deveria pensar nas crianças que estão passando fome no centro da cidade em vez de estar discutindo sobre animais irracionais.

8. Anuncio logo: vou querer de presente os últimos CDs de Jennifer Lopez e Amy Winehouse.

9. Esse cachorro tem dono [sic]?

10. Em nome do pai, do filho, do espírito santo, amém.

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25fev/100

Ação contra a pesca salva e restaura vida nos recifes australianos

Austrália: proibição da pesca recuperou vida marinha em corais

Um estudo divulgado na última segunda-feira indica que a proibição da pesca em 2004 em parte da Grande Barreira de Corais da Austrália possibilitou que a população de algumas espécies de peixes dobrasse. O relatório, divulgado na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, foi produzido por um grupo de pesquisadores da Austrália.

Em 2004, a pesca foi banida em uma área de 32% da barreira que se estende por 2,6 mil quilômetros e sobre uma área de 344 mil quilômetros quadrados na costa de Queensland, nordeste da Austrália. Hoje, a densidade de peixes nessa zona protegida é o dobro das demais regiões.

Um dos destaques é a truta dos corais (Plectropomus leopardus), cuja população dobrou em apenas dois anos a partir da proibição da exploração desses corais. A população de tubarões também é 100% maior na área protegida em relação ao restante da barreira, diz o estudo.

"Os resultados são realmente impressionantes", disse Laurence McCook, líder do estudo. "Manter uma grande proporção de áreas protegidas é bom para a vida marinha, é bom para os peixes e é bom para as pessoas que dependem dos corais para viver", analisou McCook, referindo-se à indústria pesqueira e ao turismo.

Apesar da recuperação, McCook enfatiza que a Grande Barreira de Corais australiana, a maior cadeia de corais do mundo, ainda está sob grande risco por causa da mudança climática. O aumento da temperatura e da acidez da água do mar prejudica sensivelmente a vida nos corais.

Meus parabéns e obrigado à Austrália por ter suprimido o assassinato em massa de animais, que atende pelo gentil nome de pesca, daquela área. A notícia é mais uma prova de como a pesca é uma atividade altamente destruidora que ameaça a vida de qualquer corpo d'água onde se estabelece. Minha palavra neste parágrafo pode parecer pesada, mas é a dura verdade existente por trás da dita tão saudável carne de peixes.

A vida nas águas da Terra agradecerá muitíssimo se a pesca passar a ser progressivamente proibida em cada vez mais regiões e socialmente desencorajada em nome de uma alimentação ética e ambientalmente amigável.

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25fev/102

Uma tragédia que só aconteceu graças à exploração animal

Treinadora morre ao ser atacada por baleia orca

A treinadora Dawn Brancheau, 40 anos, morreu ao ser atacada por uma baleia orca, nesta quarta-feira (24), no SeaWorld de Orlando (EUA). Até o momento, especula-se que ela teria caído no tanque em que fica o animal, onde sofreu o ataque.

Segundo informações de emissoras de TVs americanas, o incidente teria acontecido em frente ao público. Segundo um comunicado da SeaWorld, uma investigação pretende esclarecer a possível causa do ocorrido.

Essa tragédia só aconteceu porque a orca estava ali sendo explorada a fim de entreter as pessoas. Tentam domar os animais para que se tornem "divertidos", muitas vezes sob tortura, mas nunca conseguirão anular os seus instintos.

Sinto muito pela morte da "treinadora", mas a realidade é que a tragédia da exploração animal inevitavelmente resulta em mais tragédias, com consequências destruidoras também para a vida humana.

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24fev/100

Só essa vez? Pense bem!

Artigo escrito em dezembro de 2008

Você, um vegetariano completo convicto, ou que assim se diz, está numa festa tal. Diante de um aglomerado de doces e salgados com ingredientes de origem animal – leite e ovos na composição –, não resiste e come alguns. A desculpa é: “é só essa vez mesmo”. Caro amigo vegetariano que caiu em tentação, não é porque é apenas uma vez, apenas alguns gramas, que a ingestão de secreções animais – leia-se leite e/ou ovos, in natura, em forma de derivado ou como ingrediente de alguma guloseima composta – se torna isenta de objeção ética. Não é porque o consumo é mínimo que o leite e os ovos se tornam inofensivos para os animais que os expeliram. Isso vale também para quem se diz “veg” e, com a equivalente desculpa de que é só por uns instantes, de que é só um filete ou dois corações de galinha, não resiste à tentação da carne num evento “especial”.

Essa infeliz atitude acontece até com quem é vegetariano pelos animais, ironicamente. Pode vir com a desculpa de se “libertar” temporariamente da “limitação” de opções – já que não há disponibilidade de guloseimas vegetarianas/veganas na maioria das cidades. É, enquanto um humano se “liberta” de um cardápio que ele não luta para expandir, mais uma vida que poderia ter sido poupada de sofrimento e abusos é explorada graças a alguém que se diz seu defensor.

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23fev/106

Reflexão sobre a campanha #GoVegetarian no Twitter

O último 20 de fevereiro foi um dia em que o Twitter foi palco de uma bonita militância conscientizadora. Nesse dia, como previamente combinado entre internautas vegetarianos, o termo #GoVegetarian foi incluído entre os “trending topics” (lista de palavras mais utilizadas no Twitter) brasileiros daquele site e permaneceu com esse status por 16 horas seguidas. A consciência vegetariana mostrou que pode fazer muito barulho de agora em diante no Brasil – pelo menos na internet brasileira.

Posso dizer que foi a primeira atuação da militância vegetariana brasileira com envergadura nacional bem-sucedida. Parafraseando Lula, “nunca antes na história deste país” as ideias que fundamentam o vegetarianismo foram expostas de forma tão aberta e pública. Pela primeira vez uma grande população, estimada no mínimo em centenas de milhares, foi exposta pelas mais que diversas mensagens de conscientização que a tag #GoVegetarian acompanhava.

Estas foram bastante diversas: frases de efeito, citações de vegetarianos famosos, links para páginas de sites veg(etari)anos e respostas aos contra-argumentos dos onívoros foram os mais frequentes tipos de mensagens que puderam ser distribuídas, vindas de vegetarianos.

Era manifesto o desejo não de fazer a população brasileira do Twitter adotar o vegetarianismo imediatamente tal como um cristão prega para que o interlocutor se converta sem reflexão racional, mas de convidar as pessoas à reflexão sobre os males que a alimentação onívora traz ao mundo – animais, meio ambiente, saúde humana e questões sociais.

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23fev/100

“Crueldade contra animais nas seções de curiosidades” no Observatório da Imprensa

O artigo Crueldade contra animais nas seções de curiosidades: jornalismo antiético está no Observatório da Imprensa:

Jornalismo antiético - Crueldade contra animais nas seções de curiosidades

Entre, leia e comente (se desejar, lá e aqui)! E ajude a pressionar a mídia online para que pare de tratar o sofrimento e exploração de animais como algo "bizarro" ou "curioso".

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23fev/100

Terra não aguenta o carnivorismo da humanidade

Obs.: o carnivorismo do título significa "consumo de carne", não a dieta exclusivamente à base de carne de felinos.

Terra é incapaz de acompanhar ritmo atual de consumo de carnes e pescado

No topo absoluto da cadeia alimentar, os seres humanos se dão ao luxo de comer de tudo, mas a um preço elevado: a pesca massiva está levando as espécies marinhas à extinção, e a piscicultura polui a água, o solo e a atmosfera - o que precisa fazer com que mudemos de hábitos.

Alimentar a humanidade - nove bilhões de indivíduos atpé 2050, segundo as previsões da ONU - exigirá uma adaptação de nosso comportamento, sobretudo nos países mais ricos, que precisarão ajudar os países em desenvolvimento.

Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), publicado nesta quinta-feira, a produção mundial de carne deverá dobrar para atender à demanda mundial, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.

Um chinês que consumia 13,7 kg de carne em 1980, por exemplo, hoje come em média 59,5 kg por ano. Nos países desenvolvidos, o consumo chega a 80 kg per capita.

"O problema é como impedir que isso aconteça. Quando a renda aumenta, o consumo de produtos lácteos e bovinos segue o mesmo caminho: não há exemplo em contrário no mundo", destacou Hervé Guyomard, diretor científico em Agricultura do Instituto Nacional de Pesquisa Agrônima da França (INRA), responsável pelo relatório Agrimonde sobre "os sistemas agrícolas e alimentares mundiais no horizonte de 2050".

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23fev/105

FFFFFFFFUUUUUUUUU-

Essa infelicidade foi baseada em fatos reais. E aconteceu comigo!

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22fev/101

Sobre a atribuição de hipocrisia aos onívoros contrários a abusos contra animais

Quem disse que é bom ser intolerante contra não-vegetarianos que estão começando a defender animais? Clique na imagem para vê-la ampliada

Artigo escrito em maio de 2009

Em muitas discussões entre onívoros simpatizantes da defesa animal e vegetarianos idem, as quais envolvem os mais diferentes assuntos de crueldade contra animais, costuma haver uma acusação por parte de alguns do segundo lado de que os primeiros seriam hipócritas por terem um respeito dito parcial e seletivo pelos bichos.

Muitos acusadores costumam pensar que estão contribuindo para a melhoria da consciência dos onívoros quando promovem tais críticas não-construtivas, mas não é preciso pensar muito para se constatar que essa atitude acusatória é inadequada e compromete não só o esforço global de esclarecimento e conscientização ético-alimentar como também a própria reputação dos vegetarianos e veganos perante a sociedade.

Em fóruns de internet tematizados na defesa dos animais não-humanos, como comunidades anti-rodeio, anti-vivissecção e de Direitos Animais, e até em algumas discussões presenciais, alguns vegetarianos se deixam levar pelo impulso emocional de “apontar o dedo”, abrem mão da sensatez e da paciência e lançam-se a acusar de hipocrisia os debatedores que ainda ingerem alimentos de origem animal. Argumentam que é incoerente e não faz sentido alguém prezar pela vida e integridade de alguns animais enquanto come sem remorso a carne de outros que sofreram muito em matadouros e granjas, por isso quem comete essa contradição seria hipócrita e não teria moral para falar de amor e compaixão para com bichos.

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22fev/100

Eles próprios assumem: o rodeio incomoda os animais!

Mesmo com seus eufemismos, alguns sites que dedicam um espaço a esse show de violência, exploração e atrocidade chamado rodeio reconhecem que o a atividade realmente incomoda os animais explorados.

Primeiro, o UOL Notícias, que reservou uma infeliz seção especial ao rodeio no ano passado e fala explicitamente sobre incomodar:

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22fev/100

Detalhes importantes da vaquejada

Esses são detalhes que o próprio site Vaquejadas.com divulga. São comprovações de que a atividade envolve agressões que vão além do ato de perseguir e derrubar um boi.

Parte da regra (grifo meu):

Dois dos acessórios são:

A espora...

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