Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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26

abr 2013

camundongo

A ação direta do grupo ativista Fermare Green Hill (em português, Parem Green Hill) passa uma mensagem à comunidade científica do mundo inteiro: o escravismo científico que vitima animais não humanos e condena à dependência os humanos não será tolerado pelos abolicionistas. E essa mensagem precisará ser levada a sério, porque a ideologia do especismo e dos interesses econômicos farmacêuticos não vai para sempre governar as ciências biológicas experimentais e manter mesmo os mais compassivos e empáticos humanos reféns do consumo de medicamentos e terapias de origem cruel.

Recentemente ativistas abolicionistas do grupo mencionado fizeram em Milão, na Itália, uma operação de resgate e sabotagem de um experimento que havia condenado de nascença centenas de camundongos e coelhos a problemas graves, como autismo, esquizofrenia e imunodeficiência. A operação contou com o resgate de cerca de cem animais e o embaralhamento dos números das gaiolas onde eles eram mantidos perpetuamente presos, além de alguns terem se acorrentado a portões e centenas de pessoas estarem protestando do lado de fora do centro de pesquisas.

Leia o artigo completo no Veganagente

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11

abr 2013

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

Parte 1 | Parte 2

Aqui seguem as últimas das 13 razões que fazem do abolicionismo animal uma bandeira a ser segurada pela esquerda política.

 

10. Os DA são anticonservadores, no sentido de rejeitar a conservação ou o retrocesso do status quo

Como exposto no item anterior, a esquerda vive em permanente conflito com a direita. Quando embandeirada próxima da completude, é anticonservadora por excelência, no que tange a rejeitar a conservação ou o retrocesso dos valores morais que regem a sociedade.

Tópicos do pensamento conservador, como a perpetuação das mesmas normas morais, a demonização da homoafetividade, a aversão a atitudes de liberação sexual, a restrição da vida da mulher ao espaço doméstico, a oposição incondicional ao aborto, a subvalorização dos Direitos Humanos, a oposição à “desordem” mesmo quando esta significa mobilizações sociais legitimamente democráticas etc., são pensados de maneira exatamente oposta no caso de grande parte da esquerda. (mais…)

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10

abr 2013

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

Parte 1 Parte 3

Abaixo prosseguem as treze razões que fazem os Direitos Animais serem uma bandeira a ser sacudida pela esquerda.

 

5. Os DA defendem um sistema educacional libertário baseado no incentivo ao pensamento antidogmático e ao questionamento das injustiças e preconceitos

A esquerda moderna, pelo menos desde Paulo Freire, defende uma ou mais formas de pedagogia libertária, que incite os alunos a serem livres pensadores dotados de forte senso crítico, terem aversão a dogmas e encararem ideologias com questionamento e ceticismo. O livre pensar, o antidogmatismo, o questionamento de uma ordem injusta, tudo isso é encorajado no esquerdismo como uma maneira de se opor ao conservadorismo e mudar a sociedade para uma ordem de igualdade e justiça social.

E os Direitos Animais fazem exatamente tudo isso. A oposição aos dogmas e preconceitos do antropocentrismo, do especismo e do carnismo, tal como a luta contra essa tríplice ideologia, é estimulada pelo incentivo a esses mesmos comportamentos. A educação vegana é defendida como algo que questiona, que enfrenta, que muda, que não se conforma com um status quo baseado em escravidão, hierarquização moral e violência, tampouco com as “verdades” ideológicas por ele reproduzidas. (mais…)

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09

abr 2013

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

A bandeira da libertação animal também é vermelha.

Parte 2 | Parte 3

Aviso: Se você diz não gostar de “rótulos políticos” ou “ismos”, terá dificuldades em compreender o texto. Aqui é clara a divisão ideológica do espectro político entre esquerda e direita, embora não esteja estabelecida uma divisão rigorosa das pessoas entre esquerdistas e direitistas, visto que alguém pode ser ao mesmo tempo libertacionista para algumas causas e conservador para outras.

A esquerda libertária contemporânea, que abrange desde o estatismo socialista de soberania democraticamente popular até o anarquismo, tem negligenciado uma causa que tem tudo a ver com ela – os Direitos Animais, a libertação dos animais não humanos do atributo moral forçado de coisas sob propriedade humana e da violência inerente a esse tratamento objetificante. Aliás, a maioria dos esquerdistas tem desprezado os DA, enxergando-os sob uma ótica deturpada, com direito a alguns os considerarem uma ideologia de direita e anti-humanista. E isso precisa ser consertado desde já.

Não é preciso muito malabarismo político para perceber que os Direitos Animais têm muitas características em comum com as das demais bandeiras da esquerda do século 21 e praticamente nada similar ao que a direita moderna defende, e isso os torna essencialmente uma causa a ser abraçada, defendida e praticada pela asa esquerda. (mais…)

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29

nov 2012

Depois de duas semanas de adiamento, está no ar uma série que promete polêmica. Os limites do veganismo, no Consciencia.VLOG.br, destrincha aquilo que o veganismo sozinho não consegue alcançar, como o consumo de medicamentos, rações animais e combustíveis e o atingimento do próprio objetivo de abolir a escravidão animal, e sugere diversos meios de ativismo abolicionista que sejam praticados juntamente com o veganismo.

A série não desqualifica o veganismo como a providência mínima necessária para libertar os animais no futuro e evitar que muitos animais nasçam para viver em miséria, sofrer e ser violentamente mortos por humanos, tampouco libera o consumo de produtos de origem animal ou do que pode ser boicotado de empresas envolvidas com testes em animais . Mas sim amplia as dimensões práticas de cada vegano, fazendo-o desencanar da crença de que basta ser vegano para salvar e libertar os animais e partir para uma postura que junta o veganismo com o ativismo abolicionista, seja ele virtual ou real. Mesmo as críticas carnistas que poderiam advir da visualização dos vídeos são desmontadas na série – mais especificamente no segundo vídeo.

Se você vegan@ realmente quer libertar os animais, assistir os seis vídeos da série é mais que recomendável. E um aviso: é mais que necessário assistir as seis partes. Assistir só uma ou duas poderá passar ao telespectador impressões ruins e erradas das informações passadas, como que eu estaria fazendo “fogo amigo” contra o veganismo.

Vídeos abaixo: (mais…)

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28

abr 2012

O filme Terráqueos (Earthlings) merece todos os méritos por ser, desde 2006, um grande meio de divulgação dos Direitos Animais e do veg(etari)anismo e um grande introdutor dos leigos ao assunto. Porém, nenhuma obra deve ser isentada de avaliação e críticas. Este artigo não pretende desqualificar e desmerecer o documentário, mas apenas expor algumas limitações dele de modo que futuras obras cinematográficas de conscientização passem a observar os pontos referidos.

Alguns pontos acabaram ausentes e outros foram abordados de um ponto de vista um tanto bem-estarista. Estão descritas abaixo as 12 limitações mais visíveis de Terráqueos: (mais…)

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