Artigo
14

nov 2015

Para quem acredita em divindades pessoais, rezem por Paris. Para quem não acredita, ou prefere ajudar pessoalmente, façam o possível para que os sobreviventes e as famílias das vítimas do atentado sejam aliviadas de sua dor

A quem acredita em divindades pessoais, rezem por Paris. A quem não acredita, ou prefere ajudar pessoalmente, façam o possível para que os sobreviventes e as famílias das vítimas do atentado sejam aliviados de sua dor

Editado em 14/11/2015 às 13h58

Depois do obviamente triste e repudiável ataque terrorista em Paris, com mais uma centena de mortos, muitas pessoas correram para tentar explicar, do alto de seu senso comum, por que aquilo aconteceu. O que se viu a partir disso foi um fétido fluxo de declarações preconceituosas, tanto de pessoas muito religiosas quanto de quem não tem religiosidade (e a odeia), e especulações reducionistas bizarras. (mais…)

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11

jan 2013

Alguns antirreligiosos deixam de ser simplesmente falaciosos e preconceituosos e passam a ser criminosamente intolerantes, como na imagem abaixo, da fanpage Ateus e Agnósticos do Brasil:

loucura-e-doentios

A figura compara o catolicismo e o islamismo, mesmo em momentos de profissão de fé que em nada têm a ver com a vida e os direitos dos ateus, a atrocidades como o nazismo e a tourada. Religiões em sua essência são chamadas de “loucuras doentias” e os religiosos, por tabela, de “loucos doentios” apenas por serem católicos ou muçulmanos. Isso mostra que a antirreligiosidade de alguns ateus está passando de qualquer limite da inofensividade prática e enveredando para a violência, inicialmente verbal – mas que pode passar ao físico caso nada seja feito -, e ao crime explícito de intolerância.

Isso é crime de intolerância religiosa, vide Artigo 20 (incluso parágrafo 2º) da Lei 7.716/1989, e deve ser denunciado. Recomendo denúncia ao Ministério Público.

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