Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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16

mar 2013

big-gun

A imagem acima vem circulando no Facebook, inclusive em fanpages pró-veganismo, exibindo um protesto contra caça com a plaquinha em forma de seta escrito “Big gun, little dick” (grande arma, pequeno pau/pênis) (a plaquinha também foi usada nessa foto). A manifestação aconteceu em 2009, no estado australiano de Victoria.

Convém ressaltar algo que talvez nem tenha passado pela cabeça dos manifestantes em questão: o apelo ao pênis pequeno é uma forma de opressão sexista contra homens, de lhes impor o papel de gênero de portadores de pênis grandes. Eu posso dizer que é a ramificação masculina do slutshaming – enquanto mulheres são constrangidas através de pejorações contra ter uma vida sexual ativa (daí o uso do nome slut, ou “vadia”), homens recebem o mesmo constrangimento pejorando-se o pouco tamanho de seus pênis. (mais…)

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12

jun 2012

Nos meios bem-estaristas, fala-se de “soluções” que tornariam o consumo de alimentos de origem animal algo ético. Duas delas são a bem-estarização da pecuária, com a expansão das criações “felizes”, caipiras ou orgânicas de animais, e a substituição da pecuária pela caça.

Abaixo abordo cada uma delas, mostrando que essas “soluções” no fundo não tornam os animais menos escravos ou seres realmente livres. Dois trechos extraídos do livro que venho escrevendo sobre veg(etari)anismo:

 

Criações “felizes”, caipiras ou orgânicas são uma solução plausível?

Entre muitos vegetarianos não estritos que se iniciaram há pouco tempo na compreensão dos Direitos Animais – e, sob uma ótica ovolactovegetariana, mesmo entre diversos vegetarianos veteranos –, ressoa a seguinte indagação: E se eu passar a consumir “carne feliz”, leite orgânico e/ou ovos caipiras, ambos de fazendas onde os animais vivem soltos e são bem tratados? Ao se ter esse questionamento, parte-se da premissa de que, sendo eliminados os maus tratos propriamente ditos, como privação total de liberdade, superexploração (como pela muda forçada de galinhas) e abusos procedimentais (como a desmama forçada), seria possível haver um consumo ético de alimentos de origem animal. (mais…)

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01

fev 2012

O artigo abaixo foi enviado pelo leitor Raphael Posteraro, e nos mostra a contradição daqueles que vão às matas para “se reencontrar” com a Natureza. É bastante interessante essa abordagem.

 

A (des)ligação com a natureza
por Raphael Posteraro

Buscamos sempre nos encontrar com a natureza, são várias as pessoas que dedicam seus fins de semana a sair da cidade e para ter uns dias de campo em seu sítio, rancho, parques etc. Entretanto nota-se uma contradição em todo esse comportamento. Essas mesmas pessoas que almejar “reencontrar-se” com o ambiente natural são hostis a eles. (mais…)

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28

abr 2011

Artista esculpe rostos humanos em animais empalhados

DA BBC BRASIL

A artista americana Kate Clark cria faces humanas de argila em animais empalhados. A obra, segundo ela, coloca em discussão temas como humanidade, emoção e expressão.

Veja álbum de fotos

Clark diz que se interessou pelo tema da expressividade humana ainda na universidade, onde começou a desenvolver as esculturas. Usando animais empalhados, ela passou a manipular seus rostos, para que pudessem ter expressões semelhantes às humanas.

“Eu amo animais, então sou sensível ao fato de que uso pele animal”, disse ela à BBC Brasil. “Usar o couro do animal e transformá-lo, ao invés de usar elementos artificiais, é o conceito mais importante por trás do trabalho”, diz.

Segundo Clark, sua obra fala sobre a necessidade de equilíbrio entre homens e animais ao tentar aproximar as expressões pelas quais se comunicam, e não sobre a supremacia do ser humano na natureza.

“Em nossa cultura atual, nós desprezamos a importância de nossas semelhanças e parentescos dentro do reino animal”, afirma a artista americana.

PELE, CRÂNIO E ARGILA

Clark recebe, de um fornecedor especializado, a pele com cabeça do animal. A pele é separada e preenchida com espuma. Ela limpa o rosto do animal, retirando pele e restos de carne, e o modifica com uma base de argila, até que se pareça com o rosto de uma pessoa.

A escultora diz que o vendedor de peles com quem trabalha a procura quando tem animais inusitados que não foram vendidos. Ela diz que jamais solicitou a caça específico de um animal para seu trabalho. [Ou seja, os animais cujos cadáveres empalhados são vendidos pelo tal vendedor são animais vítimas de caça. O taxidermista caça animais ou obtém animais caçados para vender. A escultora não encomenda cadáveres, mas acaba financiando a caça ao comprar de um taxidermista.]

A artista procura aproveitar pálpebras, cílios e outras partes originais das faces dos animais nas faces esculpidas.

Ela diz que prefere utilizar familiares e amigos como modelo para os rostos que esculpe aos invés de “faces idealizadas”. Para ela, a escultura final deve contar a história do animal, através de uma expressão facial com a qual os humanos possam se conectar.

“Meu objetivo é que os híbridos sejam honrados, belos e vívidos. Eu evito sorrisos estáticos ou caretas. As esculturas não são feitas para serem sátiras de uma pessoa específica, cuja personalidade é um estereótipo da ‘simplicidade’ dos animais”, diz.

Segundo a americana, as esculturas provocam reações fortes nos espectadores, que muitas vezes não conseguem se aproximar das obras.

“A reação nem sempre é positiva, mas muitas pessoas se interessam pelo trabalho. Já tive pessoas que se relacionaram com ele de várias maneiras, de seus interesses em mitologia a espiritualidade e questões ambientais.”

Conforme se pode inferir da notícia, os animais empalhados não haviam morrido naturalmente ou de atropelamento, mas sim assassinados pela caça. Assim sendo, a “arte” da notícia é uma crueldade, ainda que indireta, e o tal “amor” da “artista” Kate Clark pelos animais é o mesmo “amor” que uma dona de fazenda tem pela galinha que ela matou no galinheiro e está cozinhando na panela. (mais…)

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