Direitos Humanos

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jun 2012

Defender-se de uma acusação criminal usando ad hominem preconceituoso é uma moda que Claudionor dos Santos, um vereador de Mossoró/RN, está tentando lançar. Nessa última semana, Claudionor, ao ter a oportunidade de se defender na tribuna da Câmara Municipal de Mossoró, ele convocou uma oração Pai Nosso e atirou a seguinte “acusação”, segundo mostra o Blog do Dinarte:

“Estamos sendo agredidos por pessoas que não acreditam em Deus e se escondem atrás de instituições. Tenho certeza de que não vão encontrar nada”, disparou [Claudionor]. Apelando para o emocional, o líder do governo afirmou que foi preso na frente de filhos e netos numa situação humilhante. “Podem continuar a perseguição a Claudionor”, desafiou.

O vereador se destacou, como vemos no Blog do Dinarte, pelo uso consecutivo de falácias: ad hominem, apelo à misericórdia e apelo à antiguidade, o que, ao invés de ajudá-lo a se inocentar, definitivamente o torna alguém realmente suspeito por não saber desmentir os fatos que imputaram contra ele.

Mesmo se ele acabar inocentado das acusações, ele ganha a acusação de preconceito contra ateus.

Contra alguém como esse vereador, protesto nenhum vai adiantar. Mas vale trazer a denúncia de ateofobia aqui para mostrar que pode começar a se propagar a mania de usar o ateísmo para tentar “queimar o filme” de pessoas e instituições. Ou seja, mais uma forma de se disseminar preconceito contra ateus.

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