Artigo
12

abr 2015

Panfletos virtuais de Aécio Neves (à esquerda) e Dilma (à direita), focando em números e em menções extremamente vagas a questões qualitativas (clique na imagem para vê-la em tamanho completo). Discutir a educação no Brasil passa necessariamente por pensar que educação se deseja, mas isso é comumente negligenciado.

Panfletos virtuais de Aécio Neves (à esquerda) e Dilma (à direita), focando em números e em menções extremamente vagas a questões qualitativas (clique na imagem para vê-la em tamanho completo). Discutir a educação no Brasil passa necessariamente por pensar que educação se deseja, mas isso é comumente negligenciado.

Tem-se o costume de se reivindicar “mais” e “melhor” educação. Da mesma maneira, acredita-se que adicionar mais professores, mais salas de aula, mais dinheiro de investimento, mais prédios escolares etc. e causar aumento em notas de avaliação estatal (IDEB nacional, SARESP paulista, SAEPE pernambucano etc.) fará a educação brasileira tornar-se substancialmente melhor. Porém há o defeito, quando o senso comum reivindica um ensino que lide com números positivos maiores, de pouco se pensar que educação se quer para os estudantes brasileiros. (mais…)

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