Artigo
10

jun 2015

performance-crucificacao-paradalgbt

Editado em 14/06/2015 às 16h33. Informações divergentes circulam considerando a moça ora transexual, ora travesti. Preferi considerá-la “moça transgênera”, dada a falta de informação definitiva sobre a identidade de gênero dela.

Assistimos, nesses últimos dias, à reação indignada de cristãos que acreditaram que a performance de crucificação feita por uma moça transgênera, na Parada LGBT de São Paulo, foi uma “blasfêmia”, uma expressão de “cristofobia” que “profanou” a figura de Jesus. Mas percebamos que muitas dessas críticas vieram de gente que outrora havia se solidarizado, em janeiro passado, com os discursos “Je Suis Charlie Hebdo”, de alegada defesa da liberdade de expressão, e vive acusando os denunciantes de discursos preconceituosos de “ditadores do politicamente correto”. A contradição de discursos e a hipocrisia gritam nessa hora. (mais…)

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