Criminalidade
28

fev 2016

porte-de-arma

Muitos direitistas assumidos reivindicam, como uma liberdade individual, o direito de andar armado. Afinal, assim “garantem o direito à autodefesa e a segurança”. Mas o que não percebem é que, entre um mundo de paz e ausência de crimes e um onde seja tornado necessário andar armado todos os dias e o tempo todo – e onde a violência só piore a cada dia –, estão optando pelo segundo. (mais…)

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05

dez 2014

Imagens como essa mostram que o armamento civil não visa a paz, e tem como efeito colateral a reafirmação da violência como valor cultural.

Imagens como essa mostram que o armamento civil não visa a paz, e tem como efeito colateral a reafirmação da violência como valor cultural.

Uma das mais conhecidas bandeiras da direita no Brasil é a livre posse e porte de armas de fogo. Argumenta-se que o direito à defesa pessoal armada diminui os índices de crimes como assaltos e homicídios e amedronta os criminosos, que passariam a pensar duas vezes ao investir contra alguém armado. Mas se por um lado existe a possibilidade de pôr assaltantes, homicidas e outros criminosos “no seu lugar”, por outro a liberação do uso civil de armas não traz a cultura de paz à sociedade, mas sim reafirma a violência, a coerção, o medo como pilares desta, além de amplificar, ou pelo menos não diminuir, a possibilidade de outros tipos de crime. (mais…)

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02

maio 2012

Atualizado em 03/05/12

A imagem abaixo, de um meme pouco conhecido entre os brasileiros (a Disaster Girl), vem circulando no Facebook – eu a achei hoje de tarde em meu mural:

A imagem deixa a entender que a ameaça e o terrorismo – no sentido de atacar a casa ou outras propriedades de alguém, e não de, por exemplo, quebrar os equipamentos de um matadouro ou de um biotério – seriam formas válidas de se defender os animais. Incentiva o confronto violento entre os defensores dos Direitos Animais e os especistas, como se estes precisassem não ser educados, conscientizados e libertados do estado de ignorância, mas sim agredidos e submetidos à destruição de sua propriedade sem que isso tenha qualquer efeito positivo em sua consciência moral.

A princípio peço que algum/a leitor/a me traga exemplos de pessoas que, depois de terem suas casas ou carros destruídos, tomaram para si a consciência ética de que os animais, incluídos os humanos e não humanos, são todos dignos de respeito e direitos. Alguém que aprendeu que maltratar animais é errado apenas ou principalmente porque sua casa foi incendiada ou seu carro foi inutilizado. Que foi educado para uma nova ética por via do medo e da violência. Se me mostrarem uma quantidade numericamente grande, poderei talvez repensar sobre este post.

Mas de antemão defendo que esse tipo de imagem tem consequências nada positivas para o movimento defensor dos Direitos Animais. Falo isso por causa dos aspectos abaixo: (mais…)

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