Direitos Humanos

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20

mar 2013

marco-feliciano

Marco Feliciano não para de dar motivos para despertar a repulsa da população por cujos direitos humanos ele deveria zelar. A novidade da manhã de hoje saiu n’O Globo: a equipe do jornal teve acesso a uma entrevista, dada para o livro “Religiões e Política: uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil” em junho de 2012, e descobriu que o atual presidente de jure da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal tinha feito a seguinte declaração, misturando machismo com homofobia:

Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe começa a ficar anulada, e, para que ela não seja mãe, só há uma maneira que se conhece: ou ela não se casa, ou mantém um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vão gozar dos prazeres de uma união e não vão ter filhos. Eu vejo de uma maneira sutil atingir a família; quando você estimula as pessoas a liberarem os seus instintos e conviverem com pessoas do mesmo sexo, você destrói a família, cria-se uma sociedade onde só tem homossexuais, você vê que essa sociedade tende a desaparecer porque ela não gera filhos.

A declaração poderá ser encontrada na página 155 do livro, quando ele for lançado. (mais…)

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04

set 2012

A irresponsabilidade ética e publicitária ao autorizar um anúncio de entidade religiosa fundamentalista não foi exclusiva da Folha de Pernambuco. O Diario de Pernambuco também cometeu a presepada, divulgando anúncio da mesma entidade fundamentalista “Pró-Vida PE”, “mas” com outro tema: a criminalização do direito da mulher de decidir sobre seu próprio corpo – em outras palavras, a tradicional oposição ao aborto.

Foto retirada da notícia do site da Exame, mas em circulação no Facebook

A propaganda, divulgada no último domingo dia 2, foi “diferente”, mas a falta de senso de responsabilidade publicitária foi a mesma. Não só se divulga a defesa dos fundamentalistas de criminalizar o direito da mulher de abortar em casos em que a criação do bebê não encontra condições psicológicas e socioeconômicas de se prover, mas também dá-se espaço de mídia – portanto, uma forte voz – ao fanatismo religioso e à intromissão do mesmo em questões concernentes ao Estado e aos direitos alheios. (mais…)

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