Artigo
15

nov 2015

por-que

Uma simples frase, ou início de frase se retirar o circunflexo e a interrogação, tem feito falta na sociedade: “Por quê?”. As pessoas, presumivelmente em sua maioria, têm tido dúvidas, curiosidades e também senso de empatia de menos. É possível dizer que, se elas (se) perguntassem mais o porquê das coisas e dos acontecimentos, este mundo seria um lugar melhor de se viver. (mais…)

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26

fev 2015

"O banqueiro e sua esposa", pintura de Marinus van Reymerswaele

“O banqueiro e sua esposa”, pintura de Marinus van Reymerswaele

por Rafael Azzi, do site Outras Palavras, com algumas poucas edições que não interferem no sentido do texto

O modelo capitalista de sociedade premia e estimula o comportamento individualista, utilitário e egoísta. Diversos pensadores, como o economista Alan Greespan, acreditam que tal comportamento apenas reflete a verdadeira essência da natureza humana e, portanto, não há muito a fazer a respeito. Entretanto, essa visão do ser humano foi moldada ao longo da história e, na verdade, os estudos de hoje discordam da noção de que somos  essencialmente individualistas e agressivos. (mais…)

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24

maio 2013

Razão e emoção se equilibram no respeito aos Direitos Animais.

Razão e emoção se equilibram no respeito aos Direitos Animais.

É inegável que os Direitos Animais têm um fato biológico como sua base ética: a senciência de muitas espécies animais, cada vez mais reiterada pela Ciência – a Declaração de Cambridge, que atestou a consciência neurológica para mamíferos, aves e moluscos cefalópodes, não deixa mentir. Mas esperar pela Biologia é problemático quando se trata de se escorar completamente numa hipotética confirmação de que a senciência deles é igual à humana para se tornar vegano, postura de algumas pessoas da área de Biologia. Também constitui problema esnobar as descobertas científicas em promoção de critérios subjetivistas sobre por que respeitar ou não determinados seres.

Ao contrário do que esses indivíduos pensam, nem a Ciência – seja lá em que métodos e conceitos se baseie – nem a subjetividade emocional pessoal devem ser o único fundamento do nosso reconhecimento e respeito aos interesses individuais dos animais não humanos.

Leia o artigo completo no Veganagente

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