Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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30

mar 2012

Depois de algum tempo de ausência, está de volta a sequência de posts Tortura em nome da ciência. Dessa vez pretendo postar um post da sequência no final de cada mês, cada post com 15 resumos de notícias que mostram como as primitivas ciências biológicas experimentais atuais não conseguem se desvencilhar da dependência de métodos bastante exploradores e antiéticos de pesquisa.

Cada notícia adiante é um convite à reflexão, para que nos perguntemos o que é melhor a se fazer: “agradecer” a quem tortura e mata animais em nome da ciência, conformar-se em ser refém de uma ciência fundamentalmente baseada na ausência de ética nas relações unilaterais de seres humanos para animais não humanos ou fazer o possível para pressionar a comunidade científica para que a aposentadoria da vivissecção aconteça num futuro menos distante possível, precedida do desenvolvimento de modelos de pesquisa superiores e realmente éticos.

E para engrossar, como Yuri Grecco revela, todos os animais explorados nas experiências abaixo são mortos ao final de cada pesquisa.

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09

ago 2011

Volto a blogar regularmente no Consciencia.blog.br trazendo, como de costume, um post que, embora não anime, nos faz refletir sobre a ética distorcida da vivissecção, que jura de pé junto prezar pela “ética” mas mantém o costume centenário de explorar, torturar e matar animais em laboratório sem o menor pingo de remorso e compaixão.

Nessas semanas em que eu dei férias a mim mesmo, a ciência vivisseccionista não parou de trabalhar dentro dos seus laboratórios mengeleanos. Tanto que eu juntei no último fim de semana a série abaixo de experiências violentas e/ou invasivas proporcionadas por um ramo científico que distorce o conceito de ética ao seu bel prazer.

Abaixo um resumo das violentas pesquisas publicadas pela mídia desde 20/07 (não seguindo ordem cronológica): (mais…)

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17

jul 2011

Câncer no cérebro é o terror extremo para qualquer pessoa. Se brincar, é o pior dos cânceres. Mas isso não importa para os vivisseccionistas, que, em estudo de universidade não informada divulgado no periódico Cancer Research, induziram um agressivo tipo de câncer cerebral em camundongos.

Segundo o site da inominável, o propósito foi testar o indirubin, substância presente no índigo: (mais…)

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06

jul 2011

Não é novidade envenenar animais com ar poluído – já foi trazido para cá um post com esse tipo de experimento violento. O fato se repetiu agora na Universidade de Ohio.

O Estadão descreve resumidamente como foi a experiência:

Para este estudo, camundongos ficaram expostos à poluição seis horas por dia, cinco dias por semana, durante dez meses, o correspondente a quase metade da vida dos animais. O ar ao qual eles foram submetidos tinha um tipo de poluição típico de lugares com grande concentração de carros, fábricas e poeira natural. As partículas deste ar são tão pequenas que conseguem alcançar áreas profundas de vários órgãos. Os cientistas fizeram isso para que a qualidade do ar fosse semelhante àquela encontrada nos grandes centros urbanos. (mais…)

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01

jul 2011

Neste post concentro um pacote de crueldades, com as várias torturas que foram noticiadas ontem e hoje de forma parcialmente imparcial por vários noticiários online. O pacote é útil para eu evitar publicar seis posts pequenos de uma só vez e fazer outros descerem desmerecidamente.

 

1. Gravidade zero para danificar o organismo de ratos (mais…)

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28

jun 2011

Algumas experiências envenenam o corpo de animais, outras os fazem nascer já doentes ou altamente predispostos a doenças graves. O segundo caso é o da pesquisa feita no Hospital Infantil da Philadelphia (EUA). Camundongos foram geneticamente manipulados de modo que nascessem com hemofilia, doença congênita que limita a coagulação do sangue e a cicatrização de feridas após hemorragias.

Usaram um vírus não patológico para “consertar” os genes dos animais, segundo o Diário da Saúde: (mais…)

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23

jun 2011

A série de experiências feita por uma equipe de vivisseccionistas da UFMG e da Fundação Ezequiel Dias sobre os efeitos terapêuticos de várias toxinas da peçonha da aranha-armadeira deixou muitos experimentos violentos das universidades estadunidenses no chinelo. Uma série de torturas foram infligidas em camundongos para testar os efeitos de toxinas do veneno dessa espécie de aranha em vários problemas de saúde, crônicos ou não.

Diversos problemas foram causados nos animais para que as toxinas fossem testadas: dor crônica, dor neuropática, câncer (não foi especificado que tipo, mas ficou claro que causou fortes dores nos animais), isquemia cerebral, isquemia da retina, arritmia cardíaca e disfunção erétil. Abaixo um pedaço do infográfico da Folha.com em que está clara a violência brutal desses experimentos: (mais…)

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08

jun 2011

Cientistas da Universidade de Missouri (EUA), na intenção de descobrir os efeitos da exposição humana à substância tóxica bisfenol-A, presente em produtos plásticos como vasilhas e mamadeiras, expuseram camundongos “a uma dieta diária e suplementada com BPA [bisphenol-A no inglês] e compararam com outro grupo que teve uma única exposição à substância” (Fonte).

O resultado é que quantidades crescentes de bisfenol-A se acumularam no sangue dos camundongos “suplementados” com o tóxico. O intuito era mesmo ver o quanto os animais sofriam com a exposição à substância, pois, afinal, (mais…)

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28

abr 2011

Cansaço faz cérebro ficar acordado e adormecido ao mesmo tempo

Se você já se martirizou por não saber onde guardou as chaves ou os óculos, e acha que é distraído ou esquecido demais, pense melhor: isto pode ser apenas um sinal de que está precisando dormir.

Esta é a conclusão de um estudo feito com camundongos, que sugere que o cérebro cansado pode adormecer por uma fração de segundo, mesmo que esteja funcionando ativamente.

As consequências disto são grandes, principalmente para pessoas executando tarefas para as quais a falta de sono pode ser perigosa, alertam os autores da pesquisa.

“Mesmo antes que você sinta a fadiga, há sinais no cérebro de que você deveria interromper certas atividades que exijam um estado alerta”, explica Chiara Cirelli, professora de psiquiatria da Universidade de Wisconsin, em Madison.

“Grupos específicos de neurônios podem adormecer, com consequências negativas para a performance da atividade”, acrescentou.

O estudo, publicado na revista britânica “Nature”, desafia o senso comum de que a falta de sono afeta o cérebro inteiro.

TEORIA

A teoria convencional se baseia na observação de eletroencefalogramas, que revelam os padrões de atividade elétrica nos neurônios –mas possuem algumas limitações.

Seus eletrodos são posicionados no couro cabeludo, o que significa que captam melhor o sinal dos neurônios próximos ao crânio em relação àqueles que ficam nas camadas mais profundas do cérebro –e, essencialmente, resumem a atividade de centenas de milhões de neurônios, e não conseguem analisar células isoladamente.

Para contornar esta limitação, Cirelli e seus colaboradores inseriram sondas ultrafinas dentro do cérebro de 11 camundongos adultos para monitorar a atividade elétrica em subgrupos de neurônios no córtex motor, que é responsável pela coordenação motora “semiautomática”.

Os roedores foram mantidos acordados durante quatro horas além do horário em que normalmente vão dormir, com a ajuda de objetos novos introduzidos na gaiola para mantê-los interessados –e ativos.

O monitoramento cerebral mostrou que, mesmo quando todas as aparências indicavam que os animais estavam acordados e ativos, neurônios nestas áreas específicas não estavam funcionando –em outras palavras, partes do cérebro permaneceram adormecidas enquanto outras continuavam despertas.

“Mesmo quando alguns neurônios pararam de funcionar, as medições cerebrais através do eletroencefalograma indicavam, de maneira geral, que as cobaias estavam acordadas”, diz Cirelli.

Estes episódios de “sono localizado” afetaram o comportamento dos camundongos, segundo os cientistas.

Os animais foram treinados por duas horas para realizar uma tarefa complicada: segurar uma bolinha de açúcar com uma única pata.

Mas quanto mais cansados ficavam, mais difícil para os roedores se tornava o trabalho. Eles começaram a deixar cair as bolinhas, ou então não conseguiam pegá-las quando oferecidas.

Era necessário que alguns poucos neurônios “saíssem do ar” por um terço de segundo para que as falhas ocorressem, destaca Cirelli em um comunicado sobre a pesquisa.

“Dos 20 neurônios que acompanhamos durante um experimento, 18 permaneceram acordados”, explica. “Nos outros dois, havia sinais de sono, com alternância entre períodos breves de atividade e períodos de silêncio”.

Pelo que a notícia deixa a entender, não houve inflição explícita de sofrimento. Mas houve invasão corporal, com a inserção das “sondas ultrafinas” no cérebro dos camundongos. Além da onipresente escravidão de forçar os animais a algo sem que estes possam escolher fazê-lo ou não. Eles foram forçados, ainda que de forma não dolorosa, a continuar acordados por quatro horas. Você iria gostar que alguém te induzisse a se manter acordad@ por quatro horas seguidas, você doid@ para dormir, desejando a cama? (mais…)

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26

abr 2011

Depois de algumas semanas, a sequência Tortura em nome da ciência capta mais uma notícia de tortura de cobaias em laboratório.

Dieta gordurosa pode reverter insuficiência renal do diabetes

Uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos pode reverter a insuficiência renal em camundongos com diabete, segundo um estudo realizado por cientistas americanos.

Na pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS ONE, os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, de Nova York, analisaram os efeitos de uma dieta composta de 87% de gorduras sobre um grupo de camundongos com predisposição a ter os tipos 1 e 2 de diabete.

O excesso de açúcar no sangue nos diabéticos pode provocar danos nos rins, gerando um quadro de insuficiência renal.

As cobaias foram divididas em dois grupos. Quando a insuficiência renal se manifestou, metade delas passou a receber uma dieta normal e a outra, a dieta com muita gordura.

Depois de oito semanas, os cientistas notaram que os danos nos rins dos roedores haviam sido revertidos.

Médicos e nutricionistas alertam que a dieta rica em gordura, que reproduz os efeitos da inanição, não deve ser realizada sem acompanhamento médico.

DÚVIDAS

“O nosso estudo é o primeiro a demonstrar que uma intervenção por meio de dieta por si só é suficiente para reverter esta complicação grave da diabete”, afirmou o professor Charles Mobbs, que liderou a pesquisa.

“Eu certamente acho que (a pesquisa) traz uma esperança, mas eu não posso recomendá-la até que tenhamos feito testes clínicos”, completou.

O diretor de pesquisas da entidade britânica Diabetes UK, que combate a doença, levantou dúvidas sobre o estudo, questionando a capacidade de humanos conseguirem manter esta dieta de forma saudável.

“Esta pesquisa foi conduzida com camundongos, então é difícil ver se estes resultados se traduziriam em benefícios reais para pessoas com diabetes neste estágio”, afirmou.

“É muito simples dizer que insuficiência renal pode ser prevenida somente com dieta, e também é questionável se a dieta utilizada neste caso seria sustentável por humanos, mesmo no curto prazo.”

De acordo com números de 2007, citados pelo Ministério da Saúde, a diabete afeta mais de 6,3 milhões de brasileiros, ou 5,2% da população adulta.

Além de todo o sofrimento dos animais diabéticos em vida, ainda mais com seus rins sem funcionar bem, adivinhem como foram verificados os rins deles: matando-os e abrindo seus corpos. De todos os animais em questão. (mais…)

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