O artigo abaixo é um resumo de como o leite não só não faz bem ao ser humano como também faz muito mal às fêmeas e filhotes explorados pela indústria leiteira.
Servindo a indústria do colesterol, com muito sofrimento
por Flavia Maria de Toledo
O leite não favorece nem aos animais e nem a você, consumidor. Aquele papo de sua avó que leite é bom pra saúde está mais ultrapassado que as vestimentas dela. Dizem que o leite faz bem para evitar a osteoporose, mas sua composição na verdade ajuda a perda da absorção do cálcio.
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Empresa de produtos esportivos fabrica linha de casacos com pluma de ganso
A empresa de produtos esportivos Kailash vem atraindo a atenção negativa dos defensores dos animais com seus novos produtos: jaquetas e coletes forrados com pena de ganso.
A nova linha de casacos se chama “Goose Pro”, é dita como superconfortável e carrega as penas de ganso no enchimento da roupa. Foi feita, segundo a empresa, para atletas que costumam se aventurar em montanhas altas.
A exploração animal não deve ser misturada com esporte e moda. Gansos são explorados, geralmente com crueldade, para a remoção de suas penas. Este vídeo exemplifica a situação dos animais cujas penas acabam forrando edredons, travesseiros e também jaquetas e coletes.
Protestos devem ser feitos para que a Kailash deixe de obter plumas e as substitua por enchimentos que não impliquem escravidão de animais. Envie seu protesto para a fanpage da empresa no Facebook, para o perfil dela no Twitter e para o contato da empresa.
Diversas atividades de exploração animal estão sendo cada vez mais repudiadas, e com razão – rodeios, vaquejadas, vivissecção, pecuária, pesca, fur farms, “fábricas de filhotes” etc. Mas certas outras ainda mantêm um prestígio entre a população, embora também sejam formas de explorar animais, ainda que sem causação de sofrimento físico e psicológico patente. São “funções” em que os animais parecem ser respeitados e reconhecidos como importantes, mas que eles não escolheram estar ali e não se sabe se gostam ou não de tais trabalhos.
Honrosas aos olhos humanos, mas forçadas para muitos animais, são as atividades dos cavalos e elefantes de guerra; dos cães-guia; dos farejadores de drogas, bombas e minas; dos terapeutas (cães e cavalos principalmente) e dos cavalos de hipismo e três-tambores. Nelas – à exceção da exploração bélica de cavalos e elefantes, que praticamente são apenas parte do passado e de fato infligiam tormentos aos animais – não há aquilo que se chame de crueldade.
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Novo artigo estático, sobre a vaquejada
Lancei agora há pouco o mais novo artigo estático:
Vaquejada: a essência de um “esporte” que usa animais
Ele fala todo o necessário que se precisa saber sobre o segundo “esporte” de exploração animal do Brasil, tão popular no Nordeste e difundido em outras regiões mas tão pouco conhecido pelos próprios defensores de animais. Saiba em que consiste essa atividade e por que ela é de fato uma violência contra animais não humanos.
Boa leitura e boa conscientização.
Justiça suspende vivissecção de cães na Universidade Estadual de Maringá/PR
Enfim uma boa notícia ligada a Direitos Animais e Justiça. Ontem a Justiça Estadual do Paraná suspendeu preventivamente a exploração de cães da raça beagle nos laboratórios da Universidade Estadual de Maringá (UEM), acatando pedido do Ministério Público do Paraná.
Segundo a Folha.com,
Os beagles são usados em experimentos de periodontia e implantodontia, porque têm os tecidos da boca semelhantes aos dos humanos. De acordo com a UEM, os animais têm entre um e dois anos de idade e, após os experimentos, são acompanhados por até seis meses. Depois, são sacrificados com uma overdose de anestésico.
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Tortura em nome da ciência (Parte 68)
De dez em dez dias, um pacote de notícias que parecem boas para seres humanos, mas infligiram exploração, aprisionamento, dor, sofrimento e morte violenta para milhares de animais não humanos, desde ratos e camundongos até primatas.
Os resumos das notícias podem convidar você a refletir sobre a (falta de) ética na biomedicina experimental.
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Tortura em nome da ciência (Parte 66)
Enquanto estamos vivendo, comendo, estudando, nos divertindo e dormindo, a vivissecção não pára de torturar e matar animais nos laboratórios do mundo inteiro. A ciência que jura tratar animais com “responsabilidade, ética e respeito” trata-os como meros objetos autômatos, dos quais até mesmo a dor é tratada como nada mais do que uma mera variável biológica para os cientistas vivisseccionistas.
Pois bem, abaixo uma lista com algumas das pesquisas que resultaram na tortura de ratos e camundongos, noticiadas entre 11 e 21 de setembro.
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Milhões de pessoas já conhecem a trilogia de desenhos animados curta-metragem The Meatrix, em que o porco Leo descobre que sua bucólica fazenda é uma ilusão e seu verdadeiro “lar” é uma grande fazenda-fábrica suína e, em seguida, junto com Moopheus e Chickity, vai enfrentar a Meatrix e a cópia pecuarista do agente Smith da trilogia Matrix.
Desconhecem os três heróis, porém, que aquilo que eles desenham como ideal – um mundo em que as pessoas, “conscientemente”, consomem carne, leite e ovos apenas de fontes “humanitárias” – também é uma ilusão. No fundo, é uma parte dos planos do Smith de continuar escravizando os animais não humanos e enganando os seres humanos com produtos falsamente éticos.
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Uma pecuária próxima da sustentabilidade necessariamente cria animais confinados, tolhendo-lhes qualquer resquício de liberdade para que se evite o desmatamento com fins de abertura de pastos e se controle a emissão de metano animal. Assim pensa o diretor do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Paulo Moutinho.
Foi o que mostrou a Rede Brasil Atual, parte da hoje secundária mídia de esquerda brasileira. No Fórum de Debates Brasilianas.org Amazônia Sustentável, realizado hoje em São Paulo, Moutinho sugeriu que se procure modelos agropecuários com baixa emissão de carbono, que inibam o desmatamento e as emissões diretas de gases-estufa, para que a pressão sobre as fronteiras agrícolas, agravada pela iminência de aprovação do Código (anti)Florestal dos ruralistas, cesse de uma vez.
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O logro do McDia Feliz #McDiaInfeliz
Hoje é o tal do McDia Feliz, o famigerado dia em que a McDonald’s posa de boazinha e tenta limpar sua imagem de instituição vilã da saúde infantil – e matadora serial de animais. Através de uma campanha que diz visar ajudar no combate ao câncer infantil, disfarça o fato de que seus sanduíches aumentam bastante as probabilidades de as crianças que as comem contraírem essa mesma doença, em comparação com as que não comem regularmente carnes processadas. E mascara também diversas outras praxes da empresa tidas como antiéticas, como a sedução publicitária de crianças, o financiamento da pecuária e da pesca e a exploração dos seus jovens funcionários.
Este deveria ser um dia de reflexão sobre os diversos aspectos sombrios do capitalismo especista que vige no mundo e é praticado por essa corporação:
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“Fazendinhas” de shopping: o que estão ensinando aos nossos pequenos?

Postado originalmente em 29/07/10. Trazido de volta à primeira página em 18/07/11 por estar havendo novamente a fazendinha no mesmo shopping que visitei no ano passado.
Alguns shoppings brasileiros, diante da realidade ultraurbana das crianças das grandes cidades, muitas das quais crescem acreditando que carne, leite e ovos são fabricados do nada no supermercado, tomaram a iniciativa de montar “fazendinhas” em parte de seu interior, no intuito de diverti-las, “ensiná-las” de onde vem os produtos de origem animal da mesa onívora brasileira e pô-las em contato com o mundo rural – ainda que de forma bem limitada.
Nesses pedaços de ruralidade incrustados nas urbes, estão expostos os mais diversos animais das fazendas de verdade: bovinos, porcos, coelhos, galinhas, perus, cavalos (ou pôneis)… Pode-se andar de charrete, montar equinos, participar de pescaria, e até levar animais típicos do campo para casa. Parece muito bom e saudável mostrar à meninada acostumada com a selva de concreto um pouco da vida da fazenda…
Eu disse “parece”. Porque, na ótica da ética animal, não o é nem um pouco. Em vez de apreciação, reservo a essas “fazendinhas” de shopping uma indagação preocupada: o que estão ensinando aos nossos pequenos?
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Elefantes escravos de circo estão sendo explorados para remoção de destroços do tornado da cidade estadunidense de Joplin. Ou seja, não bastassem serem aprisionados, torturados e escravizados nos bastidores do picadeiro, agora estão sendo forçados a um trabalho que tratores e guinchos fariam sem nenhuma dificuldade.
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