Antes de tudo, vale definir o que é falácia: é um argumento que aparenta ser válido à primeira vista mas, usando de métodos logicamente inconsistentes para ligar premissa e conclusão, leva a conclusões errôneas. Há diversos tipos de falácias, com inconsistências lógicas diferentes – quando, por exemplo, diz-se que uma afirmação está certa apenas porque foi uma pessoa célebre que a falou, ou que uma ideia está errada apenas por ser considerada radical.
Pode-se dizer que as falácias são um dos pilares fundamentais que sustentam o carnismo, o sistema de crenças usadas para tentar justificar o consumo de alimentos de origem animal, senão a espinha dorsal dele. Poucos são os argumentos usados nesse sentido, sejam centrados na Filosofia ou nas Ciências, que se livram de estar incorrendo em algum tipo de falácia. Mesmo professores com doutorado incidem frequentemente em falácias quando passam a defender o livre consumo de animais, mesmo quando tentam contestar as evidências científicas da sustentabilidade do vegetarianismo ou questionar a viabilidade filosófica dos Direitos Animais.
Abaixo listo, descrevo e exemplifico 37 falácias comuns na defesa das crenças carnistas.
Leia o post completo »
Assinar feed (é de graça)
Visite também

Vegetariano da Depressão (antecessor do Veganagente)
Consciência Efervescente (antecessor do Consciencia.blog.br)Redes sociais
Google Plus
Categorias dos posts
Arquivos do blog
Páginas especiais: Direitos Animais e Veg(etari)anismo
- Como virei vegetariano e em seguida vegano: uma história pessoal
- Guia das falácias usadas para "justificar" o consumo de animais
- Resposta à imagem "Produtos à base de gado"
- Resposta ao artigo de Stephen Byrnes “Os mitos do vegetarianismo”
- Resposta ao texto "Veganismo desmascarado"
- Resposta ao texto “The Naive Vegetarian”
- Vaquejada: a essência de um “esporte” que explora animais
Páginas especiais: Outros Temas
Blogs/sites onde participo
Parceiros próximos







