Artigo
05

maio 2015

O Greenpeace, como representante do ambientalismo unidimensional criticado abaixo, tem a ilusão de que será possível reduzir a zero o desmatamento na Amazônia sem afrontar os interesses dos latifundiários, empresas mineradoras e indústrias madeireiras

O Greenpeace, como representante do ambientalismo unidimensional criticado abaixo, tem a ilusão de que será possível reduzir a zero o desmatamento na Amazônia sem afrontar os interesses dos latifundiários, empresas mineradoras e indústrias madeireiras

Ainda hoje há uma vertente ambientalista de tendência conservacionista e conservadora, representada por ONGs como Greenpeace e WWF e partidos verdes de alguns países, tentando defender o meio ambiente sem fazer a devida problematização social, econômica e política das questões ambientais em voga. Ainda parece crer que uma soma de políticas governamentais de conservação ecológica com ações individuais poderá salvar o planeta do aquecimento global e da progressiva degradação das condições de vida humana e não humana. Não percebe, apesar das críticas recebidas ao longo de décadas, que esse ambientalismo não social tende ao fracasso em seus objetivos principais. (mais…)

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