Antimilitarismo
30

abr 2015

Governos estaduais declaram guerra à educação básica, rejeitando negociação e, no caso do Paraná, mandando a PM reprimir professores com brutalidade. Enquanto isso, páginas de direita protegem governadoers silenciando-se ou declarando ódio aos docentes

Governos estaduais declaram guerra à educação básica, rejeitando negociação e, no caso do Paraná, mandando a PM reprimir professores com brutalidade. Enquanto isso, páginas de direita protegem governadoers silenciando-se ou declarando ódio aos docentes

As últimas semanas têm sido de uma quase literal guerra dos governos estaduais de estados como São Paulo, Paraná, Pernambuco e Santa Catarina, além da prefeitura de Goiânia, contra a educação básica. Os professores das redes públicas desses estados estão em greve há semanas e, ao invés de acenos por negociação, têm sido respondidos ou com negação e fechamento a negociações, ou – no caso do Paraná – com cruel violência pela PM a mando do governo estadual. (mais…)

3 Comentários

-

Leia mais aqui

    Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/andreortega/public_html/wp-content/themes/momentum/archive.php on line 51
17

maio 2012

Publicado originalmente em 04/06/11, trazido ao topo em 17/05/12 em razão da greve dos professores de diversas universidades

Nas greves de professores, desde os da Educação Infantil até os das pós-graduações, incluindo instituições públicas e privadas, geralmente vemos o mesmo método sendo usado: mestres interrompem seus trabalhos por tempo indeterminado, param o funcionamento da escola e deixam seus alunos em casa. Esse modelo de mobilização docente, apesar de tão tradicional e largamente usado nos momentos críticos, tem falhas e vacilos e por isso merece algumas críticas e sugestões de mudança, a serem debatidas, que faço abaixo.

Eu divido essas falhas em efeitos colaterais éticos e subestimações. Ambas relativas à atitude de deixar totalmente de lado os alunos, potenciais aprendizes de cidadãos, e atingi-los na prática muito mais do que aos próprios alvos das mobilizações – os diretores/proprietários das escolas e faculdades, no caso das instituições privadas, e o governo, no caso das públicas.

A consequência colateral ética eu posso resumir em uma frase nominal: alunos mais prejudicados do que os patrões. (mais…)

Nenhum Comentário

-

Leia mais aqui

    Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/andreortega/public_html/wp-content/themes/momentum/archive.php on line 51
01

jun 2011

É o que constatamos na notícia abaixo, em que se anuncia uma greve para a próxima semana:

Professores da rede privada decretam greve. Paralisação deve começar na quarta

Em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (31), os professores da rede privada de ensino decidiram continuar em campanha e decretar greve. A partir de agora, a categoria, que possui 45 mil profissionais, irá aguardar o retorno dos donos das escolas particulares, que deverá ser dado em no máximo três dias. Caso não haja a negociação, a greve será deflagrada na assembleia marcada já para o próximo dia 08 de junho, às 9h. (mais…)

Nenhum Comentário

-

Leia mais aqui