Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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23

maio 2012

Depois de ter feito, no ano passado, uma reportagem implicitamente elogiosa ao aumento da profundidade do alcance da pesca, a Folha.com novamente faz uma antiética apologia à atividade.

A reportagem intitulada Atum gigante de 470 kg causa rebuliço entre chefs japoneses em São Paulo, convenientemente publicada na seção Comida – ao invés de Ambiente ou Bichos, como deveria ser com toda reportagem que fale de animais – sutilmente comemora o assassinato de um enorme atum, considerando o acontecimento um motivo de êxtase aos chefs de culinária onívora japonesa. Tratava-se de um atum bluefin atlântico (Thunnus thynnus), considerado Ameaçado na lista da União Internacional pela Conservação da Natureza e Recursos Naturais (IUCN) e descrito pela própria Folha como “o mais raro” atum do mundo.

Não importou à reportagem o estado ambiental de ameaça de extinção desse atum, nem se o peixe em si sofreu excruciantemente quando foi retirado da água para fins gastronômicos que já se sabe que são completamente desnecessários.

A reportagem acaba incentivando que os pescadores procurem e matem mais atuns como esse, para que os chefs comemorem a pesca de animais gigantes. Essa sanha econômica que tanto mal faz ao meio ambiente pode ser sentida ao lermos esse trecho: (mais…)

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28

jan 2012

É o que o blog O palco e o mundo mostra, em fatídico discurso de uma presidenta que definitivamente desconhece o conceito (já questionável) de desenvolvimento sustentável:

 

“Contra naturam”: Desenvolvimento sustentável à moda Rousseff?
por Pádua Fernandes

Em 26 de janeiro deste ano, a presidenta Dilma Rousseff, no Fórum Social Mundial 2012, a que foi depois de se encontrar amigavelmente com Kassab e Alckmin após o massacre de Pinheirinho (sem dizer uma palavrinha sobre a barbárie ocorrida em São José dos Campos), afirmou que desenvolvimento sustentável é crescimento acelerado! (mais…)

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03

jul 2011

Mais uma da Atlântico Tuna e da imprensa em prol da pesca predatória. Tecnologia japonesa poderá impulsionar a pesca em grande escala no Rio Grande do Norte e no Brasil.

Uma parceria entre a referida empresa pesqueira e a Japan Tuna, maior empresa de pesca do Japão, poderá elevar os resultados da pesca do atum de 4,6 mil toneladas/ano a 68 mil toneladas/ano. Em apenas uma pescaria, foram levados do mar para Natal 120 toneladas de corpos mortos desses peixes. Diz o Diário de Natal: (mais…)

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13

jun 2011

Acabei de confirmar no Twitter o que eu já desconfiava: a “guinada à sustentabilidade” do Governo de Pernambuco, que se desenhou no post Uma política ambiental para Pernambuco?, é enganosa. É uma mera fachada para suavizar a impopularidade de empreendimentos presentes e futuros de devastação ambiental por parte do governo Eduardo Campos em nome do “desenvolvimento”.

A autointitulada Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) (perfil Twitter: @Semas_PE) mostrou seu total desprezo ao mangue de Suape, e ainda tem a desfaçatez de dizer que compensará mangue com mata atlântica, dois biomas bastante diferentes um do outro (uma das únicas semelhanças entre ambos é que são tropicais).

As provas estão abaixo, obtidas no Twitter. Primeiro eu perguntei, sexta-feira passada: (mais…)

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07

jun 2011

Há uma categoria de pessoas que, ao mesmo tempo em que defendem ufanicamente o modelo tradicional de desenvolvimento econômico e desqualificam e até ofendem quem lhes dirige objeções ambientalistas, negando-se a um debate racional. Abrange desde anônimos até blogueiros de renome.

Em tempos de Código Florestal, Belo Monte e expansão de Suape, eles estão com a corda toda. Exaltam ruralistas como Aldo Rebelo e desenvolvimentistas sem sustentabilidade como Dilma Rousseff e Eduardo Campos, ao mesmo tempo em que menosprezam e ridicularizam publicamente aqueles que argumentam em favor de uma política sócio-econômico-ambiental de sustentabilidade. (mais…)

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07

jun 2011

A empresa Atlântico Tuna está investindo naquilo que vem descabelando ambientalistas e governos de todo o mundo: investir em tecnologia para pescar mais atuns ainda. Não lhes importa que estejam ameaçados de extinção em grandes regiões oceânicas, tampouco que os animais em questão sofram com o encurralamento e a asfixia derradeira. A ordem da empresa é tapar os ouvidos ante a grita do mundo e o sofrimento animal e faturar alto na arte de matar animais marinhos e esgotar suas populações.

Diz a Folha.com, abordando o assunto com a tradicional “imparcialidade parcial”: (mais…)

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29

abr 2011

Paulo Paim comemora crescimento da produção de pescado no país

O senador Paulo Paim (PT-RS), em discurso no Plenário nesta quarta-feira (20), aproveitou a chegada da Semana Santa para divulgar números positivos apresentados pelo Ministério da Pesca sobre a produção de pescados no país. Na avaliação do senador, o Brasil é um país rico, com reais condições de se tornar o “celeiro do mundo” [Ou então o matadouro do mundo, visto que é o maior exportador de carnes bovina e galinácea do mundo e, pelo que Paim diz, pretende ser líder em exportação de peixes mortos], inclusive em relação à produção de peixes.

Paulo Paim informou que os números da pesca artesanal no Brasil são surpreendentes e estão em franca expansão. Parte deste crescimento, avalia o senador, se deve à criação da Secretaria e, posteriormente, do Ministério da Pesca pelo presidente Lula. Dados do Ministério da Pesca, apresentados por Paim, indicam que 3,5 milhões de brasileiros dependem hoje diretamente do pescado, que tem produção de 1 milhão de toneladas por ano, movimentando cerca de R$ 5 bilhões.

Esta cifra ainda pode ser aumentada pelo potencial do nosso país. A pesca é um dos caminhos para combater a miséria – defendeu.

O senador informou ainda que apresentou requerimento para promover, no âmbito da Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social, audiência pública com a ministra da Pesca, Ideli Salvatti, para que sejam apresentadas as atuais condições da produção de pescado no Brasil e as políticas públicas do governo para o setor.

Considerando que o governo federal tem departamentos especializados em exploração animal ou encorajadores da mesma, como Ibama, Embrapa e esse Ministério da Pesca e Aquicultura, não é de surpreender ver representantes seus exaltando a economia baseada no sofrimento e na morte. Para o(s) governo(s), os animais rurais e “pescáveis” são apenas coisas, apenas pedaços ambulantes de carne, produtos lucrativos que a Natureza e a pecuária fornecem ilimitadamente. Populações de peixes, crustáceos e moluscos são reduzidas ao status de “pescado”, uma abstrata e infinita massa de seres mortos a serem consumidos. (mais…)

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28

abr 2011

A denúncia vem do blog Ven Vitória, e já é de um mês atrás – mas não perdeu a atualidade.

Suape não cumpre acordos de compensação dos impactos ambientais
por Diego Felipe

De 11 intervenções no Complexo Industrial e Portuário de Suape, no Grande Recife, que resultaram em desmatamento de Mata Atlântica ou mangue nos últimos dez anos, apenas uma teve seus danos ambientais compensados. O levantamento foi apresentado na sexta, 25, em reunião do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), no Bairro do Recife, a primeira com a presença do novo secretário da pasta, Sergio Xavier.

O único termo de compromisso cumprido foi o da Termo Pernambuco, que reflorestou três hectares de mangue para compensar uma área de manguezal com o mesmo tamanho, aterrada em 2011, com uma terraplenagem. Ao todo, os empreendimentos suprimiram nesses 10 anos 365,36 hectares de vegetação nativa, entre Mata Atlântica, mangue e restinga, além de 190 árvores […?]

A planilha foi apresentada pela Agência Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH), responsável pelo licenciamento e fiscalização das obras em Suape. O levantamento atende à resolução nº 03/2010 do Consema, de 28 de maio de 2010, que determina o envio ao conselho de relatórios semestrais, referentes aos termos de compromisso já firmados. O primeiro, pelo cronograma, deveria ser entregue em dezembro.

A resolução estabelece, ainda, que a CPRH envie ao Consema, no mesmo prazo, relatório referente às autorizações de supressão de vegetação nativa com base na Lei nº 14.046/2010, de 27 de abril de 2010, que autoriza o desmatamento de 508 hectares de mangue, 17 de mata atlântica e 166 de restinga. A CPRH, no entanto, não mencionou as autorizações em curso em Suape. Uma delas é para o Estaleiro Promar, que ocupará 80 hectares da Ilha de Tatuoca.

Os conselheiros deliberaram que, na próxima reunião do Consema, a CPRH apresente nova planilha e Suape informe o andamento do Relatório de Impacto Ambiental (Rima) das obras de ampliação do complexo. A exigência de um novo Rima – o existente tem mais de 10 anos – são dos Ministérios Públicos, Federal e de Pernambuco.

O IBAMA também apresentou as autorizações que concedeu a Suape para desmatar, desde 1999. Foram 92,40 hectares, 74,94 de mangue e 17,56 de Mata Atlântica. Desde 21 de dezembro de 2008, com o decreto nº 6.660, cortes superiores a 50 hectares têm que ter anuência do instituto. Caso o empreendimento esteja em Região Metropolitana, como é o caso de Suape, a exigência é de três hectares.

“Vamos trabalhar para que Suape seja um modelo de desenvolvimento sustentável”, disse Sergio Xavier, que assistiu apenas ao final da reunião.

Se nem mesmo os desmatamentos menores são compensados, o que neste mundo nos garante que o governo Eduardo Campos vai cumprir a promessa prevista na lei 14.046/2010 de plantar 3 mil hectares de mata atlântica como compensação ao ecocídio prometido em Suape?

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28

abr 2011

Abaixo texto de Terezinha Nunes, obtido do Blog de Jamildo, sobre a necessidade, atualmente ignorada, de Suape ter um controle ambiental.

 

Suape necessita de controle ambiental
por Terezinha Nunes, para o Jornal do Commercio (coluna Três por Quatro) e o Blog de Jamildo

Na apresentação de relatório sobre a Petroquímica Suape esta semana, o Governo do Estado revelou, de forma ufanista, que aquele complexo petroquímico será o maior pólo integrado de Poliester das Américas e da Europa. Pode não ser tanto assim, mas dá para desconfiar que pode vir a ser. Somando-se a isso, a Refinaria, ( em construção) e o Estaleiro, fora outros projetos, dá para perceber o quanto está crescendo em pujança econômica a área de Suape e adjacências. (mais…)

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27

abr 2011

Novo estaleiro de Suape aterrará 30,62 hectares de mangue e rio

Está sob consulta, no site da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), resumo do relatório de impacto ambiental do estaleiro Construcap. O empreendimento, previsto para o Complexo Industrial e Portuário de Suape, no Grande Recife, ocupará 40 hectares. O principal impacto ambiental é o aterro de 30,62 hectares (76,55% da área do empreendimento) de manguezal. São 27,93 hectares (69,9%) de vegetação de mangue e 2,69 (6,8%) de espelho d’água. O relatório destaca ainda impactos na rede hídrica pelo aterro de parte do Riacho da Cana e na qualidade da água e dos sedimentos por conta de dragagem.

O relatório principal, conforme o texto de abertura do documento, pode ser consultado na biblioteca da CPRH, no bairro de Santana, Zona Norte do Recife, e também na empresa Suape.

Um ano depois da aprovação do PL 1496/2010, promovido à lei 14.064/2010, os desmatamentos estão se aproximando. Alguns, pelo que parece (é, “parece” porque estamos tendo poucas informações sobre o que acontece por lá, não dá para dizer se alguns desmatamentos incluídos na área condenada por essa lei já aconteceram), já estão acontecendo ou aconteceram, levando embora para sempre áreas de mangue e assassinando milhares de vidas silvestres. (mais…)

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