Antimilitarismo

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abr 2013

nathan-blanc

A via crucis de Nathan Blanc em seu esforço para não ser obrigado pela lei sionista de Israel a servir às forças armadas daquele país vem chamando a atenção do mundo sobre o direito humano à liberdade de consciência ético-política. Ele vem sendo condenado à prisão militar seguidamente por recusar servir ao mesmo exército que vem oprimindo e matando o povo palestino. Recentemente ele recusou pela oitava vez obediência ao corpo militar sionista de Israel, por consciência.

Afirma o Terra:

De acordo com Blanc, o alistamento no Exército contradiz seus valores morais, já que a situação politica na região “não é democrática”. “Na nossa região existem dois povos, o israelense e o palestino, mas só nós temos um Estado e um Exército, e nosso Exército serve para subjugar o outro povo”, disse Blanc ao Terra poucos minutos depois de ser condenado a 14 dias na prisão militar, após ter reiterado sua recusa de prestar serviço militar. (mais…)

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10

abr 2012

Uma notícia comovente marcou a semana passada entre israelenses e iranianos: pessoas das duas nacionalidades trocaram mensagens de paz e simpatia mútua, mostrando que não querem nenhuma guerra e rejeitam as hostilidades que vêm crescendo entre os Estados de Israel (compadreado pelos EUA) e Irã. Por outro lado, as máquinas militares de cada Estado se esquentam, com soldados coagidos pela disciplina robótica imposta e pelo medo de punições severíssimas.

É evidente nesse e em tantos outros casos que as vontades do Estado e de sua máquina armada são distintas dos povos governados – isso quando a mídia que apadrinha o primeiro não manipula o suficiente a opinião pública para fazê-la artificialmente apoiar a “opção” do conflito armado. A população diz não à guerra, à ação assassina das forças armadas, mas estas não querem nem saber. Afinal, democracia – seja ela em sua versão faz-de-conta baseada em eleições, partidos e representatividade, seja aquela em que o poder realmente é do povo – e corpo militar excluem-se mutuamente. (mais…)

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