Artigo
18

set 2015

Nem 16 nem 20 de agosto. A esquerda não governista, porém, não conseguiu fazer um terceiro dia de protestos.

Nem 16 nem 20 de agosto. A esquerda não governista, porém, não conseguiu fazer um terceiro dia de protestos.

Editado em 18/09/15 às 16:01, com adição, ao título, do aspecto suplicante da “pressão” que a esquerda atual tenta exercer nos detentores de poder político.

Desde a confirmação do estelionato eleitoral cometido por Dilma Rousseff, em novembro de 2014, a maior parte da esquerda brasileira (não inclui governistas pró-Dilma/pró-PT) tem permanecido num estado de letargia. Parou de ir às ruas, exceto em poucas e localizadas ocasiões, e tem se restringido a participar de palestras e bufar de raiva nas redes sociais a cada manobra do deputado Eduardo Cunha e a cada concessão dada à direita pelo governo Dilma. Chegamos ao inacreditável ponto da História do Brasil no qual a esquerda está conseguindo ser menos cidadã, em termos de luta política, do que a direita. (mais…)

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