Antimilitarismo
13

abr 2015

Os clamores por golpe militar, em última análise, podem se virar contra os próprios golpistas, de acordo com a Constituição Federal. Clique na imagem para vê-la em tamanho completo

Os clamores por golpe militar, em última análise, podem se virar contra os próprios golpistas, de acordo com a Constituição Federal. Clique na imagem para vê-la em tamanho completo

Já faz alguns anos que militantes de extrema-direita pedem por uma “intervenção militar constitucional” para derrubar pela força a presidenta Dilma Rousseff, por motivos que vão desde o “alastramento da corrupção” até a “ditadura comunista do PT”. Usam como suposto fundamento legal o Artigo 142 da Constituição de 1988. Mas não sabem que, graças justamente a esse artigo, o agouro militarista poderia voltar-se contra os próprios desejadores da “intervenção”. (mais…)

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09

abr 2014

escola-publica-militarizada

Escolas públicas de Goiás entregues às mãos da Polícia Militar estão impondo uma disciplina fascista, típica de quartéis, aos alunos que outrora tinham diversas liberdades e sua individualidade teoricamente respeitada. Desde que foram cedidas à administração militar pelo governo do PSDB, elas estão impondo códigos disciplinares espartanos, forçando aos estudantes diversas proibições e obrigações. (mais…)

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13

fev 2014

Desconfie do discurso de quem defende ao mesmo tempo "menos Estado" e mais polícia/exército. Discursos assim não são pela segurança e pela paz, mas sim para outra coisa.

Desconfie do discurso de quem defende ao mesmo tempo “menos Estado” e mais polícia/exército. Discursos assim não são pela segurança e pela paz, mas sim para outra coisa.

A maioria da direita radical, dos “libertários” aos fascistas, defende uma presença forte do aparelho armado do Estado (polícia e forças armadas) na sociedade, de modo a “trazer segurança”, “manter a ordem” e “proteger a soberania nacional”. Mas curiosamente uma grande parcela dos direitistas, abrangendo principalmente conservadores contemporâneos, liberais livremercadistas e “libertários”, defende simultaneamente a diminuição de quase todos os poderes e competências do Estado. Em outras palavras, temos uma suposta contradição na direita, de pedir ao mesmo tempo por menos Estado e mais controle armado estatal. Mas percebendo melhor, isso não é uma contradição, mas sim um dos propósitos centrais dessa parcela do espectro político-ideológico moderno. (mais…)

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10

abr 2012

Uma notícia comovente marcou a semana passada entre israelenses e iranianos: pessoas das duas nacionalidades trocaram mensagens de paz e simpatia mútua, mostrando que não querem nenhuma guerra e rejeitam as hostilidades que vêm crescendo entre os Estados de Israel (compadreado pelos EUA) e Irã. Por outro lado, as máquinas militares de cada Estado se esquentam, com soldados coagidos pela disciplina robótica imposta e pelo medo de punições severíssimas.

É evidente nesse e em tantos outros casos que as vontades do Estado e de sua máquina armada são distintas dos povos governados – isso quando a mídia que apadrinha o primeiro não manipula o suficiente a opinião pública para fazê-la artificialmente apoiar a “opção” do conflito armado. A população diz não à guerra, à ação assassina das forças armadas, mas estas não querem nem saber. Afinal, democracia – seja ela em sua versão faz-de-conta baseada em eleições, partidos e representatividade, seja aquela em que o poder realmente é do povo – e corpo militar excluem-se mutuamente. (mais…)

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02

maio 2011

O povo vai às ruas em euforia, sacudindo bandeiras, gritando o nome de seu país, comemorando tal como uma torcida. No Brasil e em inúmeros outros países, isso acontece na conquista do título de uma Copa do Mundo. Nos Estados Unidos, isso acontece em uma vitória militar – Osama Bin Laden oficialmente declarado morto.

Isso é a autência apoteose de uma cultura calcada no militarismo. É a contradição de um país que, ao mesmo tempo em que teoricamente provê liberdade, igualdade e democracia internamente, promove externamente uma cultura militar a fazer inveja a Roma, à Mongólia e a outros autoritários impérios militares de outrora. De um povo dito democrata que vibra com campanhas militares.

Obs.: não estou em anticomemoração à morte de Bin Laden, estou só comentando a consequente manifestação da cultura militarista do povo estadunidense.

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